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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Mercado prevê mais crescimento e inflação em 2014, segundo Focus

Previsão para PIB foi de 1,99% para 2%, e inflação saiu de 6% para 6,01%.
Projeções para 2015 seguiram tendência e também subiram.

O mercado financeiro fez uma leve alteração em sua perspectiva para o comportamento da inflação e do crescimento da economia em 2014, segundo números divulgados pelo Banco Central nesta segunda-feira (20) por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus. O documento é fruto de uma pesquisa com mais de 100 instituições financeiras realizada na semana passada.

A estimativa dos economistas dos bancos para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerada a inflação oficial do país e medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – de 2014 subiu de 6% para 6,01%. Em 2013, o indicador fechou em 5,91%, segundo o IBGE.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Produtividade dos EUA tem maior aumento em quase 4 anos

Setor avançou a uma taxa de 3% no ano e ficou acima do esperado pelos economistas



A produtividade fora do setor agrícola nos Estados Unidos teve o maior aumento em quase quatro anos no terceiro trimestre. Mas uma queda registrada nos custos unitários de trabalho indica a falta de pressão inflacionária, reforçando os argumentos para que o Federal Reserve (Fed - banco central americano) mantenha os estímulos monetários.
A produtividade avançou a uma taxa anual de 3%, após aumentar 1,8% no segundo trimestre, informou nesta segunda-feira o Departamento do Trabalho.
A leitura foi revisada para cima ante a estimativa anterior e ficou levemente acima do aumento de 2,8% previsto pelos analistas. Foi o maior aumento desde o quarto trimestre de 2009.

Fonte Reuters- Veja

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Produção industrial brasileira fica estagnada em agosto

Na comparação anual, houve queda de 1,2%. Números vieram piores do que o esperado por economistas



Após registrar queda de 2,4% em julho, a produção industrial brasileira ficou estagnada em agosto em relação ao mês anterior, informou nesta quarta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com o mesmo período do ano passado, o indicador registrou queda de 1,2% na série sem ajustes sazonais. De acordo com pesquisa da agência de notícias Reuters com 22 analistas, a expectativa era de que a produção industrial subisse 0,15% em agosto ante julho e na, comparação anual, caísse 0,75%.
Ainda de acordo com o IBGE, no acumulado do ano até agosto a indústria produziu 1,6% a mais do que no mesmo período do ano passado. Em 12 meses, houve expansão de 0,7%.  
Na comparação com julho, três das quatro categorias de uso e quinze dos 27 ramos pesquisados registraram alta na produção. Entre os setores, as principais influências positivas foram registradas por alimentos (2,5%) e veículos automotores (1,7%). Entre as categorias de uso, bens de capital (2,6%) se destacou ao recuperar parte da queda de 4,7% registrada em julho. Os setores produtores de bens intermediários (0,6%) e de bens de consumo duráveis (0,2%) também mostraram taxas positivas. Somente Bens de consumo semi e não duráveis tiveram queda no mês (-0,3%).
Já na relação anual, as notícias não são tão boas: três das quatro categorias de uso e dezoito das 27 atividades apontaram queda na produção. Entre as atividades, a farmacêutica (-22,0%) teve o pior desempenho, seguida por edição, impressão e reprodução de gravações (-6,5%), fumo (-30,3%) e bebidas (-6,6%). Máquinas e equipamentos (9,3%) foi o destaque positivo, assim como refino de petróleo e produção de álcool (7,4%). Entre as categorias, bens de consumo duráveis (- 6,3%), bens intermediários (-2,0%) e bens de consumo semi e não duráveis (-1,6%) tiveram desaceleração, enquanto bens de capital (11,8%) figurou sozinho no lado positivo.

(com agência Reuters)
Fonte Veja

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Bank of America, desqualifica o Brasil como atrativo entre emergentes

Brasil não está entre os emergentes mais atrativos na visão do Bank of America, que destaca Coreia, Rússia, China e Índia



São Paulo – Parece que os investidores desistiram dos mercados emergentes, afirma relatório do Bank of America Merrill Lynch (BofA). O banco observa que o que era um investimento obrigatório há alguns anos, tornou-se motivo de preocupação quando vulnerabilidade financeira e pesado envolvimento do Estado, entre outros, ocuparam o lugar do boom do consumo da classe média e urbanização. Para o BofA, o cenário teria de ser otimista, tanto quanto há um mês.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

PIB cresce de 2,7% a 2,8% neste ano, prevê Delfim

"Essas avaliações de que o PIB vai ser negativo no terceiro trimestre e muito fraco no quarto trimestre estão se provando não ser razoáveis", afirma o ex-ministro da Fazenda Delfim Netto


O ex-ministro da Fazenda Delfim Netto acredita que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil neste ano deva crescer de 2,7% a 2,8%, o que reforça sua avaliação de que há um "pessimismo exagerado e sempre motivos" sobre a perspectiva da economia brasileira para o médio prazo.


"Essas avaliações de que o PIB vai ser negativo no terceiro trimestre e muito fraco no quarto trimestre estão se provando não ser razoáveis", referindo-se a recentes indicadores econômicos, como as vendas de varejo de julho, que cresceram sobre junho bem acima do apontado por projeções do mercado financeiro.

Ainda em entrevista ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, Delfim Netto declarou que é importante um aumento da gasolina no curto prazo, para ajudar a fortalecer o caixa da Petrobras e viabilizar seu plano de investimentos. A estatal projeta aplicar US$ 236,7 bilhões de 2013 a 2017.

"Mesmo com uma alta de 10% da gasolina, o IPCA fecha este ano em 6%", destacou Delfim sobre o índice de inflação do sistema de metas do governo, que tem como teto 6,5% para o ano.

Fonte Época