segunda-feira, 23 de setembro de 2013

S&P 500 e Petróleo, considerações da Análise Técnica

S&P 500 e Petróleo, AT.

S&P 500

Os preços estão testando a resistência em 1.713,30, a expansão de 23,6% de Fibonacci.
 Uma ruptura  acima desta barreira tem como alvo um  canal de longo prazo definido desde meados de 2011, agora em 1.748,40. 
Divergência RSI negativo alerta para uma vazante de alta  e sugere uma reversão de baixa podendo estar em formação no entanto com toda essa força de movimento comprador. 
No curto prazo apoio de linha de tendência está agora em 1.647,20.



Petróleo

Os preços estão testando crescente apoio de linha de tendência definida a partir de meados de abril, agora em 104,14. 
Uma ruptura  abaixo , inicialmente, expõe o Fibonacci de 38,2% em 102,05. Resistência de curto prazo é de 105,93, o nível de 23,6%.



Ouro, gráfico semanal, considerações AT

Ouro, gráfico  semanal.



Com a commcoditie ainda vulnerável para o lado negativo, a ameaça de um retorno ao nível 1,291.12 permanece. A violação daqui visará o nível 1.250,00. Uma vez abaixoteremos a atenção para o nível de 1,215.00 e próximo nível 1.180,00. 
Sua RSI semanal é de baixa. 
Inversamente, a resistência situa-se ao nível 1,399.79. Um corte por aqui vai abrir a porta para uma corrida no nível de 1433. Mais adiante, a resistência reside no nível de 1.450,00, seu nível psico com uma quebra visando o nível 1.500,00, seu nível de psicopata, ou seja o rally. Apesar de tudo, continua sendo OURO tendencioso para o lado negativo em retração



sábado, 21 de setembro de 2013

Petrobras, a cada dia mais enfraquecida!




A Folha traz hoje uma entrevista com o geólogo Guilherme Estrella, o “homem que inventou o pré-sal”. Nela, o geólogo petista diz uma frase que define o fracasso da Petrobras sob a gestão do PT. Diz ele:
Começamos a expansão. E no primeiro leilão de áreas de petróleo eu vi que a coisa era séria. Quando perdi o primeiro bloco para a Devon, que colocou 100% de conteúdo nacional, a então ministra Dilma Rousseff me ligou cinco minutos depois e disse: “Soube que você perdeu um bloco, isso não vai se repetir, está entendido?“.
E claro que não perdi mais nenhum. Ali eu senti que a Petrobras ia reassumir a hegemonia do setor de petróleo no Brasil.
É bem a cara da presidente Dilma ligar dessa forma e dar uma bronca dessas. Essa reação de Dilma resume uma década de fracasso da Petrobras, que não consegue crescer direito sua produção e, não obstante, afunda-se em dívidas cada vez maiores.
O foco, a prioridade, era fazer a Petrobras “reassumir a hegemonia do setor de petróleo no Brasil”, segundo o entendimento do próprio geólogo. Para tanto, a estatal tinha que adquirir todos os blocos leiloados. Perder algum bloco era algo inadmissível. Não ia se repetir. Está entendido?
E o que uma empresa faz quando tem essa prioridade definida de forma tão clara e objetiva pela ministra em pessoa? Ora, ela compra todos os blocos, sem se importar com o retorno financeiro, claro! Viabilidade econômica? Isso é papo de liberal chato, de economista pentelho.
A única meta era colocar a Petrobras como hegemômica no setor, custe o que custasse. Tamanho é tudo que importa. Monopolizar a produção nacional é o objetivo. Apresentar bom retorno sobre os investimentos? Coisa de especulador do mercado financeiro!
Alguém fica surpreso com o resultado? Em duas imagens:



O PT conseguiu praticamente destruir a maior empresa do país. As agências de risco devem a qualquer momento rebaixar sua classificação, os investidores morrem de medo do uso político da empresa, a dívida cresce sem parar, ao contrário da produção. Normal, quando o critério econômico não está nas prioridades da gestão.
E agora ainda vem o leilão de Libra, do qual as grandes empresas americanas e inglesas, privadas, correram, restando basicamente as estatais chinesas, que também não ligam para retorno sobre investimentos. A agora presidente Dilma deve ter ligado para alguém da Petrobras e dito: “Não vá perder blocos para ninguém, está entendido?”
Está. Muito bem. Está entendido que a gigante não quer saber de retorno sobre capital investido. Resta saber setodos os investidores que compram suas ações já entenderam isso…

Fonte Veja


sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Bom fim de semana, divirta-se...





E se o pré-sal virar um mico?

Cinco das dez maiores empresas de petróleo do mundo desistiram de participar do leilão de Libra, previsto para outubro


  Até pouco tempo atrás, o termo pré-sal despertava sentimentos de euforia e prazer. Liberava sensações positivas com promessas de riqueza em cascata, prestes a jorrar sobre os brasileiros. Funcionava como uma espécie de dopamina no cérebro das pessoas. Hoje, essa sensação começa a se desfazer. Ela vem sendo substituída por um crescente sentimento de incerteza. Ontem, por exemplo, cinco entre as dez das maiores empresas de petróleo do mundo desistiram de participar do leilão do Bloco de Libra, no coração do pré-sal, previsto para 21 de outubro (veja lista abaixo).

Mas o quadro é pior do que se imagina. Note-se que, entre as cinco que confirmaram presença no leilão, uma delas é a Petrobras (cuja participação é obrigatória). Das quatro que restaram, uma é chinesa — a CNOOC. O interesse desse grupo não se restringe à questão comercial. Ele não está atrás apenas de um bom negócio. Os chineses precisam de petróleo quase como de oxigênio. Para eles, concorrer em Libra é algo estratégico. Tem um viés geopolítico. Por fim, registre-se que a Agência Nacional de Petróleo (ANP) esperava que 40 empresas participassem da disputa em outubro. Somente 11 se inscreveram. A concorrência, portanto, será menor. Nada mais justo perguntar: o pré-sal deixou de ser atrativo? Pode virar um mico?


Hoje, responder sim a essa questão (ainda) é um exagero. Ninguém nega. Mas é evidente que os depósitos nacionais de hidrocarbonetos brilham menos no cenário global do que o governo imaginava — e alardeava. Há várias explicações para essa baixa da atratividade. Algumas são conjunturais. Reservas de óleo têm sido encontradas em vários pontos do mundo. Os prognósticos mais severos de escassez do produto estão derretendo diante da realidade. Por outro lado, o gás de xisto provoca uma revolução energética sem precedentes nos Estados Unidos. Esses fatores contribuem parar tornar difuso o interesse dos grandes grupos petrolíferos pelo leilão brasileiro.
Existem, porém, outras explicações. Libra vai inaugurar a vigência de um novo marco legal no setor. Os contratos de concessão serão substituídos pelos de partilha. Isso altera tudo. A mudança eleva a participação do Estado no negócio de forma astronômica. O grupo que arrematar o bloco será formado por empresas em geral, pela Petrobras (cuja participação é obrigatória) e por uma estatal, a Pré-sal Petróleo S.A. (PPSA). A PPSA terá direito a veto nos projetos operacionais e não investirá um centavo na exploração e produção de óleo. Ninguém sabe como isso vai funcionar. O Bloco de Libra também tem sido apresentado como um dos maiores reservatórios já oferecidos às empresas em todo o planeta. Pode ser. Mas ninguém pode cravar qual a real viabilidade de retirar óleo e gás dali.


As empresas também estão ressabiadas com o pré-sal por outros motivos. Quando os depósitos nessa região foram descobertos, em meados da década passada, a indústria global investiu no Brasil. Ela previa um crescimento vertiginoso para o setor. O que se viu, no entanto, foi o contrário. Hoje, o segmento vive em compasso de espera. Amarga o avanço da ociosidade e a queda no nível de empregos, segundo informações da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

A desistência das gigantes do setor do leilão de Libra dispara um grande alarme sobre o pré-sal. E seu som é estridente. Mesmo porque não se deve menosprezar a capacidade de algumas políticas em desmantelar grandes projetos nacionais. O setor sucroalcooleiro é prova inequívoca desse potencial. Na década passada, o Brasil despertou o interesse do mundo por transformar o etanol em um combustível capaz de oferecer um contraponto ao petróleo. Hoje, muitas empresas desse segmento estão no buraco. Para segurar a inflação, o governo mantém o preço da gasolina artificialmente baixo. As usinas de cana-de-açúcar, nesse cenário, perdem competitividade. E quebram. Agora, a questão é saber o tamanho do estrago que a exigência de investimentos gigantescos, as incertezas regulatórias e a interferência estatal podem provocar em Libra — e no pré-sal como um todo. Os primeiros indícios são preocupantes. 

Fonte Época







Medina receia ter metade de sua empresa gerida por Sindico de Massa Falida

Dono do Rock in Rio visita Eike para desfazer sociedade



São Paulo – Não é novidade que Roberto Medina, fundador do Rock in Rio, um dos maiores festivais do mundo, não está mais satisfeito com a parceria de 50% com o empresário Eike Batista.

Na última quinta-feira (19), antes de ir para Cidade do Rock, local onde ocorrem os shows da 13º edição do evento, promoveu um encontro com Eike. O motivo: negociar a compra dos 50% da marca adquirida pelo empresário em 2012, por 120 milhões de reais. As informações foram divulgadas pelo blog Radar online, de Veja.com.


Segundo a coluna, a conversa foi realizada na sede daEBX, a holding de Eike. Apesar de ter encarregado oBTG para tratar do assunto, Medina preferiu ir pessoalmente conversar com o sócio para resolver a situação de uma vez. Porém, ao que tudo indica, não foi um início promissor, pois Eike não está disposto a vender o ativo.
A pressa do fundador do Rock in Rio em comprar a participação do empresário se deve ao mau desempenho nos negócios do homem que chegou a ser o 7º bilionário do mundo. Medina se preocupa com o fato do império de Eike ruir de vez, e os 50% detidos por ele acabarem sendo geridos por um juiz. 

O acordo entre os dois nomes de peso previa um investimento de 350 milhões de dólares em cinco anos, com o objetivo de expandir internacionalmente o Rock in Rio, que já passou por países como Portugal e Espanha, além do Brasil. Agora, Medina corre contra o tempo para recuperar a parte adquirida por Eike antes que seja tarde.


Importantes considerações do Euro X Dolar, Análise Técnica

 Euro X Dolar


 EUR mantém-se  firmemente acima do nível 1,3451, indicando mais força para romper novas altas. Este desenvolvimento deixa o par visando o nível 1,3600. Mais adiante, a resistência esta  no nível de 1,3550, seguido pelo nível de 1,3650 e, possivelmente, maior para o nível 1,3700. 

Seu RSI - diária é alto e apontando maior sutentação  a este ponto de vista. 

Por outro lado, em uma falha do preço que terá como alvo o nível de 1,3456, seguido pelo nível 1,3321 onde uma violação terá como alvo o nível 1,3250.Mais abaixo, o apoio vem, no nível 1,3165 onde uma violação visará o nível 1,3100, onde a inversão de papéis como suporte é esperado. 

Ao todo, EUR continua a manter o seu viés de topo a médio prazo.