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quarta-feira, 5 de março de 2014

O Brasil passou de prodígio a problema

Um realinhamento da economia global está transformando o Brasil, até outro dia o queridinho dos investidores internacionais, numa economia frágil e de perspectiva incerta. O que aconteceu com o país que prometia tanto e agora parece não entregar nada

São Paulo - O biólogo americano Robert Trivers ficou famoso por seus estudos sobre o autoengano. Trata-se de um conceito simples: o ser humano mente para si mesmo com o objetivo de enganar de forma mais eficaz os outros.

segunda-feira, 3 de março de 2014

Entenda como utilizar o MACD

Embora nenhum indicador é perfeito, eles podem ajudar os comerciantes abordar probabilidades em um mercado.
Médias Móveis podem ser úteis, mas muitas vezes a falta de um mecanismo de sinalização ativa.
MACD leva negociação com médias móveis de um passo adiante.

A viagem para a maioria dos comerciantes começa de forma semelhante ...
Os comerciantes são atraídos para mercados por causa do potencial. E como qualquer outra coisa na vida, a maioria das pessoas entende que a formação ea educação são de vital peças necessárias de sucesso. A maioria vai, então, agir sobre esse entendimento, e vai começar a aprender as "ferramentas do comércio."
E é aí que a busca vai começar ...

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Brasil é desprezado enquanto Pemex lidera vendas de títulos

Companhias mexicanas estão conquistando território das concorrentes brasileiras porque representam a maior proporção de vendas de títulos em cinco anos


Cidade do México - Companhias mexicanas como a Petróleos Mexicanos e a Cemex SAB estão conquistando território das suas concorrentes brasileiras porque representam a maior proporção de vendas de títulos da América Latina no exterior em cinco anos.

O recorde de US$ 27,1 bilhões emprestados aos emissores mexicanos equivale a 32 por cento da emissão total de bônus da região, segundo dados compilados pela Bloomberg. O aumento de 24 por cento nas ofertas de companhias mexicanas em 2013 se compara a uma queda de 39 por cento nas vendas das brasileiras, que totalizaram US$ 28,5 bilhões.
As companhias mexicanas estão capitalizando a crescente demanda dos investidores pelos ativos do país graças aos esforços do presidente Enrique Peña Nieto para impulsionar reformas tributárias e energéticas, enquanto que os mutuários no Brasil estão enfrentando a perspectiva de um corte da nota de crédito. O rendimento extra exigido pelos investidores para terem dívida corporativa mexicana em vez de títulos do Tesouro americano caiu 0,46 ponto percentual neste ano, frente a um aumento de 0,53 ponto percentual no Brasil, conforme a JPMorgan Chase Co.
“Muitas estrelas estão se alinhando para o México e para a renda fixa corporativa para 2014”, disse William Perry, gerente de fundos de mercados emergentes na Stone Harbor Investment Partners LP, que gerencia US$55 bilhões em dívida de mercados emergentes. “Sou mais otimista quanto às perspectivas do México para 2014 do que com as do Brasil”.
Impulso ao crescimento
Em maio, a Fitch Ratings subiu a nota de crédito do México para BBB+, o terceiro grau de investimento mais baixo e um patamar acima da nota do Brasil, enquanto Peña Nieto avança com seus planos para realizar emendas à constituição do país no intuito de atrair investimentos das companhias energéticas como a Exxon Mobil Corp. As reformas poderiam ajudar a impulsionar o crescimento na segunda maior economia da América Latina para 6 por cento anual, frente à previsão de expansão de 1,3 por cento para este ano, disse Peña Nieto.
A Standard Poor’s, que colocou a nota BBB do México sob perspectiva positiva em março, disse em junho que poderia rebaixar a nota do Brasil, citando um crescimento lento e um endividamento crescente.
“Em geral, o mundo percebe o México como mais seguro do que o Brasil”, disse Guillermo Rodríguez, que ajuda a supervisionar US$ 6 bilhões na Corp. Actinver SAB, em entrevista por telefone da Cidade do México. “Basicamente, o México parece estar melhor do que o Brasil”.
Rodrigo Covian, diretor de operações em renda fixa na Bulltick Securities LLC, sediada em Miami, disse que muitos dos seus clientes não aumentaram suas posses de dívida corporativa mexicana porque estão esperando para ver um crescimento maior e se as reformas são aprovadas.
‘Não comprometidos’
“Eles estão prontos para comprar, mas sinto que eles ainda não estão comprometidos”, disse Covian em entrevista por telefone de Miami. “Eles querem saber mais. Eles querem ver que as reformas estejam avançando. Querem ver uma cifra alta de crescimento, por exemplo, o que ainda não foi visto”.
Emilio Gamboa, líder no Senado do Partido Revolucionário Institucional de Peña Nieto, disse
ontem à Radio Fórmula que ele esperava que os senadores concordassem em prolongar o processo legislativo até o final do ano se fosse necessário para aprovar as mudanças constitucionais exigidas para a abertura da indústria energética. Peña Nieto propôs um projeto de lei que permitiria às companhias privadas extrair petróleo no país pela primeira vez desde 1938.
“Estamos procurando mais oportunidades no México, certamente comparando com outras partes da América Latina, devido ao ímpeto do novo presidente e de todas as reformas”, disse Perry em entrevista por telefone. “Esperamos ver mais produção ali porque certamente é um país no qual gostaríamos de aumentar as nossas alocações”.
Fonte Exame

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Incorporadoras estão dando o golpe da pirâmide no comprador de imóveis

"Estou convencido que as incorporadoras estão aplicando o golpe da pirâmide em quem compra imóvel no Brasil", por Marcos Antonio Araujo

Incorporadoras estão dando o golpe da pirâmide no comprador de imóveis – O provocador/R7 por Marco Antonio Araujo

Estou convencido que as incorporadoras estão aplicando o golpe da pirâmide em quem compra imóvel no Brasil. E, pelo visto, aquele que neste momento estiver usando suas suadas economias para adquirir a tão sonhada casa própria está no lugar daquele idiota que entrou por último e vai ficar no prejuízo.

O que aconteceu nos últimos cinco anos com o preço dos imóveis não é um movimento natural de mercado. É uma conspiração contra o povo brasileiro. Em algumas regiões das grandes cidades, o preço do m² simplesmente triplicou. Em São Paulo, uma rua do Centro da cidade conhecida por ser ponto de tráfico e moradia de assaltantes e trombadinhas foi de R$ 6.000 para R$ 12 mil, sem que nenhuma reforma urbanística tenha sido feita na área. E o Joaquim Barbosa não faz nada!

Todos sabem que entre os principais anunciantes (principalmente de veículos impressos) estão exatamente as incorporadoras e seus lançamentos imobiliários. Isso deve explicar, em parte, o porquê de esse setor ser tratado pela mídia de forma tão benevolente e acrítica, para não dizer suspeita e criminosa. Observem como, quando de algum lançamento, estão lá as “informações”: todas as unidades foram vendidas em um final de semana! A valorização tende a continuar em ritmo expressivo, apesar da queda no poder aquisitivo da população! O mercado imobiliário continua em ascensão, apesar da crise iminente! Tudo mentira.

Estou convencido que muito da tão falada bolha imobiliária foi construída e inflada por uma cobertura jornalística displicente, baseada exclusivamente nos interesses e na visão dos especuladores. O consumidor, o cidadão que deseja um teto pra chamar de seu, é sistematicamente tratado como idiota. E acaba sendo mesmo, pois se sujeita a pagar os preços abusivos, histéricos e indecentes cobrados pelos estelionatários.

O brasileiro realmente tem algo de muito estúpido. Simplesmente, não damos valor ao nosso dinheirinho — algo típico de um povo que nunca aprendeu a poupar e trata esbanjadores com admiração, em vez de desprezo. Só isso justifica pagarmos os valores estratosféricos dos automóveis vendidos aqui pelo dobro do valor justo. Enquanto houver compradores dispostos a serem esfolados para adquirir carros ultrapassados e inseguros, podem apostar, os fabricantes não vão baixar um único centavo.

Esse mesmo fenômeno tem se repetido na hora da comprar um imóvel — na verdade, apartamento, que é o que traz mais lucro para os construtores (e degradação para as grandes cidades). Não estivesse interessada em perpetuar esse ciclo de abuso econômico, a imprensa trataria do tema com o rigor necessário, informando o consumidor sobre a armadilha em que está caindo quem acredita que o m² vai subir 30%, 50% ,100% acima da inflação até o final dos tempos. Não precisa ser gênio para afirmar: uma hora vai explodir.

Mas não será como nos EUA (em que todo mundo se espatifou), por uma razão simples: o capitalismo nativo é pródigo em se defender. Cobra preços altos, financia a juros imorais e pede garantias draconianas. Portanto, quem vai quebrar não é o banco, a construtora ou o empreendedor. Acertou: que vai pagar a conta é o mané que entrou por último nessa esbórnia. Bem feito.

Pense bem: um apê de dois dormitórios custa, nos grandes centros, em bairros de classe média baixa e média, algo em torno de R$ 700 mil. Se o comprador desse estrato social tiver renda familiar de R$ 8 mil por mês (algo que menos de 3% da população atinge) e tiver a capacidade olímpica de economizar 30% dessa renda, em um ano de privações terá guardado R$ 28.800. Em dez anos, R$ 288 mil. Só ao final de 25 anos terá atingido o suficiente para quitar o valor inicial do imóvel. Em cima dessa quantia, nosso sistema financeiro vai jogar mais sete anos de juros, correções e taxas. Fora o IPTU e o condomínio que virão todos os meses. É um tiro na nuca.

Bastaria que, no curto período de um ano, ninguém aceitasse adquirir um imóvel na planta que se mostrará impagável. Um único aninho, não estou exagerando, e pronto: acabou a farra. A canalha que vem aplicando o golpe da pirâmide imobiliária simplesmente teria que baixar os preços a um patamar aceitável. Simples assim.

domingo, 17 de novembro de 2013

Brasileiro lucra com aluguel em Miami

Quem comprou casas nos Estados Unidos na crise de 2008 agora aluga os imóveis para brasileiros durante a temporada de férias

Apesar da alta do dólar, que se valorizou quase 15% neste ano em relação ao real, o brasileiro continua viajando para o exterior, mas de uma forma diferente. Hoje há uma febre de aluguel de casas de temporada em Orlando e Miami, nos Estados Unidos, por brasileiros.

Economia de até 50% nos gastos com estadia em relação a um hotel com acomodações equivalentes e a chance de passar as férias num grupo de amigos e familiares têm levado turistas a viverem algumas semanas como nativos nos EUA. A consultora Graça Dantas foi uma das que optaram por alugar uma casa em Miami. O filho dela André (na foto abaixo) agradece.
Muitos dos imóveis alugados foram comprados também por brasileiros durante a crise das hipotecas podres em 2008. Agora os proprietários querem tornar rentável o investimento, com uma receita de aluguel.
"Tivemos um aumento de 26% na procura de aluguel de imóveis nos Estados Unidos de janeiro a outubro deste ano em relação a igual período de 2012", conta Nicholas Spitzman, presidente do AlugueTemporada, site do grupo americano HomeAway. Só em Orlando, na região da Disney, o site tem 7.200 imóveis para locação.
"O aumento da procura de brasileiros para locação de imóveis em Orlando e Miami, na Flórida, em Manhattan, em Nova York é notória", afirma Tânia Dalaneze, sócia da imobiliária Dalaneze International Realty.

Spitzman diz que há um boom de aluguel de casas para temporada nos EUA por parte dos brasileiros devido à combinação de três fatores: o avanço da internet, a disponibilidade de imóveis e o interesse pelo turismo. "O movimento ainda é embrionário no Brasil."
Renata Alves, diretora da agência Casa Na Disney, conta que a sua empresa tem hoje 80 imóveis de brasileiros em Orlando para locação. "Todos estão alugados para dezembro e janeiro para brasileiros. Se tivesse mais 20 casas, alugaria tranquilamente", calcula. O preço mínimo de uma casa básica em Orlando com cinco quartos, piscina e capacidade para hospedar dez pessoas, por exemplo, é de US$ 194 ou US$ 19,4 por pessoa. Nas mais luxuosas, a diária é a partir de US$ 289 ou US28,9 por pessoa, diz Renata.
Em 2008, a empresária e seu sócio que tem uma imobiliária nos EUA perceberam uma mudança do perfil do turista brasileiro que estava insatisfeito com os pacotes. "Antes, as crianças iam para Disney em excursão. Hoje a diversão é em família e não cabe num quarto de hotel", observa. De olho nessa tendência, ela montou serviço no qual oferece, além da casa mobiliada, com roupa de cama e utensílios, o ingresso para os parques, o aluguel do carro e até a faxina do imóvel.

Perfil. Segundo Marcelo Moura, corretor da Double M Group Company, imobiliária brasileira de imóveis na Flórida, alguns anos atrás o turista de classe média procurava esse imóveis para alugar nas férias. "Não vejo mais diferença entre classes."
Para Alan Araújo, diretor de empreendimentos da One Sotheby's, imobiliária voltada para a classe A, quem procura a locação de um imóvel fora do País é uma classe mais abastada que quer manter o padrão de conforto que tem aqui.
Fonte Estadão

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Petróleo e Ouro- AT 12/11/2013

Petróleo


Ponto de articulação (nível de invalidação): 93.7

A Nossa Preferência: Posições COMPRAS a 94 com metas a 95.25 & 96.05 em extensão.

Cenário alternativo: Abaixo de 93.7, prevendo uma maior alta com 93.05 e 91.8 como metas.

Comentário técnico: as resistências seguintes são a 95.25 e, depois, a 96.05.

Níveis CRÍTICOS
97.05
96.05
95.25
94.46
93.7
93.05
91.8 





Ouro


Ponto de articulação (nível de invalidação): 1297

A Nossa Preferência: Posições VENDAS a 1282 com metas a 1270 & 1252 em extensão.

Cenário alternativo: Acima de 1297, prevendo uma maior alta com 1314 e 1326 como metas.

Comentário técnico: o RSI está misturado.

Níveis CRÍTICOS
1326
1314
1297
1278.93
1270
1252
1240



quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Twitter fecha seu primeiro dia na bolsa com alta de 72,69%

A segunda maior rede social do mundo viu subir cada um de seus títulos em US$ 18,90, em um dia que transcorreu com altos e baixos


Nova York - O Twitter estreou nesta quinta-feira na Bolsa de Nova York (NYSE) com uma alta do valor de suas ações de 72,69%, fechando o pregão com um preço de US$ 44,90 por ação, frente aos US$ 26 da oferta de emissão.

A segunda maior rede social do mundo viu subir cada um de seus títulos em US$ 18,90, em um dia que transcorreu com altos e baixos, especialmente pelo frenético ritmo comprador da primeira hora da manhã, quando chegaram a ser cotadas a quase US$ 50 por ação.
O primeiro dia da rede de microblogs na NYSE se saldou sem os problemas pelos quais passou o Facebook em sua estreia no Nasdaq, em maio de 2012, quando uma série de erros técnicos atrasaram até em meia hora o início das contratações, e fizeram com que muitos investidores não soubessem se suas ordens de compra e venda tinham sido executadas.
O lançamento do Twitter na bolsa reportou inicialmente à empresa a quantia de US$ 1,82 bilhão, o que a transformou na maior empresa de Vale do Silício desde que o Facebook aterrissou em Wall Street em maio de 2012, quando alcançou US$ 16 bilhões.
Além dos 70 milhões de títulos que saíram ao mercado e dos outros 10,5 milhões em opções, os fundadores e altos executivos da rede social mantêm em seu poder mais de 80 milhões de ações, o que lhes reportou até US$ 4 bilhões com a saída à bolsa.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Lucro líquido da Vale salta para R$8 bi no 3º tri

Mineradora teve lucro líquido de 7,949 bilhões de reais, contra 3,321 bilhões de reais no mesmo período do ano passado



São Paulo - A mineradora Vale teve lucro líquido de 7,949 bilhões de reais no terceiro trimestre deste ano, mais que o dobro do total de 3,321 bilhões de reais verificado no mesmo período do ano passado, por conta de maiores vendas e preços mais altos para o minério de ferro.

Em dólares, o lucro líquido da maior produtora de minério de ferro do mundo atingiu 3,502 bilhões, acima da expectativa média de analistas ouvidos pela Reuters, de 3,3 bilhões de dólares.
"A recuperação esperada nos embarques de minério de ferro e pelotas ... e seus preços mais elevados foram os principais responsáveis pelo resultado alcançado no 3T13", afirmou a mineradora em nota nesta quarta-feira.
A Vale também chamou a atenção para o custo operacional do minério de ferro --mina, planta, ferrovia, porto após royalties--, que caiu para 22,10 dólares por tonelada métrica ante o valor de 24,15 dólares do segundo trimestre de 2013.
"A combinação de alta qualidade com baixo custo operacional permanece como uma de nossas mais importantes vantagens competitivas no mercado global", disse a mineradora.
A gigante Vale produziu 85,89 milhões de toneladas de minério de ferro do terceiro trimestre, alta de 17,3 por cento em relação ao trimestre anterior e aumento de 2,3 por cento na comparação com o mesmo período do ano passado.

fonte Veja


Mike Maloney Top 10 razões para comprar ouro e prata

Como Mike "Hidden Secrets Of Money" Maloney disse muitas vezes antes, a crise econômica de 2008 foi apenas uma lombada no caminho para o evento principal. Ele acredita que antes do final desta década, haverá uma crise econômica tão histórico que vai eclipsar o acidente de 29 ea subsequente Grande Depressão. Ele também acredita que é ao mesmo tempo inevitável e inevitável, porque é apenas o mercado livre liberar a energia armazenada para cima de décadas de manipulação econômica. Como observa Maolney, "o melhor investimento que você nunca vai fazer em sua vida é a sua própria educação financeira", ea seguir fornece um lembrete sucinta das principais razões para comprar ouro e prata ...

Michael Maloney é o fundador e proprietário da GoldSilver.com, líder mundial em vendas de ouro e prata e uma das empresas de educação de investimento do mundo mais conceituados desde 2005. Ele é autor do best-seller de metais preciosos contábil do investimento de todos os tempos, o Guia para Investir em Ouro e Prata, publicado em 2008.


O Top 10 Reasons "I" Comprar Ouro e Prata
Por Mike Maloney,
Então aqui vai ... a contagem regressiva de "The Top Ten Razões que eu compro ouro e prata."

domingo, 3 de novembro de 2013

Aposta na crise da Grécia gera retornos de mais de 100%

Fundos com desempenhos excelentes!


Os gestores de fundos de investimento em títulos de dívida com melhor desempenho no mundo este ano não estão em Londres, Nova York ou na Califórnia. Eles estão em Atenas.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Bolhas permitem o avanço da humanidade!

OGX do século XVII



Foi uma quebradeira. De cada 100 empresas, 72 faliram. Até as ações da maior companhia do país derreteram: 80% de queda. Tragédia. Mas, para muita gente, uma tragédia anunciada. A economia não ia bem das pernas, então, claro que, mais hora menos hora, a bolsa levaria um tombo. “Qualquer um poderia ter previsto que a alta das ações a um preço tão superior ao que elas valiam teria uma consequência fatal”, escreveu um analista financeiro.
Isso aconteceu em 1697, na Inglaterra. E o analista financeiro era Daniel Defoe, o escritor que 18 anos mais tarde escreveria Robinson Crusoé. Foi o primeiro crash da história.
O primeiro. Mas com roteiro quase idêntico ao último. E ao penúltimo. E ao anti penúltimo.
A Inglaterra estava endividada até o pescoço por causa de mais uma guerra contra a França. Sem condição de honrar os títulos públicos que estavam vencendo, o governo deu um calote na dívida interna, pagando só a metade e deixando o resto para depois.
Com o calote do Estado, banqueiros quebraram. Menos banqueiros, menos crédito na praça. Começou a faltar moeda para tocar as despesas do dia a dia. Dois terços das companhias britâncas da época entraram à beira da falência. Quem tinha ações na mão precisava convertê-las em dinheiro o mais rápido possível. Todo mundo começou a vender os papéis feito louco. E os preços foram lá para baixo.
Nisso, a maior empresa de lá, a Companhia das Índias Orientais, que lucrava trazendo seda da China e especiarias da Índia para revender na Europa, tomou aquele tombo de 80%. Mas não era só culpa do governo.
Os investidores tinham uma parcela gorda da responsabilidade. Como disse Daniel Defoe, o mercado acionário tinha ficado louco mesmo.
A insanidade começou quando acharam um tesouro no fundo do mar. William Phillips, um capitão de navio, voltara do mar em 1687 com 32 toneladas de prata retiradas de um galeão espanhol naufragado. A notícia se espalhou por Londres e começaram a pipocar empreitadas de caça ao tesouro — companhias dedicadas a fabricar equipamentos de mergulho, tipo os sinos da ilustração aqui em cima, e sair atrás de galeões no fundo do mar.
Como financiar essas empreitadas? Com uma forma inovadora de financiamento, recém-importada de Amsterdã: as ações. Em 1602, o governo da Holanda tinha convidado a população para virar sócia de sua maior estatal, que acabava de ser criada: a Vereennigde Nederlandsche Oostinduche Compagnie (Companhia Unida Holandesa das Índias Orientais) — ou VOC, como o pessoal preferia chamar. Era a empresa responsável pelo comércio deles com a Ásia.
Convidar a população para virar sócia significava dividir a empresa em partes. No caso, em milhares de partes. E vender esses pedaços no mercado para bancar a construção dos navios e os salários dos marinheiros, mercadores e soldados que iam a bordo. Para vender essas partes da empresa (as ações), construíram um mercado em Amsterdã e deram o nome de bourse – bolsa.
Era o primeiro IPO de todos os tempos. Com o dinheiro dos milhares de sócios, eles conseguiram bancar dezenas de expedições comerciais. Os lucros vieram forte e as ações da VOC começaram a render dividendos anuais de 40%. A procura pelos papéis cresceu, a empresa conseguiu vender mais papéis para bancar mais viagens… E a Holanda foi virando uma potência global.
Não demorou e a ideia das ações migrou para a Inglaterra. Deu certo por lá também. Mas no meio do caminho tinha um tesouro.
Aquelas startups de mergulho lançaram ações para financiar suas empreitadas. E foi uma festa. Sonhando com as toneladas de ouro e prata que as expedições trariam de volta, o povo correu para virar sócio.
Correu tanto que as ações de algumas dessas companhias subiram 500% antes de elas terem aberto as portas — exatamente como aconteceria três séculos mais tarde com as empresas do Eike. Só que aí a realidade bateu.
Aquela crise do governo britânico bagunçou as finanças. A correria dos investidores mudou de direção. Todo mundo estava tentando vender as ações para pagar as próprias contas. De quebra, descobriram que o mar não estava tão cheio assim de tesouros – da mesma forma que a OGX descobriria mais tarde em relação às reservas de petróleo que ela imaginava ter. E o preço das ações das companhias de mergulho começou a se aproximar do zero absoluto, igual o dos papéis das empresas X.
E quem tinha comprado ações na alta ficou com as calças na mão, agravando mais ainda a crise. Depois dessa, o governo britânico quase proibiu o mercado de ações. Mas ficou no quase, claro. Trinta anos depois a Inglaterra afundaria em outra bolha, bem maior.
Na mesma época, a França quase deixaria de existir depois de passar por uma das maiores catástrofes econômicas de todos os tempos. Mas o fato é que, sem a especulação, os últimos três séculos não teriam sido aqueles em que a humanidade mais progrediu na história. Foi da alucinação de alguns empreendedores que nasceram as Grandes Navegações, o comércio global, a Revolução Industrial, as ferrovias, a aviação comercial, a internet. Que venham mais caçadores de tesouros.

sábado, 5 de outubro de 2013

Mercado de Luxo e o Brasil

O Mercado de LUXO em ampliação no Brasil






O LUXO invadindo o interior!!


São Paulo - Mostrar que venceu na vida é a atividade predileta do advogado goiano Djalma Rezende. Aos 60 anos, tem um Porsche e uma Ferrari na garagem, um lustre de cristal Baccarat pendurado na sala e uma noiva de 22 anos, a estudante de direito Nathany Mendes, nos braços.


quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Queda do dólar faz Ibovespa ganhar R$ 80 bilhões

Um notícia boa para todos!



São Paulo – As empresas que integram o Ibovespa ganharam 80 bilhões de reais em valor de mercado com a recente desvalorização do dólar.

De acordo com dados da CMA, com a alta da moeda americana no mês de agosto, o valor de mercado das ações integrantes do principal índice da bolsa brasileira era de 1,55 trilhão de reais em 22 de agosto. Com a recente alta do real frente o dólar, o valor destas empresas passou para 1,63 trilhão no último dia 25.
Vale lembrar que no período em questão, o dólar teve uma queda de 8,30% frente uma elevação do 5,57% do Ibovespa.
O estudo lembra que o dólar teve uma queda acentuada devido ao anúncio do Banco Centralbrasileiro, sobre a realização de leilões diários de venda da moeda americana até 2014, e principalmente aliado ao anuncio do Federal Reserve em manter o programa de compra dos títulos do tesouro americano.
Confira abaixo as empresas que mais ganharam e mais perderam com a queda do dólar.


Fonte Exame

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Citi prevê Ibovespa a 60 mil pontos no fim de 2013

Analistas citaram que o atraso na redução gradual do programa de estímulo monetário do Federal Reserve garanta liquidez nos mercados emergentes.




São Paulo - A equipe de estrategistas do Citigroup Global Markets liderada por Stephen Graham espera que o Ibovespa, principal índice acionário brasileiro, feche 2013 na casa dos 60 mil pontos, segundo relatório divulgado nesta segunda-feira.

Os analistas citaram que o atraso na redução gradual do programa de estímulo monetário do Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) garanta liquidez nos mercados emergentes. Além disso, o Citi também citou o melhor desempenho das economias emergentes e o programa do governo brasileiro para atrair investimento privado em infraestrutura no Brasil.
"No início de 2014, no entanto, esperamos que os ventos contrários voltem", disse Graham no relatório. "A desmontagem do programa de flexibilização monetária do Fed deve começar. As vitórias fáceis em leilões de privatização terão acontecido, e achamos que o processo será lento ou parado nas áreas mais complexas, como ferrovias", afirmou o Citi.
"A política de ano eleitoral e os gastos, além de estímulo a demanda da Copa do Mundo da Fifa, vai pressionar a inflação. As taxas de juros provavelmente vão ter que seguir altas, enquanto aumentos anteriores devem começar a afetar o crescimento do Produto Interno Bruto", adicionou o banco.
O Citi também reduziu sua previsão para o Ibovespa no meio de 2014, de 63 mil para 60 mil pontos, e previu que o índice feche o ano que vem na casa dos 64 mil pontos.

Fonte Exame

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Bank of America, desqualifica o Brasil como atrativo entre emergentes

Brasil não está entre os emergentes mais atrativos na visão do Bank of America, que destaca Coreia, Rússia, China e Índia



São Paulo – Parece que os investidores desistiram dos mercados emergentes, afirma relatório do Bank of America Merrill Lynch (BofA). O banco observa que o que era um investimento obrigatório há alguns anos, tornou-se motivo de preocupação quando vulnerabilidade financeira e pesado envolvimento do Estado, entre outros, ocuparam o lugar do boom do consumo da classe média e urbanização. Para o BofA, o cenário teria de ser otimista, tanto quanto há um mês.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Auxilio de emergência para MMX de Eike Batista feito por Fundo Mubadala e a trading Trafigura

 Fundo Mubadala e a trading Trafigura disponibilizam empréstimo para MMX


SÃO PAULO, SP, 13 de setembro (Folhapress) - O fundo Mubadala e a trading Trafigura estão disponibilizando um empréstimo emergencial de até US$ 150 milhões para a MMX, do empresário Eike Batista. 
Os recursos vão permitir a empresa não interrompa seus investimentos e afaste o fantasma da recuperação judicial, apesar da complicada situação do seu caixa. 
Eike acertou a venda de 65% do porto do Sudeste, um dos ativos mais atrativos do empresário, para o consórcio Trafigura/ Mubadala na quinta-feira da semana passada. 
Conforme antecipou a Folha de S.Paulo, o empréstimo foi uma das condições que determinou a vitória do consórcio em relação aos demais pretendentes ao porto do Sudeste. 
A trading suíça Glencore perdeu o negócio por conta desse empréstimo e por uma diferença de US$ 100 milhões. O consórcio de brasileiros -CSN, Vale, Gerdau e Usiminas- também estava interessado. 
Carlos Gonzalez, presidente da MMX, confirmou ontem, em conferência telefônica com analistas, que o negócio ainda depende da renegociação das dívidas da empresa entre os novos compradores e os bancos credores. 


"Essa renegociação já vinha ocorrendo entre os bancos e os demais candidatos antes de anunciarmos o negócio. É um ponto tranquilo", disse Gonzalez. A empresa não divulga quem são os bancos credores, mas, conforme apurou a reportagem, entre eles, estão Bradesco e BNDES. 
Durante a conferência, a empresa informou que o porto do Sudeste foi avaliado em R$ 6,15 bilhões no negócio, o que significa que os novos sócios pagaram R$ 3,9 bilhões por 65% do ativo. O valor do porto foi determinado por três fatores: os ativos (R$ 474 milhões), a dívida (R$ 2,73 bilhões) e os royalties (R$ 2,94 bilhões). 
Os detentores dos títulos MMXM11 têm direito a receber como royalties cerca de US$ 5 por tonelada embarcada de minério de ferro no porto do Sudeste. 
Dos R$ 3 bilhões de dívida que a MMX tem hoje, R$ 2,73 bilhões serão transferidos para o porto do Sudeste e R$ 300 milhões, que são as obrigações com os fornecedores da mina de minério de ferro, serão mantidos na empresa. 
Durante a conferência, a MMX não explicou se Eike vai manter os 67% que detém hoje dos títulos MMXM11, o que significa que o empresário teria direito a receber boa parte dos R$ 2,94 bilhões quando o porto começar a operar. 
Segundo apurado pela reportagem, Eike vai repassar parte desses títulos ao Mubadala para abater uma fatia da dívida de US$ 1,5 bilhão que o empresário tem com o fundo árabe.  


 Diário do Sudoeste
FolhaPress

Mercados do BRICs caem para o pior lugar entre investidores



A Índia registrou os piores resultados, seguida pelo Brasil, a Rússia e a China, conforme levantamento global feito pela Bloomberg


Cingapura - Pela primeira vez, as maiores nações em desenvolvimento têm as piores oportunidades no mercado já que o otimismo por um maior crescimento foi transferido para os EUA e a Europa, segundo uma pesquisa global da Bloomberg.
A Índia registrou os piores resultados, seguida pelo Brasil, a Rússia e a China, conforme mostrou um levantamento mundial com investidores, analistas e operadores assinantes da Bloomberg.
O número de entrevistados que considera a União Europeia uma das duas melhores oportunidades aumentou para 34 por cento – a melhor marca na pesquisa desde 2009. Os EUA registraram 51 por cento.
A perspectiva de uma menor liquidez global
devido aos cortes no programa de compra de títulos da Reserva Federal dos Estados Unidos desatou a maior liquidação de divisas de mercados emergentes em cinco anos.
A rúpia indiana e a lira turca chegaram a seus valores mais baixos já registrados. O recuo enfatiza os desafios, como a excessiva dependência do crédito na China e o baixo investimento no Brasil, parte do grupo dos BRICs com a Índia e a Rússia.
“Os BRICs sempre serão atores secundários frente às economias desenvolvidas”, disse Ben Kelly, analista na Louis Capital Markets, em Londres, consultado pelo levantamento.
“A política monetária americana voltada para o crescimento permitiu aos países desenvolvidos prosperarem graças às taxas reais muito baixas ou negativas”, disse Kelly, referendo-se aos custos de tomar empréstimos ajustados pela inflação.
Agora que os EUA e “em certa medida a Europa estão começando a se estabilizar, talvez parte desse comércio se reverta e já vimos isso acontecer nos mercados de títulos”, afirmou Kelly.

O melhor mercado
O Brasil foi mencionado por apenas 10 por cento dos participantes da pesquisa como o primeiro ou o segundo melhor mercado para o ano próximo - em maio, 19 por cento tinham afirmado o mesmo. Ao contrário, 25 por cento disseram que será um dos dois piores mercados e 35 por cento escolheram a Índia que em maio tinha registrado 12 por cento.

Os consultados na Ásia foram mais baixistas quanto aos mercados dos BRICs do que os de fora do continente. Quarenta e quatro por cento dos clientes na Ásia afirmaram que a Índia está entre os piores mercados para investidores no próximo ano, comparados com 30 por cento nos EUA e 35 por cento na Europa. Quase um terço deles mencionaram a China como a pior escolha para os investidores frente a 22 por cento nos EUA e 23 por cento na Europa.

Os investidores nos EUA foram mais otimistas com seus próprios mercados. Cinquenta e sete por cento disseram que ofereciam as melhores oportunidades. Quarenta e sete por cento dos entrevistados europeus escolheram a UE. Os consultados asiáticos foram mais otimistas com o Japão do que aqueles de fora da região, por uma margem de dois a um.
Modelo em alteração
“A excessiva dependência da China no modelo de crescimento liderado por investimentos gerou uma rápida expansão das dívidas, um excesso de capacidade em indústrias com uso intensivo de capitais e um excesso de investimentos em infraestrutura”, disse o entrevistado Gregory Doger de Speville, analista na Fleming SG Capital Pty em Perth, Austrália. “O mercado continuará volátil até que os investidores se acostumem com um crescimento mais lento e com uma mudança na estrutura econômica”.
A economia japonesa está se recuperando, mas o levantamento mostra que o Banco do Japão é visto como o mais propenso entre os principais Bancos Centrais a desistir de aumentar as taxas de juros.
Aproximadamente 56 por cento dos consultados afirmam que seu presidente, Haruhiko Kuroda, evitará aumentar os custos de tomar empréstimos pelo menos até o segundo semestre de 2015, frente a 28 por cento para o Fed e 50 por cento para o Banco Central Europeu.
A pesquisa com 900 assinantes da Bloomberg foi realizado pela Selzer Co.,uma companhia sediada em Des Moines, Iowa. Sua margem de erro é de 3,3 pontos percentuais para mais ou para menos.
Foto antiga dos lideres!!

Fonte Exame  Shamim Adam, da