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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

DJ,SP500,EuroXDolar, Petróleo-AT 17/01/2014

Dow Jones



Ponto de articulação (nível de invalidação): 16310

A Nossa Preferência: Posições COMPRAS a 16394 com metas a 16495 & 16530 em extensão.

Cenário alternativo: Abaixo de 16310, prevendo uma maior  QUEDA com 16255 e 16180 como metas.

Comentário técnico: o RSI quebrou acima de uma linha de tendência baixista.

níveis fundamental
16620*
16530*
16495*
16364
16310**
16255**
16180**






SP 500



Ponto de articulação (nível de invalidação): 1836

A Nossa Preferência: Posições COMPRAS  a 1845 com metas a 1851 & 1856 em extensão.

Cenário alternativo: Abaixo de 1836, prevendo uma maior  QUEDA com 1830 e 1822 como metas.

Comentário técnico: tecnicamente, o RSI está acima da sua área de neutralidade a 50.

níveis fundamental
1860**
1856**
1851**
1845
1836**
1830**
1822**





Euro X Dolar


Ponto de articulação (nível de invalidação): 1,3625

A nossa preferência: Posições VENDAS abaixo de 1,3625 com metas a 1,3575 & 1,355 em extensão.

Escenario alternativo: Acima de 1,3625, prevendo uma maior alta com 1,3645 e 1,367 como metas.

Comentário técnico: enquanto 1,3625 for a resistência, espera-se uma acção com preço volúvel com uma tendência baixista.

Suportes e resistências:
1,367
1,3645
1,3625
1,3593 Último
1,3575
1,355
1,352






Pètróleo


Ponto de articulação (nível de invalidação): 93,37

A nossa preferência: Posições  COMPRAS  acima de 93,37 com metas a 95,1 & 95,7 em extensão.

Escenario alternativo: Abaixo de 93,37, prevendo uma maior alta com 92,9 e 92,3 como metas.

Comentário técnico: o RSI defende um avanço adicional.

Suportes e resistências:
96,55 **
95,7 **
95,1 **
94,5 Último
93,37 **
92,9 **
92,3 **




quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

DJ,SP500,EuroXDolar, Petróleo-AT 16/01/2014

Dow Jones  


Ponto de articulação (nível de invalidação): 16310

A Nossa Preferência: Posições COMPRAS  a 16394 com metas a 16495 & 16530 em extensão.

Cenário alternativo: Abaixo de 16310, prevendo uma maior QUEDA  com 16255 e 16180 como metas.

Comentário técnico: embora uma continuação da consolidação não possa ser excluído, a sua extensão deve ser limitada.

níveis fundamental
16620*
16530*
16495*
16390
16310**
16255**
16180**


segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

DJ,SP500,EurXDolar, Petróleo-AT 13/01/2014

Dow Jones


Ponto de articulação (nível de invalidação): 16310

A Nossa Preferência: Posições COMPRAS a 16357 com metas a 16495 & 16540 em extensão.

Cenário alternativo: Abaixo de 16310, prevendo uma maior QUEDA  com 16205 e 16130 como metas.

Comentário técnico: o RSI é misturado com uma tendência altista.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

DJ,SP500,EurXDolar, Petróleo-AT 10/01/2014

Dow Jones


Ponto de articulação (nível de invalidação): 16310

A Nossa Preferência: Posições COMPRAS  a 16346 com metas a 16495 & 16540 em extensão.

Cenário alternativo: Abaixo de 16310, prevendo uma maior QUEDA   com 16205 e 16130 como metas.

Comentário técnico: tecnicamente, o RSI está acima da sua área de neutralidade a 50.

níveis fundamental
16595*
16540*
16495*
16427
16310**
16205**
16130**



SP500


Ponto de articulação (nível de invalidação): 1825

A Nossa Preferência: Posições COMPRAS  a 1827 com metas a 1847 & 1854 em extensão.

Cenário alternativo: Abaixo de 1825, prevendo uma maior QUEDA  com 1817 e 1807 como metas.

Comentário técnico: tecnicamente, o RSI está acima da sua área de neutralidade a 50.

níveis fundamental
1860*
1854*
1847*
1836
1825**
1817**
1807**





Euro X Dolar


Ponto de articulação (nível de invalidação): 1.3575

A nossa preferência: Posições  COMPRAS  acima de 1.3575 com metas a 1.363 & 1.3655 em extensão.

Cenário alternativo: Abaixo de 1.3575, prevendo uma maior QUEDA   com 1.355 e 1.3525 como metas.

Comentário técnico: o RSI perde movimento descendente.

Níveis fundamentais
1.368
1.3655
1.363
1.35909 último preço
1.3575
1.355
1.3525




Petróleo crudeo il  wti


Ponto de articulação (nível de invalidação): 92.95

A Nossa Preferência: Posições VENDAS  a 92.8 com metas a 91.2 & 90.3 em extensão.

Cenário alternativo: Acima de 92.95, prevendo uma maior alta com 93.55 e 94.2 como metas.

Comentário técnico: enquanto 92.95 for a resistência, espera-se uma acção com preço volúvel com uma tendência baixista.

Níveis fundamentais
94.2**
93.55**
92.95**
92.55
91.2**
90.3**
89.8**


sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

DJ,SP500,EurXDolar, Petróleo-AT 03/01/2014

dow jones


Ponto de articulação (nível de invalidação): 16302

A Nossa Preferência: Posições CVOMPRAS  a 16395 com metas a 16600 & 16640 em extensão.

Cenário alternativo: Abaixo de 16302, prevendo uma maior QUEDA com 16205 e 16130 como metas.

Comentário técnico: o RSI é negativo, mas suportado por um forte suporte.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Petrobras tem 32% de chances de ir à falência

De acordo com estudo publicado pela administradora de investimentos, probabilidade nos próximos dois anos é significativamente alta para o setor


São Paulo – A Petrobras, que já foi um dos maiores orgulhos dos brasileiros, tem 32,4% de ir à falência nos próximos dois anos. É o que diz uma análise da administradora de investimentos americana Macroaxis, especializada em fazer esse tipo de cálculo.

“Baseando-se nas últimas informações financeiras divulgadas, a Petrobras tem probabilidade de falência de 32,4%. Este valor é muito maior do que o do setor”,afirma o relatório. A ExxonMobil, por exemplo, gigante do ramo de óleo e gás, tem probabilidade de falência de 0,86%. A Chevron tem 8,96% de chances e a Petrochina, outra grande concorrente, 12,27%.
De acordo com a Macroaxis, que calcula riscos de investimentos de mais de 150.000 empresas do mercado de ações, companhias com probabilidade de falência maior que 90% têm grandes chances reais de falirem nos próximos dois anos. Em compensação, empresas com até 15% de probabilidade costumam demonstrar crescimento no mesmo período.
O índice reflete o tamanho da crise que a Petrobras vem enfrentando nos últimos dois anos e que atingiu o auge – até agora – na semana passada. Depois de anunciar o reajuste no preço dos combustíveis, suas ações despencaram 10% em um só dia e a estatal brasileira perdeu 25 bilhões de reais em valor de mercado em poucas horas.
A queda aconteceu porque analistas avaliaram que o reajuste foi insuficiente para reequilibrar as contas da empresa, que continua vendendo a preços subsidiados por uma política do governo de segurar a inflação. As dívidas já chegam a 79,6 bilhões de dólares, o que levou a agência de classificação de risco Moody’s a rebaixar a Petrobras em outubro. A agência prevê que, pelo menos até 2015, as dívidas só devem aumentar.

Fonte Exame

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Entrevista com o bilionário brasileiro Barsi. Reflexões sobre investir.

Estou torcendo para a próxima crise chegar, diz bilionário


Luiz Barsi tem mais de R$1 bilhão na Bovespa; em entrevista a EXAME.com, ele contou como construiu sua fortuna e criticou os clichês do mercado


São Paulo – Quase que diariamente, por volta da 11 horas da manhã, Luiz Barsi Filho chega de metrô ao seu escritório, no tumultuado centro de São Paulo. Por lá, ele fica até às 14 horas - tempo suficiente para acompanhar o que acontece na Bovespa – e vai para casa. Na volta, Barsi se perde no meio da multidão do centro da cidade, vestindo suas roupas simples, jornal embaixo do braço e cumprimentando os muitos conhecidos do centrão. Eis a vida de um legítimo bilionário.
A história de Barsi poderia facilmente conduzir um livro de educação financeira, ou até mesmo de autoajuda.EXAME.com conversou com o aposentado de 74 anos que começou sua carreira como engraxate, se formou em economia e direito e que, atualmente, é um dos maiores investidores pessoa física da Bovespa.
Com mais de 1 bilhão de reais na Bolsa, Barsi deixou de precisar trabalhar desde que tinha 50 anos. Atualmente, ele colhe os frutos (ou dividendos) de uma estratégia que ele mesmo desenvolveu, baseada em duas premissas: disciplina e paciência. Confira a entrevista:

EXAME.com - Como você começou a ganhar dinheiro na Bolsa de valores?

Barsi - Eu tinha um amigo insistente que sempre me dizia: “Barsi, você precisa fazer um plano de previdência privada”. Eu tinha apenas 20 anos. Nesta época, já me interessava pela Bolsa e comecei um trabalho com carteira de ações. Comprei ações durante 30 anos. Mas, no fundo, acho que elaborei aquele trabalho de avaliação de ações para convencer esse meu amigo chato de que a previdência da qual ele tanto falava era um grande mico. Além disso, elaborei a estratégia para me defender no futuro. Em 1970, o camarada se aposentava como um executivo e, 10 anos depois, já estava vivendo como um indigente. Hoje em dia, as pessoas já se aposentam como indigentes. É uma vergonha.
EXAME.com - Como era este estudo sobre ações?
Barsi - Chamava-se Ações Garantem o Futuro. Eu fiz uma avaliação criteriosa como poucos analistas fazem. Eu peguei todos os setores e fui avaliando a perenidade de cada um deles. Fui tirando minhas conclusões. Cheguei à conclusão de que havia alguns setores que tinham boas condições de perenidade, como: alimentos, saneamento, energia, mineração e siderurgia. Celulose era interessante também. Após elencar os setores que eu considerava mais promissores, eu listei todas as empresas de capital aberto que pertenciam a eles. Nesta época eu já tinha algumas ações, mas não tinha este conceito de garimpagem ainda.
EXAME.com - E como esse conceito surgiu?
Barsi - Quando entramos na Bolsa, ouvimos muito a tal frase: “O negócio é comprar na baixa e vender na alta”. É a maior bobagem! Esses poetas do mercado se esquecem de dizer que é extremamente difícil colocar essa teoria em prática. Não dá pra depender disso para se ganhar dinheiro na Bolsa. Percebi também que, ao ficar operando apenas papéis, eu só estava gerando lucro para a Bovespa e para a corretora. Eu era um mero patrocinador da Bovespa, e não dos meus recursos. Eu precisava fazer o dinheiro trabalhar pra mim, entende?
EXAME.com - E, na prática, como se deu essa mudança?
Barsi - Eu fiz a tal lista dos setores e fui priorizando o resultado obtido por cada empresa. Eu cheguei à melhor empresa. Era uma companhia chamada Anderson Clayton, de capital externo. A ação custava 50 e poucos centavos e pagava um dividendo de 12 centavos. Foi aí que comecei a perceber que comprando as ações todos os meses, com o que me sobrava de dinheiro do meu salário de auditor, eu teria uma aposentadoria interessante. Conversando com o então vice-presidente da Anderson Clayton, falei sobre meu objetivo. Ele arregalou os olhos e disse: “Barsi, a Anderson Clayton é uma ótima empresa, mas você por acaso sabe quem preside ela? São duas velhinhas de 80 anos, meu caro. Eu não sei quanto tempo elas vão resistir aos assédios de outras empresas que querem comprar a companhia. Eu acho problemático você comprar papéis para um período de 30 anos”. Com isso, pulei pra próxima da minha lista: uma empresa chamada CESP.
EXAME.com – E então? 
Barsi - A minha primeira meta era ter 100 mil ações da CESP. É importante estabelecer metas. Quando eu cheguei a ter 1 milhão de ações da CESP eu percebi que já tinha uma aposentadoria gorda. A CESP tinha um valor nominal de 1 e custava 60 centavos na Bolsa. Mas o principal elemento que eu considerava era o dividendo. A CESP pagava muito bem. Tinha ainda uma bonificação anual. Por exemplo, se você comprasse 10.000 ações, no ano seguinte, você ganhava 10% de bonificação, ou seja, 1.000 ações de presente. Eu sempre reinvestia essa bonificação e, com isso, a estratégia que eu havia montado se auto alimentava. Sempre fui cumprindo metas. Eu não me importo com o patrimônio que tenho em ações, mas sim com os meus dividendos. Tenho dois critérios importantes para investir: disciplina e paciência.
EXAME.com - O que você tem atualmente no portfólio?
Barsi - Tenho bastante Ultrapar, sou o maior acionista pessoa física do Banco do Brasil, tenho Klabin, 13,5% da Eternit. Tenho ainda 10,5% das ordinárias e 10% preferenciais da Unipar Carbocloro, que são papéis que já custaram 4 reais e, hoje em dia, valem centavos, mas acredito que vão retomar. Tenho Suzano e Eletropaulo também.
Barsi - Unipar Carbocloro está de graça. Sabesp, Suzano, Eletrobras (preferencial), Cemig e Aes Tietê. Tudo isso está barato.



EXAME.com - Ações de blue chips, como Petrobras e Vale, não atraem você?

Barsi – De jeito nenhum. A maioria dos meus amigos me pergunta por que eu não tenho ações da Petrobras e eu respondo: “Eu invisto em petróleo sim, mas não em Petrobras. Tenho ações da Ypiranga”. E quando eles me perguntam o motivo, eu explico a eles que a Petrobras poderia funcionar com 20 mil funcionários, mas funciona com absurdos 200 mil. A Ypiranga deveria funcionar com 20 mil e tem 5 mil. Eu observo muito as filosofias das companhias. Não tenho nada com estas gigantes do mercado. Eu também tenho algumas regras estabelecidas na minha cabeça. Por exemplo, toda empresa de aviação nasce pra quebrar, toda empresa de turismo nasce para quebrar, toda empresa que vende eletrodomésticos a prazo nasce pra quebrar. Tenho parente que quebrou com ações da GOL, fazendo burradas com operações a termo. Em operações como essa, você até pode se arriscar, mas faça isso dentro de certos limites e com papéis que não sejam lixos.
EXAME.com - Você opera com termo ou opções?
Barsi - De jeito nenhum. Não compro vento.
EXAME.com - Você prega muito a disciplina ao investir. Como é essa disciplina na prática?

Barsi - Nunca compre ações com o dinheiro que você poderá precisar em breve. Use aquele dinheiro que sobrou e que não terá um destino. Examine bem os fundamentos da empresa e conheça-a bem. Veja o histórico de dividendos, sua saúde financeira, a perspectiva daquele setor, o comprometimento do gestor. Seja chato. Veja quanto a empresa vale em relação ao que ela tem. Poxa, se tem uma empresa que está valendo 1 real e seu patrimônio é de 2 reais, compre logo, caramba! O mercado é muito traiçoeiro. Tenho um amigo que, por sete anos, ganhou muito dinheiro com ações e começou a gastar demais. Foi uma festa só. Comprou um Audi, uma casa em condomínio na praia, além de outros luxos. Bastou uma queda mais forte do mercado para ele voltar ao zero e vender seus luxos pra honrar suas dívidas. Nunca venda ações por necessidade. Com disciplina e paciência é impossível perder dinheiro com ações. Outra regra importante é: nunca comprar uma dica.

EXAME.com - Já comprou alguma dica?

Barsi - Sim, num IPO. Eu, com outros gestores, entramos na abertura de capital da Renar Maçãs. Eu não conhecia nada sobre maçãs. Peguei meu carro e fui até o circuito da maçã, na região das serras gaúchas. Entrei na operação, comprei as ações e quebrei a cara. Assisti a um grande prejuízo devido à má gestão. A terra daquela região se valorizou muito, já as ações despencaram. Atualmente, o papel vale centavos. Foi um grande aprendizado. Aliás, hoje estou fora de qualquer IPO.
Barsi - Acho um absurdo como algumas operações acontecem aqui no Brasil. Já vi IPOs de construtoras nos quais o dinheiro não foi para o caixa da empresa, e sim, para o empresário. Os responsáveis por regular o mercado deveriam ser mais atentos a isso. IPO tem de capitalizar a empresa, não o empresário ou fundo envolvido. Estou fora de qualquer IPO.

EXAME.com - Como investidor, como você se comportou durante a última grande crise, quando o Ibovespa foi abaixo de 30 mil pontos?

Barsi - Perdi bons milhões nesta época, mas apenas do patrimônio investido e, como lhe disse, isso não me importa. Mais cedo ou mais tarde as ações sobem novamente, nem me preocupo com isso. Crises econômicas são fantásticas para se ganhar dinheiro. Eu torço para que sempre existam crises na Bolsa, como aquela de 2008. Naquela época eu comprei bastante Banco do Brasil (a 11 reais) e Klabin (a 2,50 reais). Dá uma olhada no preço destas ações atualmente.

EXAME.com - Só investe no médio ou longo prazos?

Barsi - Não. Isso seria entediante. Tenho 47 anos de mercado e sei quando um papel está barato ou caro demais. Quando está barato, vou lá e compro. Eu tenho um certo capital para “brincar” na Bolsa.
EXAME.com - Pode dar um exemplo de alguma operação recente?

Barsi - 
Olhe, eu comprei 100 mil ações da Oi no dia 7 de outubro, investindo algo em torno de 355 mil reais. No dia 11, eu vendi todas por 404 mil reais. Quase 50 mil reais de lucro. No dia 8 do outubro, comprei 26 mil ações da Sabesp, pagando 567 mil reais. Vendi no dia 15, resgatando 590 mil reais. Tem algum investimento melhor do que bolsa de valores? 

EXAME.com - O que você acha da análise técnica de ações?
Barsi - Gráfico é futurologia; adivinhação. Eu não acredito. Você conhece algum analista rico?

EXAME.com - Nem na análise fundamentalista?
Barsi - O analista fundamentalista é um “Yes man”. Ele nunca vai falar pra você a realidade que eles gostaria de falar. Ele diz coisa baseadas em interesses. Vamos voltar uns 3 anos no tempo e lembrar dos analistas recomendando com a maior convicção do mundo as ações do Grupo EBX. Todos os grandes recomendaram – e todos os pequenos também. Pergunte se eu comprei. Claro que não. Me lembro de um relatório do Banco do Brasil recomendando a compra de OGX a 32 reais. Isso é uma baita irresponsabilidade. 

EXAME.com - Aliás, já comprou alguma ação do Grupo EBX?

Barsi - Disso, eu não quero nem ouvir falar. Nunca comprei e nunca recomendei. Isso é fantasia. Eu compro perspectiva de resultados. Eike Batista para mim é uma grande fantasia, assim como outros por aí. Estes papéis são pura especulação. Quem entra na Bovespa para especular, nunca ficará rico. Já lhe disse: eu não compro vento.

Fonte Exame

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Petrobras pede reajustes automáticos e periódicos dos combustíveis

Empresa quer mais aderência aos valores praticados no mercado internacional


O diretor financeiro e de Relações com Investidores da Petrobras, Almir Barbassa, confirmou nesta segunda-feira que a empresa pretende fazer mudanças na metodologia de reajustes de preços de combustíveis. A proposta foi aprovada pela diretoria da estatal. Com o anúncio, as ações da estatal subiam 6,87% por volta das 15h30 na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). No mesmo horário, o Ibovespa avançava 0,94%.


A Petrobras quer mais aderência dos preços dos combustíveis que vende no País aos valores praticados no mercado internacional, considerando que as importações de combustíveis se tornaram cada vez maiores. Se for aprovada, a metodologia permitirá reajustes automáticos conforme as periodicidade determinada pela nova fórmula e a variação de preços de petróleo e derivados no mercado internacional. Os reajustes, dessa forma, não vão demandar aprovação de diretoria para serem realizados, disse o diretor da Petrobras.

A nova metodologia terá foco nos valores praticados para gasolina e óleo diesel, combustíveis que têm mais peso tanto na receita da Petrobras quanto na inflação. Já produtos como nafta e querosene de aviação não deverão ser incluídos na nova metodologia, segundo Barbassa. "O que é relevante para a empresa são diesel e gasolina. Os demais têm influência menor na geração de caixa", disse, acrescentando que os dois derivados têm participação de cerca de 50% na receita da Petrobras.

A Petrobras costumava reajustar mensalmente os preços de produtos como nafta e querosene de aviação, pois o impacto desses combustíveis na inflação é bem menor que a importância da gasolina e do diesel. Barbassa confirmou que a Petrobras continuará usando a mesma metodologia para nafta e querosene de aviação, mas não informou se os reajustes continuam ocorrendo mensalmente, como vem ocorrendo nos últimos anos.

O Conselho da Petrobras, presidido pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, preocupado com a inflação, pediu novas simulações e mais estudos sobre a metodologia de preços requerida pela diretoria da empresa. A nova fórmula vai dar previsibilidade de geração de caixa da companhia, como maneira também de reduzir sua alavancagem financeira, segundo Barbassa.

"Essa metodologia tem como principal produto a maior previsibilidade na geração de caixa da companhia e uma visão de que, com ela, haverá redução da alavancagem (uso de capitais de terceiros para investimento), com níveis aceitáveis", disse. De acordo com Barbassa, a nova metodologia de reajuste, caso aprovada, focada na "previsibilidade", foi elaborada para não prejudicar as metas previstas no plano de negócios da Petrobras.

Além da defasagem de preços, a alavancagem da estatal voltou a subir no terceiro trimestre. A relação dívida/patrimônio líquido subiu de 31%, em 31 de dezembro de 2012, para 36% em 30 de setembro, acima dos 35% considerados como teto desejável, disse Barbassa.

A presidente da companhia, Graça Foster pediu na última quarta-feira ao Conselho de Administração da companhia, presidido pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, para adequar os preços ao mercado. O colegiado pediu novos esclarecimentos, que devem ser apresentados em 22 de novembro.

Atualmente, para não impactar a inflação, a Petrobras assume a diferença entre o preço de importação de diesel e gasolina, mais alto, e o valor praticado no mercado local. Porém, ao arcar com esse custo, a companhia tem menos recursos para investir e menos capacidade de endividamento.orário, o Ibovespa avançava 0,94%.

PETROBRAS VÊ PRODUÇÃO ABAIXO DO PREVISTO NO SEGUNDO SEMESTRE

O DIRETOR DA EMPRESA, DISSE, PORÉM, QUE OS PROBLEMAS COM ATRASOS QUE RESULTARAM EM PRODUÇÃO ABAIXO DO PREVISTO "JÁ VÊM SENDO SUPERADOS"


A produção da Petrobras no segundo semestre ficará abaixo do previsto, informou a estatal na apresentação de resultados do terceiro trimestre. A companhia apontou uma série de razões para isso. A identificação tardia de corais ocasionou alteração do arranjo submarino, o que interfere na operação da P-63, na área de Papa-Terra.
A previsão é de que a plataforma comece a produzir em 31 de outubro. Houve também um atraso da Subsea 7 na entrega e instalação dos sistemas de coleta do FPSO Cidade de São Paulo (Sapinhoá). Já a limitação dos navios PLSVs (barcos de lançamento de linhas) em decorrência de dificuldades de contratação no Brasil em 2010 e 2011, por conta da discussão em torno do conteúdo local, afetou a interligação de poços.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

TOTAL, PETROBRAS, SHELL, CNPC E CNOOC GANHAM LEILÃO DO PRÉ-SAL

CONSÓRCIO FORMADO POR PETROBRAS (10%), SHELL (20%), TOTAL (20%), CNPC (10%) E CNOOC (10%), ARREMATA O PRIMEIRO LEILÃO DE PRÉ-SAL EM REGIME DE PARTILHA


Cinco empresas ganharam o leilão do pré-sal nesta segunda-feira (21/10). Consórcio formado por Petrobras (10%), Shell (20%), Total (20%), CNPC (10%) e CNOOC (10%), arremata o primeiro leilão de pré-sal em regime de partilha, na área de Libra ofertando o mínimo de 41,65% de óleo-lucro.

As chinesas tiveram participação minoritária e ficaram ao todo com 20% de participação no grupo que explorará a área, cujas reservas estimadas estão entre 8 e 12 bilhões de barris de petróleo. Cada estatal chinesa ficou com participação de 10% do consórcio. A Petrobras ficou com 10%, porcentual que se soma à participação mínima de 30% prevista inicialmente. Com isso, a estatal terá 40% de participação no grupo. A Shell e a Total, cada uma com 20% de participação respectivamente, completam o grupo vencedor. Ao todo, onze empresas estavam habilitadas para o certame. 

A diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard, disse, em discurso para a abertura do leilão do pré-sal, que serão necessários mais de R$ 100 bilhões em investimentos para desenvolver a área de Libra, na Bacia de Santos. Serão necessários de 60 a 90 barcos de apoio e de 12 a 18 plataformas, informou.

O leilão realizado nesta segunda-feira, 21, o primeiro de uma área do pré-sal, reuniu menos interessados do que o previsto inicialmente. Após grandes multinacionais da indústria, tal como a Exxon Mobil, a BP e a Chevron, optarem por não disputar o leilão, o governo estimou que até quatro consórcios poderiam apresentar proposta pelo direito de exploração da área. O cenário mais otimista, contudo, não se confirmou.

O edital do leilão estabelecia antecipadamente que o consórcio vencedor pagaria R$ 15 bilhões de bônus de assinatura e que a Petrobras teria uma participação mínima obrigatória de 30% do grupo, além de ser a operadora das atividades no local.

O prospecto de Libra tem mais de 1,5 mil quilômetros quadrados e representa a maior descoberta de petróleo do Brasil. De acordo com a diretora-geral da ANP, Magda Chambriard, a área poderá ter pico de produção de 1,4 milhão de barris por dia, o equivalente a 70% da atual capacidade de produção nacional, hoje de aproximadamente 2 milhões de barris diários em média. 

Magda disse que os investimentos gerarão uma excelente oportunidade para desenvolver a indústria nacional e criar empregos e renda de qualidade. A executiva disse que os contratos devem ser assinados dentro de um mês, aproximadamente. 

A Advocacia-Geral da União (AGU) informou que, até as 15h10 desta segunda-feira, 21, 26 ações foram ajuizadas com pedido de suspensão do leilão do campo de Libra. Dessas, 18 foram indeferidas e 8 aguardam decisão judicial. O órgão ressaltou que não existe nenhuma decisão judicial que impede a realização da licitação. O plantão da AGU ocorre em todos os Estados e no Distrito Federal (DF). 

Fonte Época

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

10 notícias para lidar com os mercados nesta quinta-feira

Banco Central eleva taxa de juros para 9,5% ao ano; nos Estados Unidos, Republicanos avaliam apoiar aumento do teto da dívida


1. Banco Central aumenta taxa de juros para 9,5% ao ano
O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) elevou, na reunião desta semana, a taxa básica de juros em 0,5 ponto percentual, passando de 9% para 9,5% ao ano. Esta é a quinta alta seguida da Selic. Em agosto, o aumento também foi de meio ponto percentual. A decisão foi unânime e sem viés. Em comunicado, o comitê afirmou que a decisão "contribuirá para colocar a inflação em declínio e assegurar que essa tendência persista no próximo ano".
2. Republicanos avaliam apoiar aumento do teto da dívida
Deputados republicanos dos Estados Unidos consideram apoiar um aumento de curto prazona capacidade de empréstimo do governo para ganhar tempo nas negociações sobre medidas mais amplas, segundo assessor da liderança republicana. Por quanto tempo a elevação será suficiente, semanas ou meses, ainda não está definido. Mas o acordo pelos republicanos e democratas para elevar o teto da dívida iria, no mínimo, evitar um possível default após 17 de outubro, quando o secretário do Tesouro dos EUA, Jack Lew, disse que o governo não será mais capaz de tomar empréstimo.
3. Obama cobra rápida aprovação de Yellen pelo Senado
Obama confirmou ontem a nomeação de Janet Yellen para suceder Ben Bernanke na presidência do Federal Reserve, a partir de fevereiro do ano que vem. Obama cobrou que o Senado aprove a indicação de Yellen sem atraso, dada a urgência da atual situação da economia.
4. Eike Batista reduz fatia na OSX para 66,02%
A OSX informou ontem que seu controlador Eike Batista vendeu 1,466 milhão de reais em ações da empresa em 2 de setembro, segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Com a venda, o empresário passou de uma participação de 66,68% para 66,02%, após a venda de cerca de 2 milhões de ações da OSX.
Enquanto isso, a OGX ainda negocia com credores em Nova York, segundo fontes. Conselheiros que representam a companhia e os detentores de bônus emitidos pela empresa não devem chegar a um acordo sobre a reestruturação da dívida esta semana, segundo fontes.
5. Empresas que estão abaixo do valor patrimonial na Bovespa
Desde janeiro, o Ibovespa acumula uma desvalorização de 14% - e dá poucos indícios de que deve virar o jogo e sair do terreno negativo em que se encontra. Diversas empresas que compõem o índicetêm negociado abaixo de seu valor patrimonial. O analista Marcelo Torto, da Ativa Corretora, listou algumas, como a Vale e a Petrobras.
6. FMI vê maior risco fiscal no Brasil e recomenda reforma
A diretora do Departamento de Assuntos Fiscais do Fundo Monetário Internacional, Martine Guerguil, avalia que o risco fiscal cresceu no Brasil recentemente e o governo precisa fazer uma série de reformas para aumentar a eficiência do gasto público e a expansão potencial do País. A diretora destacou que o Brasil tem usado nos últimos anos a política fiscal como forma de mitigar os efeitos da desaceleração da economia global na atividade econômica.
7. América Latina vive desaceleração com saúde macroeconômica
Já para o Banco Mundial, os países da América Latina se ressentem da desaceleração generalizada na economia mundial, mas têm um bom "sistema imunológico" macroeconômico. O relatório semestral do banco informa que entre os países latino-americanos "tem havido progressos fundamentais no sistema imunológico macro-financeiro".
8. Rombo do Cruzeiro do Sul aumenta em 70% em um ano
O Banco Cruzeiro do Sul, liquidado pelo Banco Central em setembro de 2012, aumentou o rombo em 70% em junho de 2013 ante um ano, chegando a 3,8 bilhões de reais. Após três meses de Regime de Administração Especial Temporária (Raet) no Cruzeiro do Sul, o BC decretou a liquidação. Na época, o banco detinha cerca de 0,25% dos ativos do sistema bancário e 0,35% dos depósitos. O regulador decidiu liquidá-lo após as negociações com o Banco Santander, da Espanha, único interessado no Cruzeiro do Sul, terem fracassado. 
9. Bolsas asiáticas fecham em baixa com fatores locais
Apesar das expectativas positivas em direção a uma solução no impasse político norte-americano, as bolsas asiáticas fecharam em queda, com fatores locais. As bolsas chinesas fecharam em queda diante da expectativa por dados econômicos que serão divulgados nos próximos dias.
10. Petróleo sobe após notícias do sequestro de premiê líbio
Os contratos futuros de petróleo operam em alta nesta quinta-feira, após a divulgação de notícias de que o primeiro-ministro da Líbia, Ali Zidan, foi sequestrado de um hotel em Trípoli. O sequestro de Ali Zidan desperta temores sobre a segurança na Líbia e sua indústria petrolífera. A tensão no Norte da África e no Oriente Médio tende a afetar os preços do petróleo, pois a região de alta produção é fundamental para o abastecimento global.


Com Estadão Conteúdo e Reuters.

Fonte Exame

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Petrobras fechará 38 de seus escritórios e empresas no exterior



Informação é da presidente Graça Foster, que concedeu entrevista a revista.
No início de outubro, agência de risco Moody's rebaixou a nota da empresa.




A Petrobras fechará 38 de seus escritórios e empresas fora do Brasil. De acordo com a Petrobras, a declaração sobre o fechamento é da presidente da companhia, Graça Foster, que concedeu uma entrevista à revista Brasil Energia, que deverá circular nesta semana. A informação foi publicada no jornal "O Globo" desta segunda-feira (7) e confirmada ao G1 pela assessoria de imprensa da companhia.
No início de outubro, a agência de risco Moody's rebaixou a nota da Petrobras de "A3" para "Baa1", tirando a empresa na escala de grau de investimento e baixo risco para a de qualidade média.
A redução, segundo a Moody's, reflete a alta alavancagem e a expectativa de que a empresa continue com fluxo de caixa negativo nos próximos anos, à medida que conduz seu programa de investimentos. A perspectiva permanece negativa.
"Não vemos ímpeto para uma elevação de rating do curto para médio prazo. No longo prazo, o rating poderia ser elevado com a entrega de produção crescente e rentável e crescimento de reservas, com declínio no perfil de alavancagem, em conjunto com um rating mais elevado para os títulos da dívida do governo brasileiro", diz a nota da Moody's
O rebaixamento ocorreu no mesmo dia em que a estatal completou 60 anos - 3 de outubro. A empresa diz que tem como meta dobrar a atual produção de petróleo até 2020, chegando a 4,2 milhões de barris por dia (bpd).

Fonte Globo

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Petróleo e Ouro - Indagações da Análise Técnica

Petróleo



Ponto de articulação (nível de invalidação): 102.1

A Nossa Preferência: Posições COMPRAS a 102.95 com metas a 104.95 & 106.2 em extensão.

Cenário alternativo: Abaixo de 102.1, prevendo uma maior  queda com 101 e 99.65 como metas.

Comentário técnico: o RSI é suportado por uma linha de tendência em subida.

Níveis criticos
107.4
106.2
104.95
103.6
102.1
101
99.65 




OURO

Ponto de articulação (nível de invalidação): 1301

A Nossa Preferência: Posições COMPRAS  a 1303 com metas a 1323 & 1337 em extensão.

Cenário alternativo: Abaixo de 1301, prevendo uma maior  precipitação de queda com 1293 e 1277 como metas.

Comentário técnico: o RSI é misturado com uma tendência altista.

Níveis fundamentais
1343
1337
1323
1316.17
1301
1293
1277




10 notícias para lidar com os mercados nesta sexta-feira

Após revisar a perspectiva do rating dos títulos de dívida do governo brasileiro, a Moody's reduziu a perspectiva de rating de bancos e da dívida da Petrobras


1.Moody's reduz perspectiva de rating de bancos no Brasil
Bradesco, Itaú Unibanco e Itaú BBA tiveram a avaliação revisada de positiva para estável pela Moody’s. A revisão foi divulgada depois que a agência de classificação de risco revisou a perspectiva do rating dos títulos de dívida do governo do Brasil para estável. A Moody's também alterou de positiva para estável a perspectiva de rating de depósito de longo prazo em moeda local e de rating de dívida de oito bancos brasileiros: Bradesco, Itaú Unibanco, Itaú BBA, Itaú Unibanco Holding, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Safra e BNDES.
2. Moody's reduz Petrobras por dívida
A Petrobras também não escapou. A Moody's rebaixou os ratings de dívida em escala global em moedas local e estrangeira da Petrobras para "Baa1", de "A3" anteriormente. O rating Baa1 é de grau médio, ainda na escala de grau de investimento, enquanto o anterior, o A3, é grau médio alto. A perspectiva permanece negativa, o que significa que a estatal poderá ter sua nota reduzida novamente no futuro.
3. Twitter pede registro para oferta inicial de ações
O Twitter pediu registro na Securities and Exchange Commission para realizar uma oferta inicial de ações (IPO) de até 1 bilhão de dólares. A companhia informou que tem mais de 100 milhões de usuários ativos todos os dias e que espera que sua base de usuários continue a crescer no curto prazo.
4. Bolsas asiáticas fecham majoritariamente em queda
Durante a semana, grande parte dos mercados asiáticos havia se mostrado resistente aos problemas nos EUA e registraram uma série de ganhos, mas na sexta-feira, foi diferente. As ações nas bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em queda, com incertezas sobre o impasse fiscal nos EUA.
5. Recisão de Bernabè custará 6,6 mi de euros à Telecom Italia

A renúncia de Franco Bernabè ao comando da Telecom Italia vai custar 6,6 milhões de euros aos cofres da holding italiana - serão 3,7 milhões de euros a serem pagos ao executivo pelo término de seu contrato em si e outros 2,9 milhões de euros em um acordo para que Bernabè não assuma cargo em outra empresa de telecomunicações pelos próximos 12 meses. O atual CEO do grupo Telecom Italia, Marco Patuano, acumulará a função de chairman até que o substituto de Bernabè para comandar a holding italiana seja escolhido.
6. As 30 empresas com maior valor de mercado em setembro. 
Em setembro os estímulos à economia americana não foram reduzidos como se esperava – e os serviços públicos funcionavam a pleno vapor por lá – e o Brasil ainda tinha uma perspectiva de rating “positiva” segundo a Moody’s.
No mês, o Ibovespa registrou alta de 4,66%, a terceira do ano, seguindo o mês de agosto. Mas, no ano, o Ibovespa tem queda de 14,13%. Veja as 30 empresas com maior valor de mercado em setembro.
 7. Anac publica edital de concessão de Galeão e Confins
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou e publicou nesta madrugada o edital do leilão de concessão dos aeroportos de Galeão (RJ) e Confins (MG), que exigirá um lance mínimo de 4,828 bilhões de reais no caso do aeroporto fluminense, e de 1,096 bilhão para o mineiro. O leilão está marcado para 22 de novembro, na BM&FBovespa, e estima-se investimentos de 5,7 bilhões de reais em Galeão, e 3,5 bilhões em Confins.
8. Cristina Kirschner garante que honrará pagamento de dívida
A presidente argentina, Cristina Kirchner, voltou a garantir que o país vai cumprir seus compromissos de pagamento de dívida apesar da guerra judicial com fundos de investimentos americanos, que reivindicam valores milionários. 'Ontem escutei uma frase do presidente dos Estados Unidos se referindo a oposição ao seu governo. Ele disse textualmente que querem levar o país à falência. E eu digo: um setor do Poder Judiciário dos EUA quer levar a Argentina à falência e não querem nos permitir pagar a dívida', disse Cristina.

9. Venda de veículos desacelera, analistas apostam em IPI menor
Em setembro, as vendas de veículos novos no Brasil voltaram a desacelerar. O desempenho foi considerado fraco por analistas do mercado que apostam em uma renovação do desconto do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para além do final deste ano. Ante setembro de 2012, as vendas tiveram crescimento de 7,3%. Porém, analistas atribuem o resultado a uma fraca base de comparação após o recorde histórico de vendas de mais de 420 mil veículos em agosto de 2012, um mês excepcionalmente longo e marcado por expectativa de fim no desconto do IPI.
10. Participação de estrangeiros na Bovespa atinge novo recorde
Os investidores estrangeiros atingiram novo recorde em setembro na participação nos negócios realizados na Bovespa - 46,13%, o maior nível em quase 20 anos, segundo balanço de operações divulgado pela BM&FBovespa. Enquanto o Ibovespa encerrou setembro com alta de 4,6 por cento, as ações que mais subiram foram a preferencial da Oi , com alta de 29,53 por cento e a ordinária da Gafisa, que subiu 27,86 por cento. Na outra ponta, OGX teve a maior queda, de 30 por cento, seguida por MMX, que recuou 28,57 por cento.

Com Estadão Conteúdo e Reuters

fonte Exame

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Moody’s rebaixa nota da dívida da Petrobrás

RIO - A agência de classificação de riscos Moody’s rebaixou a nota da dívida da Petrobras de “A3” para “Baa1”. Segundo a empresa, a estatal, que comemora 60 anos nesta quinta-feira, deve continuar tendo fluxo de caixa negativo pelos próximos anos. A perspectiva continua negativa, afirmou a agência.
“Vemos a alavancagem da Petrobras chegando a níveis de pico em 2013 e em 2014, significativamente maiores que aqueles de seus pares no setor e que provavelmente só diminuirá a partir de 2015”, disse o vice-presidente Senior da Moody’s, Thomas Coleman, em comunicado.

Fonte G1

Petroleiros entram em greve no aniversário da Petrobras

Os petroleiros reivindicam a suspensão imediata do leilão do campo de Libra no pré-sal, previsto para o próximo dia 21



Rio de Janeiro - Petroleiros de todo o país iniciaram hoje (3), dia em que a Petrobrascomemora 60 anos, uma paralisação de 24 horas que atinge funcionários nas plataformas, refinarias, nos terminais e escritórios da estatal e subsidiárias.

Os petroleiros reivindicam a suspensão imediata do leilão do campo de Libra no pré-sal, previsto para o próximo dia 21.
Além disso, são contrários à terceirização de mão de obra e exigem reajuste no salário-base que, segundo eles, não ocorre há 17 anos.
Está previsto para o início da tarde um ato dos petroleiros, que seguirão em caminhada para a Cinelândia, no centro da cidade, em apoio a greve dos professores da rede municipal. Mais tarde, os manifestantes vão se concentrar na Praça XV, também na região central.
O protesto é organizado por movimentos sociais que integram a campanha O Petróleo Tem Que Ser Nosso e pelo Sindicato dos Petroleiros do Rio (Sindpetro-RJ).
Há mais de dez dias, funcionários da Petrobras e representantes de movimentos sociais estão acampados em frente ao edifício-sede da estatal, no centro. Desde então, a Polícia Militar reforçou o efetivo em torno do edifício.
De acordo com o diretor da Federação Nacional dos Petroleiros, Edson Munhoz, a categoria quer que a exploração e a produção de petróleo sejam totalmente estatais e que os recursos sejam usados em benefício da população.
"Está ocorrendo um desinvestimento muito grande por parte da Petrobras, que está vendendo ativos que considera menores e de baixa lucratividade. Estamos em um momento de desmanche. Essa é uma das maiores empresas do mundo e estamos muito preocupados com a entrega desse patrimônio, que prejudica os trabalhadores e uma série de investimentos no país. Vamos entrar na Justiça para impedir a realização desse leilão e, se preciso, vamos entrar fisicamente para impedir que esse leilão ocorra" disse Munhoz.

Ainda de acordo com o diretor, a greve não deverá atingir a produção de petróleo das plataformas, embora possa comprometer o fluxo dos terminais.
"Em algumas unidades de extração de petróleo e de destilação, a gente tem condições de paralisar. Aqui nos edifícios administrativos é mais complicado, até pela presença da direção da empresa. Alguns terminais e plataformas estão paralisados, mas nós sabemos que se trata de uma luta muito grande. Infelizmente, nem todos os trabalhadores compreenderam a importância dessas reivindicações", concluiu.
A Federação Única dos Petroleiros (FUP) informou que apresentou uma pauta de reivindicações à Petrobras, em 6 de agosto, mas que a empresa ainda não se manifestou.
Em nota, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) disse que "o leilão do Campo de Libra está de acordo com as leis. A realização da primeira rodada do pré-sal pela ANP atende à Resolução 4, de 2013, do Conselho Nacional de Política Energética".
Até o fechamento desta matéria, a Petrobras não havia se pronunciado sobre o assunto.

Fonte Exame