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sexta-feira, 11 de abril de 2014
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
A RECUPERAÇÃO JUDICIAL DE EIKE BATISTA REPERCUTE LÁ FORA
O CANAL DE TV CNBC DESTACOU QUE O PEDIDO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL DE EIKE É UM TESTE PARA O BRASIL
Nesta quarta-feira (30/10), o empresário Eike Batista pediu recuperação judicial da OGX, a petroleira do Grupo EBX. A decisão da empresa repercutiu na mídia internacional. Veja o que foi dito sobre a derrocada do império X.
O diário britânico Financial Times começou o texto de sua publicação sobre Eike com uma declaração de Arthur Byrnes , diretor do fundo Deltec Asset Management de Nova York. "É uma história triste", disse o executivo. "Ele era o tipo de pessoa que podia fazer coisas boas para o Brasil em termos de infra-estrutura e concorrência no setor privado. Em vez disso, tudo explodiu"
O wSJ também destacou a notícia e trouxe uma declaração de Sergio Bermudes, advogado da OGX, que apresentou o pedido de recuperação judicial no Tribunal de Justiça. Ao jornal americano ele falou que acredita na solução dos problemas financeiros da petroleira de Eike Batista "Esta empresa tem muitos recursos e pode formar parcerias com outras companhia"
O site do New York Times afirmou que “o pedido [de recuperação judicial] foi uma queda impressionante para o Sr. Batista, que já foi um símbolo da rápida ascensão do Brasil como uma potência econômica mundial”. A matéria também dá destaque aos valores da dívida da OGX, dizendo que, segundo os documentos enviados à Justiça, seu débito total é de R$ 11,2 bilhões, o que faz o pedido da OGX o maior na história da América Latina.
O canal de TV CNBC destacou que o pedido de recuperação judicial de Eike é um teste para o Brasil. “O futuro dos investimentos no país vai depender de como este processo será tratado”, afirma o canal
O noticiário da Bloomberg deu destaque para os credores americanos de Eike. Com o título “colapso de Batista deixa de Loews a Ensco sem receber contas”, a agência lembrou alguns dos fornecedores que estão pagando o preço da derrocada da OGX. Os principais, segundo o texto, são a Diamond Offshore Drilling, a quem Eike já deveria ter pago US$ 58 milhões, a Ensco Plc, que tem US$ 27 milhões em atraso e a Schlumberger, maior prestadora mundial de serviços no setor, que não revelou o montante devido pelo brasileiro
Além disso, a Bloomberg também usou o termo “morte de US$ 30 bilhões” para noticiar o pedido de recuperação judicial do empresário. O texto diz que isso é o apogeu de um processo de derrocada que se iniciou há 16 meses e varreu essa fortuna das contas de Eike. “O movimento marca o último capítulo da morte de Eike enquanto garoto propaganda do empreendedorismo brasileiro”, diz a Bloomberg
Fonte Época
terça-feira, 29 de outubro de 2013
OGX pede recuperação judicial na quarta-feira
Decisão ocorre um mês após a companhia anunciar que não pagaria uma parcela de 45 milhões de dólares aos detentores de títulos vendidos no mercado internacional. Dívida da petroleira é estimada em 4 bilhões de dólares
A OGX deve apresentar à Justiça o pedido de recuperação judicial na quarta-feira. A decisão ocorre um mês após a companhia anunciar que não pagaria uma parcela de 45 milhões de dólares aos detentores de títulos vendidos no mercado internacional. Só a esses credores, a OGX deve 3,6 bilhões de dólares. O total de dívidas da petroleira é estimado em 4 bilhões de dólares. Pelas regras do contrato com os credores, a companhia tinha prazo até 3 de novembro para negociar uma saída. Sem acordo, o caminho seria a recuperação judicial ou, num extremo, a falência. Segunda-feira, a OGX anunciou ao mercado o fracasso das negociações. A principal proposta aos credores previa que eles injetassem mais capital em troca de participação na empresa. Inicialmente, pediram-se 500 milhões de dólares. Depois, o valor baixou para 250 milhões, mas nenhum credor quis correr o risco de perder ainda mais dinheiro. Segundo cálculos internos da OGX, seu principal ativo, o campo de Tubarão Martelo, na Bacia de Campos, ainda exigirá investimentos de 2 bilhões de dólares até começar a dar lucro.
Ontem, enquanto seus advogados delineavam a estratégia para a recuperação judicial na OGX, Eike Batista demonstrava perplexidade com o fracasso das negociações. “Ele ainda não entendeu por que não deu certo. Até agora ainda acredita que a companhia tem solução”, diz um amigo. Mas, segundo interlocutores dos credores, nas últimas semanas, apesar das longas reuniões no Rio de Janeiro e em Nova York, ficou claro que o clima dentro da própria OGX era tão confuso que ficou difícil saber em quem confiar. Os três consultores contratados para trabalhar na reestruturação – Angra Partners, Lazard e Blackstone – não se entendiam e parte deles entrou em atrito com os principais executivos da petrolífera, que acabaram sendo demitidos. O primeiro a sair foi o diretor financeiro e de relações com investidores, Roberto Monteiro, e, mais recentemente, o próprio CEO, Luiz Guimarães Carneiro. O comportamento de Eike também não ajudou. Ao perceber que a saída de Monteiro havia irritado os credores, Eike mandou readmiti-lo, o que deixou uma impressão ainda pior. Em poucos dias, Monteiro foi desligado novamente.
A menos que uma solução realmente milagrosa surja de hoje para amanhã, qualquer saída para a OGX passará pela recuperação judicial – a maior já realizada na América Latina. A partir do momento em que o juiz aprovar a medida, a empresa tem 60 dias para apresentar um plano. Em seguida, haverá uma assembleia de credores para a aprovação desse plano. Começará então uma nova fase para a empresa, igualmente difícil e, ao que tudo indica, bastante longa.
Fonte Veja
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Aluguel de OGX bate 320% ao ano e mercado teme manipulação
Ação de OGX está agora tumultuando o mercado de aluguel de ações
São Paulo - Depois de distorcer o Índice Bovespa e o Índice Futuro de Ibovespa, a ação de OGX está agora tumultuando o mercado de aluguel de ações. Os papéis da petroleira já eram disputadíssimos por aqueles que apostavam em sua queda ou precisavam montar carteiras vendidas do índice, pagando normalmente 100% ao ano, máximo permitido pela bolsa. Agora, na iminência de uma recuperação judicial ou coisa pior, interessados em obter ações se dispõem a pagar até 320% pelo aluguel do papel.
Para isso, corretoras encontraram uma forma de driblar o limite imposto pela BM&FBovespa e pela CBLC, de 100% de juros ao ano, explica um gestor, que pediu para não ter seu nome citado: a corretora monta um “pacote” com várias ações e coloca o juro adicional de 150% nos outros papéis. O resultado é um aumento também no aluguel pago em outros papéis e dificulta outras operações de arbitragem.
A situação mostra também que grande parte do mercado vê OGX como uma empresa quebrada. “Quem paga 250% de juros pelo aluguel de um papel é porque aposta que a empresa vai quebrar, e logo”, diz o gestor.
Distorção no futuro e no à vista
O gestor lembra que a alta do aluguel de OGX e de outros papéis interfere na formação do preço do Índice Futuro, pois dificulta a formação de carteiras de Ibovespa para vender. “Para montar uma operação de carregamento, eu compro o índice futuro e vendo os papéis do índice à vista, mas se eu não consigo alugar todos, não tem como fazer”, diz. Sem essa operação, cai o número de compradores de índice futuro e cresce o de vendedores, o que faz o índice futuro andar abaixo do índice à vista.
Ele considera um absurdo o ponto a que chegou a situação de OGX no mercado brasileiro. Por seu peso no Índice Bovespa, de 6,8% do indicador, e seu valor, de menos de um real, o papel provoca fortes oscilações a cada variação de um ou dois centavos. “Foi um absurdo o que aconteceu na terça e quarta-feira, vésperas de vencimento dos mercados de opções de índice e de Ibovespa futuro, com o papel subindo 100% em meio a boatos desmentidos pouco depois”, diz o gestor.
Entre terça e quarta-feira, a ação de OGX passou de R$ 0,23 para R$ 0,47, uma alta de 104,35%, em meio a notícias de aportes de capital, reestruturação de dívida e entradas de sócios, nenhuma confirmada até agora.
Informação sem fonte
Na quarta-feira, reportagem de uma agência de notícias afirmando que a gestora Vinci Partners estava adquirindo o controle da OGX fez o papel subir mais de 50% logo pela manhã. A reportagem, que não citava fontes nem se as empresas haviam sido procuradas para confirmar os dados, foi prontamente desmentida pela Vinci, conforme informou o blog Arena ontem.
Com o papel cotado a R$ 0,40, cada centavo de oscilação significaria 2,5% de alta ou baixa para o papel. Como o peso de OGX está em 6,8% do Ibovespa, cada centavo de alta representaria 0,17 ponto no índice.
OGX virou opção
“É uma situação surreal considerando que hoje a OGX é uma opção, ou seja, você compra com o risco de virar pó”, diz o gestor. A essa condição, se aliam informações desencontradas e boatos que não fazem sentido. “Fala-se em um aporte de US$ 200 milhões que vai diluir o controlador Eike Batista, mas nesse caso também os minoritários serão diluídos mais ainda”, diz.
O velho truque da ação de centavos
O expediente de impulsionar o valor de ações de centavos é velho conhecido do mercado, tanto que a bolsa aumentava a fiscalização em períodos de começo de ano, quando os negócios se acalmam com as férias dos grandes investidores. Boatos de grandes reestruturações ou mesmo compras concentradas fazem disparar ações de companhias como Cobrasma. Depois de atrair compradores inexperientes as ações voltam a despencar. O problema é que hoje isto pode estar sendo feito com um papel que pesa 6,8% do índice, diz o gestor.
O gestor afirma que hoje OGX não vale R$ 0,70 como foi dito que o investidor pagaria para entrar no capital da petroleira. “Considerando que o BTG, um dos maiores bancos de investimento do país, não conseguiu achar uma solução para a OGX, eu considero que esse papel vale zero”, diz o gestor. Para ele, a Angra Partners apenas deverá organizar a recuperação judicial da empresa, que passará por uma grande reestruturação depois com a entrada de outros sócios, provavelmente os atuais credores da empresa, e a consequente diluição dos minoritários.
Alvo fácil para manipuladores
O baixo preço de OGX, que amplia suas oscilações a cada centavo de alta ou baixa, aliado a seu peso no Ibovespa e à grande incerteza com relação ao seu futuro abrem espaço para quem queira manipular o mercado e o índice Bovespa à vista ou futuro, alerta a consultoria independente Empíricus em relatório aos clientes.
Com R$ 10 milhões, seria possível movimentar 4% das ações em circulação de OGX, que tem um valor de mercado de menos de R$ 1 bilhão. “Tente fazer o mesmo com uma AmBev”, diz o relatório da Empiricus, lembrando que a empresa de bebidas tem R$ 265 bilhões de valor de mercado.
Boato para fazer ações voarem
A segunda parte do “plano” de um manipulador, raciocina a Empíricus, seria fazer as ações “voarem”, “com a combinação de ‘notícias’ enfáticas desencadeando uma inevitável catálise de fluxo”, diz o relatório. “Na véspera, leu-se por aí que a ‘OGX acerta capitalização’, ‘Eike será diluído’, ‘Vinci Partners deve assumir o controle da empresa’”, cita a Empíricus, para lembrar depois que de oficial só houve o desmentido da Vinci e da OGX.
A consultoria lembra ainda que mesmo o boato de aporte de US$ 200 milhões não faria sentido, pois o valor não seria suficiente para o investidor tomar o controle da empresa. Considerando o valor de R$ 0,70, a Vinci ou outro investidor ficaria com 18% da OGX.
O relatório da Empiricus lembra ainda que ontem foi vencimento dos mercados de opções de Índice Bovespa e de Ibovespa Futuro, o que torna ainda mais delicada a coincidência de informações e boatos e a movimentação das ações. “Agora tudo faz sentido. Basta você somar as partes”, diz o relatório, para depois perguntar: “tem muita gente ganhando e perdendo com esse circo, mas tem alguém (regulador) vendo tudo isso?” . “Quem são as fontes dessas matérias?”, questiona a consultoria.
Fonte Exame
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
A BATALHA DE EIKE BATISTA PARA SALVAR SEU IMPÉRIO
FONTES PRÓXIMAS ÀS NEGOCIAÇÕES COM CREDORES AFIRMAM QUE DIFICILMENTE A OGX ESCAPARÁ DA RECUPERAÇÃO JUDICIAL
As últimas semanas do empresário Eike Batista têm sido de reuniões intermináveis com credores e executivos das empresas do Grupo EBX. O empresário corre contra o tempo para conseguir evitar o desmoronamento de seu império.
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Eike teria contratado advogados nos EUA diante de default
O ex-bilionário contratou o escritório americano para representá-lo enquanto a OGX considera solicitar proteção contra insolvência
Nova York e Washington - O ex-bilionário Eike Batista contratou o escritório de advocacia americano Quinn Emanuel Urquhart Sullivan LLP para representá-lo enquanto sua companhia petrolífera considera solicitar proteção contra insolvência, segundo duas fontes do setor.
A Quinn Emanuel foi contratada para trabalhar na reestruturação e em possíveis litígios contra Batista nos EUA, afirmaram as fontes, que solicitaram o anonimato porque não estão autorizadas a falar publicamente.
A OGX Petróleo Gás Participações SA está considerando solicitar proteção contra insolvência até o final deste mês, afirmaram duas fontes do setor na semana passada. O processo seria levado a cabo no Rio de Janeiro, onde a OGX está sediada, afirmaram as pessoas, que solicitaram o anonimato porque as discussões são privadas.
Embora Batista esteja negociando com os credores para evitar que a construtora naval OSX Brasil SA sofra o mesmo destino, o resultado mais provável é que ambas as companhias procurem proteção legal, disseram as fontes.
A companhia, parte central do grupo de commodities de Batista, não realizou um pagamento de títulos por US$ 45 milhões em 1 de outubro, deixando o empresário à beira do maior default corporativo da América Latina depois que os depósitos petrolíferos, cujo valor ele estimou em US$ 1 trilhão, resultaram ser fracassos comerciais.
Um representante da EBX, a matriz de Batista, não retornou as ligações telefônicas e e-mails, depois do horário comercial no Rio de Janeiro, solicitando comentários sobre a contratação da Quinn Emmanuel.
Capítulo 15
As companhias sediadas fora dos EUA podem solicitar proteção judicial no país conforme o Capítulo 15 da sua lei de insolvência. As companhias utilizam esse capítulo para proteger seus ativos nos EUA enquanto reorganizam suas operações sob a jurisdição de um tribunal de insolvência no exterior.
No caso de companhias americanas em bancarrota, ocasionalmente o dono de uma companhia contrata advogados independentes daqueles da companhia.
Quando Los Angeles Dodgers declarou-se em bancarrota, o então dono da companhia, o desenvolvedor imobiliário Frank McCourt, contratou seus próprios advogados, que representaram seus interesses na negociação da venda por US$ 2 bilhões do time profissional de beisebol. Outro grupo de advogados representou o time.
A Quinn Emmanuel é especialista em litígios corporativos. Os advogados do escritório trabalharam em litígios ligados às bancarrotas da operadora energética Enron Corp., da operadora de futuros Refco Inc. e da operadora petrolífera SemGroup LP, conforme o site da companhia.
Fonte Exame
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
A Pipa do vovô não sobe mais....
Império de Eike deve encolher ainda mais com demissões na OSX
Empresa criada para fabricar estaleiros está planejando demitir parte de seus 800 funcionários; EBX tinha 400, agora está com 65
O encolhimento do império de Eike Batista ficou evidente na saída da sede do grupo EBX do suntuoso e moderno edifício Serrador, de 23 andares, no centro do Rio de Janeiro (RJ), para voltar a ocupar os poucos andares de dois prédios na Praia do Flamengo, Zona Sul carioca, onde nasceu a holding.
Com as recentes demissões, o grupo já não precisava mais de tanto espaço em seus escritórios: no início de 2012 a holding EBX tinha 400 funcionários que hoje se reduziram a cerca de 65, segundo uma pessoa próxima à reestruturação do grupo, que preferiu não se identificar. E a diminuição prosseguirá: o estaleiro OSX planeja demitir parte dos 800 empregados e só tem adiado os cortes por falta de caixa para pagar as indenizações trabalhistas.
O encolhimento se revela também no valor de mercado das empresas do grupo na BM&FBovespa. Em novembro de 2010, no auge do império X, quando os executivos do grupo se mudaram para o Edifício Serrador, as companhias valiam 98 bilhões de reais e hoje não passam de 2 bilhões de reais.
Derrocada - O inferno astral do grupo começou em 26 de junho do ano passado, quando, após o fechamento do mercado daquela terça-feira, um comunicado enviado pela OGX à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) informou que a vazão do poço de Tubarão Azul, na Bacia de Campos, em produção desde o início daquele ano, seria menor do que fora prometido.
Se 2012 foi infernal para Eike, na virada para este ano ainda havia esperança. Oficialmente, a EBX afirmava, às vésperas do Natal, que todas as suas companhias abertas tinham funding (financiamento) substancialmente equacionado para os próximos anos. Segundo fontes ouvidas à época, o grupo calculava ter recursos para os projetos de 2013 e 2014.
A esperança, porém, virou pesadelo. A OGX iniciou o ano demitindo cerca de 30 funcionários e os dados de produção de petróleo seguiram decepcionando. Em março, o clima de reestruturação se instalou, com o anúncio do acordo com o banco de investimentos BTG Pactual. André Esteves, presidente do banco, logo deu os primeiros sinais do desmonte, sugerindo a diminuição nas participações de Eike no conglomerado. "O normal seria Eike ter participações menores, de 20% a 30%", afirmou o banqueiro em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo na ocasião.
O desmonte começaria ainda em março, pela MPX, empresa de energia do grupo, considerada a empresa mais saudável entre as "X". A alemã E.ON, então sócia minoritária da empresa de energia, decidiu comprar 24,5% da MPX, por 1,415 bilhão de reais. Após uma operação de aumento de capital, os alemães ficaram com 37,9% e Eike, com 23,9%. Em setembro, o nome da empresa foi mudado para Eneva. Eike ainda compartilha o controle, mas já está em tratativas para vender sua parte a um novo sócio.
Enquanto as agruras da OGX prosseguiam - em 1º de julho, a petroleira informou ao mercado que o campo Tubarão Azul pode parar de produzir em 2014 -, a reestruturação começou a atingir ativos mais supérfluos da EBX, muito associados às excentricidades de Eike. Ainda em maio, um jatinho Legacy 600, da Embraer, ano 2008, foi colocado à venda. Em agosto, o barco Pink Fleet deixou a Marina da Glória para começar a ser desmanchado e ter as peças vendidas.
Paralelamente, a relação do BTG Pactual com Eike começou a azedar. Com isso, outras consultorias foram contratadas para ajudar na reestruturação, como a Angra Partners e a Alvarez & Marsal. Um dos motivos da discórdia entre Eike e Esteves seria a venda da LLX, dona do Superporto do Açu, em construção no Rio. Em agosto, foi firmado compromisso de venda do controle, por 1,3 bilhão de reais, para a americana EIG. A negociação teria sido feita diretamente por Eike, sem passar pelo BTG.
Em setembro, a MMX anunciou entendimento com a trading holandesa Trafigura e o Mubadala, fundo soberano de Abu Dhabi, para a venda do Superporto Sudeste, também em construção, no Rio, e principal ativo da mineradora. A OGX já anunciou o calote de pagamento de juros de dívida e está muito próxima de um pedido de recuperação judicial.
No rol das empresas de menor porte, no mês passado a companhia suíça Acron declarou seu interesse em comprar, por 225 milhões de reais, o tradicional Hotel Glória (primeiro cinco estrelas do país). Por fim, o BNDES busca sócios para assumir a participação do EBX na SIX Semicondutores, fábrica de chips em construção em Minas.
Desidratado e com várias empresas saindo de seus domínios, o antigo império X parece mesmo não precisar de edifício que simbolize tanto poder.
fonte Veja (com Estadão Conteúdo)
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Fortuna de Eike encolhe para US$ 70 mi — mas pode zerar, diz Bloomberg
Dívidas das empresas X podem fazer patrimônio do empresário passar para o campo negativo
A revista norte-americana Bloomberg Businessweek estampou o empresário Eike Batista na capa da edição que chegou às bancas nesta quinta-feira. Em reportagem especial, a publicação conta a 'incrível' história de ascensão e queda do ex-bilionário que chegou a ser o oitavo homem mais rico do mundo em 2012, com uma fortuna avaliada em mais de 34 bilhões de dólares. Contudo, segundo a publicação, o patrimônio do empresário não só derreteu, como também pode estar negativo — ou seja, ele pode estar enfrentando uma situação em que suas dívidas superam a fortuna que restou.
Um vídeo que acompanha a reportagem afirma ainda que, apesar de a Bloomberg contabilizar a riqueza de Eike no patamar de 70 milhões de dólares, o editor Matthew Miller, responsável pelo ranking de bilionários criado pela rede americana, afirma que o patrimônio do empresário pode ter evaporado completamente. Segundo Miller, a dinâmica de vender ativos em uma empresa para saldar dívidas de outra, expediente usado por Eike nos últimos meses, pode ter minado todos os seus recursos, ainda que não haja comprovação disso até o momento. Com uma fortuna de cerca de 70 milhões de dólares, o empresário não conseguirá fazer um aporte de 1 bilhão de dólares na OGX nos próximos meses, conforme a empresa exige valendo-se dos termos do acordo de acionistas. "Há grande chances de ele já estar com o patrimônio negativo", diz Miller.
De acordo com a reportagem, sinais de que as coisas não iam bem poderiam ter sido notados desde 2010, quando o empresário começou a vender fatias de suas empresas a investidores estrangeiros, como a Mubadala, empresa de investimentos do fundo soberano de Abu Dhabi. ABusinessweek ainda afirma que investidores tiraram lições valiosas do colapso das empresas de Eike. Uma delas é a de nunca mais investir em empresas de petróleo que ainda não estão produzindo nada.
"Batista vendeu seus aviões e seu helicóptero, e credores estão brigando pelo que restou de suas empresas. Ele não está mais no ranking de bilionários e se tornou alvo de piadas no Brasil. Uma dela sugere que o papa Francisco planeja retornar ao país logo e visitará os pobres, incluindo Batista", diz o texto.
O empresário protagonizou na terça-feira um calote de cerca de 45 milhões de dólares em juros que deveriam ser pagos a investidores sobre títulos da OGX. Eike tem até o final do mês para pagar os juros antes de ser considerado, oficialmente, caloteiro.
Fonte Veja
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
Mirian Leitão fala do empresário Eike Batista.
'Ele prometeu mais do que tinha garantia', diz Miriam Leitão sobre Eike Batista
clique>>>>Mirian fala sobre Eike<<<<
terça-feira, 1 de outubro de 2013
BNDES DESCARTA AJUDA À OGX, DE EIKE BATISTA
LUCIANO COUTINHO AFIRMOU QUE EMPRESA TERÁ DE BUSCAR UMA SOLUÇÃO DE MERCADO
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) não deve ajudar a OGX a sair de sua complicada situação financeira, informou o presidente da instituição, Luciano Coutinho, nesta terça-feira (1/10). Coutinho afirmou que a empresa terá de buscar uma solução de mercado. "A OGX terá de se resolver sozinha", disse o presidente do banco.
A empresa anunciou pela manhã que optou por não pagar os juros remuneratórios referentes às senior notes emitidas pela OGX Austria no valor de US$ 45 milhões, que venceriam hoje. Em fato relevante, a petroleira do empresário Eike Batista disse que se encontra "em processo de revisão de sua estrutura de capital relacionada, por sua vez, à revisão de seu plano de negócios", o que teria motivado a opção pelo não pagamento das parcelas referentes aos juros remuneratórios dos bonds no exterior.
Fonte Época
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
OGX desabando, Eike vendendo seus ultimos brinquedos aéreos!
OSX também tem queda forte, com informações de possível pedido de recuperação judicial
São Paulo – A OGX (OGXP3) segue na liderança entre as quedas do Ibovespa. O papel chegou a cair 17,85% nesta manhã, passando a valer 0,23 centavos. Assim como na semana passada, circula a informação de que a empresa estaria se preparando para não pagar os juros no valor de 44,5 milhões de dólares de um bônus que vencerá amanhã.
O calote dos juros é amplamente esperado pelo mercado. “Vejo uma situação inevitável de calote iminente, por mais que a empresa consiga algum perdão ou postergação na execução de garantias, a dívida está vencendo”, afirmou Roberto Altenhofen, analista da Empiricus em podcast.
Informação publicada pelo colunista Lauro Jardim, na revista VEJA desta semana, indica que a OGX e a OSXdevem entrar na Justiça com os seus respectivos pedidos de recuperação judicial em duas semanas. A OSX (OSXB3) chegou à mínima de 0,58 centavos nesta manhã, com queda de mais de 14%.
Eike Batista pôs à venda os dois últimos brinquedos aéreos que restam de sua ex-frota: um Gulfstream G 550,
que vale 40 milhões de dólares, e um helicóptero Agusta Grand. Desde o
ano passado, Eike já vendeu os jatos Phenom 300, Citation 7 e Legacy
600; e mais um helicóptero.
Fonte Veja e Exame
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
OGX pode ser primeira empresa da Bolsa a quebrar
Mercado espera com apreensão qual será a solução adotada pela petroleira de Eike Batista para honrar o pagamento de uma dívida de US$ 45 milhões na próxima semana; eventual pedido de falência teria forte impacto no Ibovespa
O vencimento de uma dívida de 45 milhões de dólares da OGX em 1º de
outubro deixou os agentes financeiros em estado de alerta em relação à
empresa. Há temor de que credores externos peçam a falência da
petrolífera de Eike Batista ou que a companhia recorra à recuperação
judicial para se organizar. Se uma dessas duas hipóteses se concretizar,
será um forte baque para o Ibovespa, principal índice da bolsa
paulista.
"Podemos ter uma situação histórica na Bolsa na semana que vem",
diz um operador de uma corretora paulista, referindo-se ao risco de
calote da OGX, que pode se tornar a primeira empresa listada no Ibovespa
a entrar em recuperação judicial. Tal possibilidade está sendo
levantada diante da insatisfação de grandes credores externos com as
opções que vêm sendo apresentadas por Eike Batista para pagamento da
dívida de 3,6 bilhões de dólares que a OGX tem com pesos pesados da
indústria financeira.
No último dia 12, o diretor-presidente da OGX, Luiz Eduardo Carneiro,
alertou para o fato de que o processo de reestruturação da dívida pode
incluir tanto uma recuperação judicial quanto um pedido de aporte de
mais recursos pelos detentores de títulos emitidos no exterior. "A
recuperação judicial é uma possibilidade. Não estou dizendo que vamos
entrar. Mas aquilo que for possível e impossível fazer para que a gente
chegue lá e consiga fazer a reestruturação financeira, nós vamos
fazer."
Paralisação nas atividades — Procurada na
quinta-feira para comentar o tema, a OGX não respondeu às solicitações
da reportagem. A BM&FBovespa, por sua vez, informou que os negócios
com os ativos podem ser suspensos caso a empresa apresente pedido de
recuperação judicial ou extrajudicial. Essa suspensão, segundo a Bolsa,
pode durar até trinta dias, com possibilidade de prorrogação.
A Bolsa pode encontrar algum artifício a fim de evitar um desastre,
acrescenta outro operador, prevendo uma corrida de zeragem de posições e
uma elevada pressão vendedora no papel, que pode se espalhar
rapidamente por outras ações.
Segundo cálculos de uma fonte com conhecimento no
assunto, considerada uma participação da ação ordinária da OGX (que dá
direito a voto) ao redor de 5% na composição do Ibovespa, uma queda do
papel para a casa de 0,20 real representaria uma baixa de cerca de 2% do
índice à vista. Um tombo ainda maior, rumo aos 0,10 real, por exemplo,
significaria uma desvalorização superior a 3,5% do Ibovespa. No pregão
de quinta, a ação fechou cotada a 0,37 real.
Opções — Temendo uma queda livre, que poderia
retirar ao menos dois mil pontos do Ibovespa, o chefe da mesa de renda
variável de uma corretora paulista acredita que haverá alguma saída
estratégica para essa questão. "Não acho que vão deixar a empresa
quebrar, pois isso arranha a imagem do Brasil, em um momento que estamos
tentando atrair investidores", pondera.
Os profissionais consultados, que falaram sob a condição de não serem
identificados, lembram que a suspensão dos negócios pode não ser
imediata, uma vez que a situação especial da empresa ainda teria de ser
avaliada. "Pelo que entendo, dada a norma da Bolsa para casos de
recuperação judicial, haveria um pregão de ajuste após o anúncio e
depois disso as ações ficariam suspensas e seriam retiradas do índice",
avalia um profissional.
Ele acrescenta que as ações potencialmente cairiam tanto nesse último
pregão que o ajuste no índice seria muito mais pela queda no preço do
que por sua saída do índice. Outro agente do mercado avalia que, caso a
notícia seja veiculada no meio do pregão, é provável que a bolsa
suspenda as negociações para evitar maiores distorções.
O Manual de Definições e Procedimentos dos Índices da BM&FBovespa
afirma que, se um ativo do índice passar a ser negociado em situação
especial, como a recuperação judicial, ele será retirado do índice ao
fim do primeiro dia de negociação nesta condição.
Mudanças — Os efeitos da OGX no Ibovespa têm sido
alvo de críticas no mercado há alguns meses. O problema deverá ser
resolvido com a nova metodologia para formação do índice. No início do
mês, o presidente da BM&FBovespa, Edemir Pinto, afirmou que a
mudança foi iniciada há cerca de um ano e destacou que o fator Eike
não influenciou nas regras. A nova norma prevê que ações que valham
menos de 1 real não podem compor o índice.
(com Estadão Conteúdo)
Fonte VEja
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
"Eu sou o maior perdedor nessa história" diz Eike ao Wall Street Journal
Tentei criar riqueza para todo o país
São Paulo - Pela primeira vez, desde que os problemas nas empresas X começaram a aparecer mais de um ano atrás, Eike Batista concedeu sua primeira entrevista. O empresário falou ao jornal americano Wall Street Journal, no último domingo, e desabafou: "tentei criar riqueza para todo o país e, sem dúvida, eu sou o maior perdedor nessa história".
Eike criticou o time de executivos que contratou para ajuda-lo na empreitada, que ele costumava chamar de "dream team". "Eu sou dono de um grande grupo e sozinho, eu não faço nada".
Ainda segundo a entrevista, Eike culpou seus ex-executivos pelo fracasso da OGX, alegando que ele é um empresário do setor de mineração e não tinha conhecimento da indústria de petróleo. "Eles me apresentavam relatórios brilhantes e me convenciam a fazer grandes investimentos", disse.
Fonte Exame
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Auxilio de emergência para MMX de Eike Batista feito por Fundo Mubadala e a trading Trafigura
Fundo Mubadala e a trading Trafigura disponibilizam empréstimo para MMX
SÃO PAULO, SP, 13 de setembro (Folhapress) - O fundo Mubadala e a trading Trafigura estão disponibilizando um empréstimo emergencial de até US$ 150 milhões para a MMX, do empresário Eike Batista.
Os recursos vão permitir a empresa não interrompa seus investimentos e afaste o fantasma da recuperação judicial, apesar da complicada situação do seu caixa.
Eike acertou a venda de 65% do porto do Sudeste, um dos ativos mais atrativos do empresário, para o consórcio Trafigura/ Mubadala na quinta-feira da semana passada.
Conforme antecipou a Folha de S.Paulo, o empréstimo foi uma das condições que determinou a vitória do consórcio em relação aos demais pretendentes ao porto do Sudeste.
A trading suíça Glencore perdeu o negócio por conta desse empréstimo e por uma diferença de US$ 100 milhões. O consórcio de brasileiros -CSN, Vale, Gerdau e Usiminas- também estava interessado.
Carlos Gonzalez, presidente da MMX, confirmou ontem, em conferência telefônica com analistas, que o negócio ainda depende da renegociação das dívidas da empresa entre os novos compradores e os bancos credores.
"Essa renegociação já vinha ocorrendo entre os bancos e os demais candidatos antes de anunciarmos o negócio. É um ponto tranquilo", disse Gonzalez. A empresa não divulga quem são os bancos credores, mas, conforme apurou a reportagem, entre eles, estão Bradesco e BNDES.
Durante a conferência, a empresa informou que o porto do Sudeste foi avaliado em R$ 6,15 bilhões no negócio, o que significa que os novos sócios pagaram R$ 3,9 bilhões por 65% do ativo. O valor do porto foi determinado por três fatores: os ativos (R$ 474 milhões), a dívida (R$ 2,73 bilhões) e os royalties (R$ 2,94 bilhões).
Os detentores dos títulos MMXM11 têm direito a receber como royalties cerca de US$ 5 por tonelada embarcada de minério de ferro no porto do Sudeste.
Dos R$ 3 bilhões de dívida que a MMX tem hoje, R$ 2,73 bilhões serão transferidos para o porto do Sudeste e R$ 300 milhões, que são as obrigações com os fornecedores da mina de minério de ferro, serão mantidos na empresa.
Durante a conferência, a MMX não explicou se Eike vai manter os 67% que detém hoje dos títulos MMXM11, o que significa que o empresário teria direito a receber boa parte dos R$ 2,94 bilhões quando o porto começar a operar.
Segundo apurado pela reportagem, Eike vai repassar parte desses títulos ao Mubadala para abater uma fatia da dívida de US$ 1,5 bilhão que o empresário tem com o fundo árabe.
Diário do Sudoeste
FolhaPress
Mercados do BRICs caem para o pior lugar entre investidores
A Índia registrou os piores resultados, seguida pelo Brasil, a Rússia e a China, conforme levantamento global feito pela Bloomberg
Cingapura - Pela primeira vez, as maiores nações em desenvolvimento têm as piores oportunidades no mercado já que o otimismo por um maior crescimento foi transferido para os EUA e a Europa, segundo uma pesquisa global da Bloomberg.
A Índia registrou os piores resultados, seguida pelo Brasil, a Rússia e a China, conforme mostrou um levantamento mundial com investidores, analistas e operadores assinantes da Bloomberg.
O número de entrevistados que considera a União Europeia uma das duas melhores oportunidades aumentou para 34 por cento – a melhor marca na pesquisa desde 2009. Os EUA registraram 51 por cento.
A perspectiva de uma menor liquidez global
devido aos cortes no programa de compra de títulos da Reserva Federal dos Estados Unidos desatou a maior liquidação de divisas de mercados emergentes em cinco anos.
A rúpia indiana e a lira turca chegaram a seus valores mais baixos já registrados. O recuo enfatiza os desafios, como a excessiva dependência do crédito na China e o baixo investimento no Brasil, parte do grupo dos BRICs com a Índia e a Rússia.
“Os BRICs sempre serão atores secundários frente às economias desenvolvidas”, disse Ben Kelly, analista na Louis Capital Markets, em Londres, consultado pelo levantamento.
“A política monetária americana voltada para o crescimento permitiu aos países desenvolvidos prosperarem graças às taxas reais muito baixas ou negativas”, disse Kelly, referendo-se aos custos de tomar empréstimos ajustados pela inflação.
Agora que os EUA e “em certa medida a Europa estão começando a se estabilizar, talvez parte desse comércio se reverta e já vimos isso acontecer nos mercados de títulos”, afirmou Kelly.
O melhor mercado
O Brasil foi mencionado por apenas 10 por cento dos participantes da pesquisa como o primeiro ou o segundo melhor mercado para o ano próximo - em maio, 19 por cento tinham afirmado o mesmo. Ao contrário, 25 por cento disseram que será um dos dois piores mercados e 35 por cento escolheram a Índia que em maio tinha registrado 12 por cento.
Os consultados na Ásia foram mais baixistas quanto aos mercados dos BRICs do que os de fora do continente. Quarenta e quatro por cento dos clientes na Ásia afirmaram que a Índia está entre os piores mercados para investidores no próximo ano, comparados com 30 por cento nos EUA e 35 por cento na Europa. Quase um terço deles mencionaram a China como a pior escolha para os investidores frente a 22 por cento nos EUA e 23 por cento na Europa.
Os investidores nos EUA foram mais otimistas com seus próprios mercados. Cinquenta e sete por cento disseram que ofereciam as melhores oportunidades. Quarenta e sete por cento dos entrevistados europeus escolheram a UE. Os consultados asiáticos foram mais otimistas com o Japão do que aqueles de fora da região, por uma margem de dois a um.
Modelo em alteração
“A excessiva dependência da China no modelo de crescimento liderado por investimentos gerou uma rápida expansão das dívidas, um excesso de capacidade em indústrias com uso intensivo de capitais e um excesso de investimentos em infraestrutura”, disse o entrevistado Gregory Doger de Speville, analista na Fleming SG Capital Pty em Perth, Austrália. “O mercado continuará volátil até que os investidores se acostumem com um crescimento mais lento e com uma mudança na estrutura econômica”.
A economia japonesa está se recuperando, mas o levantamento mostra que o Banco do Japão é visto como o mais propenso entre os principais Bancos Centrais a desistir de aumentar as taxas de juros.
Aproximadamente 56 por cento dos consultados afirmam que seu presidente, Haruhiko Kuroda, evitará aumentar os custos de tomar empréstimos pelo menos até o segundo semestre de 2015, frente a 28 por cento para o Fed e 50 por cento para o Banco Central Europeu.
A pesquisa com 900 assinantes da Bloomberg foi realizado pela Selzer Co.,uma companhia sediada em Des Moines, Iowa. Sua margem de erro é de 3,3 pontos percentuais para mais ou para menos.
Foto antiga dos lideres!!
O melhor e pior desempenho Ativos Desde Lehman são ...
A prata e ouro são os melhores, os bancos e Grécia - pior.
Em termos do dolar:
O desempenho da Bovespa é de incrível recuperação, recentemente era o penúltimo pior retorno, segue sua escalada, graças ao apetite pelo risco de investidores locais! Avaliações sobre desempenho Bovespa temos aqui no blog, é interessante ler.
Em termos de moeda local:
Como se poderia esperar, numa base de retorno total (todos em dólares, em termos), Silver (100%) e ouro (73%) foram os dois melhores desempenhos seguidos por HY Europeia (60%), EUA HY (58%) e o S & P 500 (50%). Taxas centrais também têm feito bem como os bancos centrais apoiado os mercados de renda fixa, mantendo artificialmente as taxas de juros baixas por muitos anos (mesmo com o recente sell-off). Bunds, títulos do Tesouro, e marrãs conseguiu ganhar 23%, 20% e 20%, respectivamente, durante o período de 5 anos. Apesar das oscilações deste ano, EM acções e obrigações são ainda um aumento de 33% e 29% sobre o mesmo período que tiverem beneficio de liquidez global e uma perspectiva de crescimento em sua maioria favorável em relação ao DM. No outro extremo do espectro de atuação, ações gregas, para baixo -66% desde a falência do Lehman para classificar como o pior desempenho em nossa amostra, são claramente ainda arcando com o ônus da crise soberana europeia. Isto é seguido pelos bancos índice Stoxx600 (-30%), o FTSEMIB (-30%), e a Bovespa (-20%). O quadro geral, porém, é um dos retornos positivos para a maioria das classes de ativos. Devemos acrescentar que os laços desse período com o nosso 5 anos de rolar o crescimento global nominal estar no nível mais baixo desde a década de 1930 assim que o desempenho dos ativos financeiros é quase inteiramente para baixo de liquidez e não crescimento. Alimento para o pensamento como afinando começa antes do crescimento provou que é auto-sustentável.
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