Enquanto nós teremos mais a dizer sobre os dados dezembro TIC desastrosos diga-se de passagem, que foi lançado no início do dia, e que mostrou uma queda dramática nas compras externas de títulos norte-americanos em dezembro - o mês em que o S & P subiu para todos os tempos máximos e quando todos estavam em pânico sobre a barreira de 3% no ano do titulo de 10 anos a ser violado e resultando em uma onda de vendas em papel Tsy - uma coisa que se destaca. O gráfico abaixo mostra as detenções de títulos do Tesouro Chinês (revisão pendente é claro, como o departamento de Tesouro é completamente apaixonado por ajdusting esta série de dados com regularidade anual): em poucas palavras, participações do Tesouro chinesas despencaram mais em dois anos, depois da China descarregado alguns 48000 milhões dólares em papel, elevando seu total para apenas 1268900000000 $, abaixo dos $ 1316700000000, e de volta a um nível último observado em março de 2013!
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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
Desemprego europeu por País
Enquanto a maior surpresa da Europa, esta manhã foi a quarta consecutiva sub-1% de impressão inflacionária ...
falta de aumento dos preços não é uma coisa ruim para os milhões de desempregados da Europa (se não é tão bom para os seus bancos se afogando em trilhões de empréstimos non-performing que eles precisam desesperadamente para inflar longe).
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Ações europeias têm máxima em 5 anos por expectativa de estímulo do BCE
Expectativa de que a autoridade monetária assuma postura mais expansionista para auxiliar a economia da região animou os mercados
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Suíça investiga manipulação no câmbio
A suspeita é de que os valores dessas moedas não flutuem livremente e que seriam fixados pelos bancos em pelo menos dois momentos do dia
Genebra - Bancos internacionais estariam manipulando de forma coordenada a taxa decâmbio de moedas pelo mundo, num novo escândalo que atinge o setor financeiro. As autoridades suíças anunciaram que abriram investigação em relação às suspeitas de que grandes instituições financeiras mundiais estariam se colocando em acordo sobre a taxa cobrada para cada moeda estrangeira, influenciando também os valores das moedas de países emergentes, como o real.
Por dia, os grandes bancos vendem e compram trilhões no mercado de câmbio. A suspeita agora, porém, é de que os valores desses contratos e dessas moedas não flutuam livremente, mas seriam fixados pelos bancos em pelo menos dois momentos do dia.
Segundo as autoridades financeiras da Suíça, país que concentra um dos maiores polos de bancos do mundo, "múltiplas instituições pelo mundo" estariam implicadas no novo escândalo. Há um ano, os bancos já foram pegos manipulando a Libor - taxa do mercado financeiro de Londres e uma das principais referências de juros no mundo -, o que resultou em condenações afetando Barclays, UBS e vários outros bancos.
Por causa dessa fraude, o banco suíço UBS recebeu uma multa de US$ 1,5 bilhão e o britânico Barclays foi multado em US$ 450 milhões.
Os suíços indicaram que a investigação não está ocorrendo apenas no país e que governos de várias partes do mundo estão colaborando. Por enquanto, os investigadores não revelam nem os nomes do bancos afetados nem os países. Bancos como o UBS e o Credit Suisse se recusaram a comentar o caso e se fazem parte da investigação.
Em junho, autoridades britânicas já haviam indicado que estavam preocupadas diante de suspeitas de que funcionários de bancos estariam trocando informações entre eles e usando até mesmo ordens de clientes de compra e venda de moedas estrangeiras para manipular a taxa base do mercado de câmbio.
Oficialmente, as taxas de câmbio são estipuladas a cada dia por meio de uma análise em momentos predeterminados do dia dos volumes de negócios envolvendo os maiores bancos do mundo.
A suspeita recebida pelas autoridades é de que operadores (traders) de bancos estariam se coordenando não apenas para trocar informação, mas para atuar justamente nesses momentos de avaliação, comprando ou vendendo moedas e, assim, influenciando em seu valor. Em Londres, por exemplo, os horários mais importantes para fixar a taxa são às 11 horas e às 16 horas. (Jamil Chade, correspondente)
Fonte Exame
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Ações européias no topo
Ações europeias atingem máxima em 5 anos após Fed Depois que os mercados europeus fecharam na quarta-feira, o Fed informou que continuará comprando 85 bilhões de dólares em ativos ao mês
Paris - As ações europeias subiram nesta quinta-feira, com o índice de referência atingindo máxima em 5 anos, depois que o Federal Reserve surpreendeu o mercado ao adiar os planos de reduzir suas medidas de estímulo.
O índice das principais ações europeias FTSEurofirst 300 fechou em alta de 0,6 por cento, a 1.265 pontos, nível que não era visto desde meados de 2008, enquanto o índice de blue chips da zona do euro Euro Stoxx 50 subiu 0,9 por cento, para 2.936 pontos, nível que não era visto desde meados de 2011.
Papéis cíclicos e do setor imobiliário lideraram o rali, com a mineradora global Anglo American subindo 3,7 por cento e o Unibail-Rodamco, o maior grupo imobiliário da Europa, com alta de 4,8 por cento.
Depois que os mercados europeus fecharam na quarta-feira, o Fed informou que continuará comprando 85 bilhões de dólares em ativos ao mês, indo contra as expectativas de que começaria a reduzir o programa em pelo menos 5 bilhões de dólares a 10 bilhões de dólares.
O programa de quantitative easing (programa de compra de títulos) do Fed tem sido o principal fator por trás do rali no mercado acionário global no último ano.
"A decisão do Fed de não reduzir não altera o cenário, apenas adia tudo", disse Oliver Pfeil, gerente de portfólio e ações globais do Deutsche Asset & Wealth Management.
"O mercado percebe agora que levará muito mais tempo para reduzir o quantitative easing, mas no final o crescimento econômico vai acelerar, então entrar em ações cíclicas faz muito sentido", disse ele.
Fonte Exame
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Alta do dolar enfraquece viagens internacionais!
Reduzem em 10% procura por pacotes de viagens internacionais!
SÃO PAULO - Se as férias de janeiro no exterior já estavam sendo canceladas depois que o dólar turismo bateu em R$ 2,57 em agosto, os viajantes ganharam uma chance extra de embarcar na semana passada. O dólar, tanto no câmbio comercial como no turismo, usado pelos viajantes, engatou uma trajetória de queda e perdeu mais de 2,8% em cinco dias. O dólar turismo começou a semana passada valendo R$ 2,49 e encerrou a R$ 2,42. Já no câmbio comercial, o dólar encerrou a semana com desvalorização de mais de 3%. E, nesta segunda-feira, segue em queda. Abriu-se portanto o que os especialistas chamam de janela de oportunidade para fechar a viagem em moeda americana.
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