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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

O melhor e pior do Q3 de 2015

The Best And Worst Performing Assets In September, Q3 And 2015 YTD
O melhor eo pior Os ativos de palco em setembro de Q3 e 2015 Acumulado




fonte Zero Hedge


sábado, 15 de fevereiro de 2014

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Aumento da confiança na economia, mas há abundância de preocupações em Davos

Os líderes de negócios de encontro para o seu fórum anual networking de alto nível em Davos estão se sentindo um pouco melhor sobre as perspectivas de suas empresas e muito mais ainda sobre a perspectiva econômica mais ampla.Mas eles ainda têm uma longa lista de preocupações.
Meia década a partir de uma crise financeira que levou a economia mundial para a beira, as ameaças imediatas para os lucros das empresas estão se afastando e executivos são incentivados por uma perspectiva de brilho, tanto nos Estados Unidos e Europa.
No entanto, eles não têm que olhar muito longe para as ameaças futuras - de uma desaceleração preocupante nos mercados emergentes para a incerteza sobre o afilamento do Federal Reserve de estímulo e preocupações sobre aumento da regulamentação.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Brasil registra o pior déficit primário para meses de setembro

O rombo de R$ 9 bilhões nas contas públicas foi influenciado pela piora do déficit previdenciário


O setor público brasileiro registrou déficit primário de 9,048 bilhões de reais em setembro, o pior resultado para esses meses desde o início da série histórica, agravando a situação fiscal do país e tornando quase impossível a tentativa do governo de cumprir a meta de superávit primário para 2013. O setor público é formado pelo governo central (governo federal, Banco Central e Previdência Social), estados, municípios e estatais.
O resultado, afetado pelo mau desempenho das contas com a Previdência, foi muito pior do que o esperado por analistas, cuja mediana de projeções apontava para saldo positivo de 100 milhões de reais - a pior das previsões era um déficit de 2,6 bilhões de reais.
Em 12 meses até setembro, a economia feita para pagamento de juros equivaleu a 1,58% do Produto Interno Bruto (PIB), ainda distante da meta de superávit primário, de 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB). No acumulado do ano até setembro, o superávit primário somou 44,965 bilhões de reais. Ou seja, para que o setor público atinja seu objetivo, será necessária uma economia de cerca de 65 bilhões de reais no último trimestre do ano. 
Em agosto, as contas públicas brasileiras já haviam sido ruins, com o primeiro déficit primário(432 milhões de reais) para estes meses. A meta de superávit primário para este ano era de 155,9 bilhões de reais, cerca de 3,1% do PIB, mas foi reduzida diante da economia fraca e da elevada renúncia tributária decorrente das desonerações. 
O pagamento do 13º salário de aposentados e pensionistas pesou na conta do superávit em setembro. O rombo da Previdência subiu para 11,763 bilhões de reais e contribui para o pior déficit em setembros da história do governo central (formado por Previdência, Tesouro e governo federal), de 10,760 bilhões de reais. 
No caso das empresas estatais também foi registrado déficit de 38 milhões de reais em setembro, enquanto a conta de estados e municípios teve superávit de 1,750 bilhão de reais.
O BC ainda informou ainda que o déficit nominal (receita menos despesas, incluindo o pagamento de juros da dívida) ficou em 22,896 bilhões de reais no mês passado, enquanto a dívida pública representou 35% do PIB. Nestes casos, analistas projetavam um saldo negativo de 20,5 bilhões de reais do resultado nominal e de 34,7% do PIB para a dívida.
Até o final do ano, haverá ingresso de algumas receitas extraordinárias, mas, mesmo assim, não há garantias de que a meta de superávit primário será cumprida. Serão 15 bilhões de reais em novembro como pagamento do bônus do leilão do campo de petróleo de Libra e até 12 bilhões de reais em receita tributária extra a ser formada pela recuperação de dívidas atrasadas.

Fonte Veja

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Déficit em conta corrente até agosto já ultrapassa total de 2012

Resultado das contas externas ficou negativo em agosto em 5,05 bilhões de dólares; no acumulado do ano, soma 57,9 bilhões de dólares


Além do recorde de gastos de brasileiros no exterior em agosto, o Banco Central mostrou ainda que o déficit em conta corrente do Brasil continua se ampliando. Ficou negativo em 5,05 bilhões de dólares em agosto, impactado, sobretudo, pela conta de serviços, que ficou 4,235 bilhões de dólares no vermelho. A balança comercial, que vinha impactando negativamente as transações correntes ao longo de 2013, teve saldo positivo em agosto, de 1,226 bilhão de dólares. 
A conta corrente, ou conta de transações correntes, reúne o saldo da balança comercial (exportações e importações), o resultado da balança de serviços e a conta financeira. Quando está deficitária, significa que o Brasil está tomando mais crédito externo do que recebendo investimentos.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

VALE CONTINUA LÍDER EM EXPORTAÇÕES, COM US$ 16,4 BI

Diferença das receitas de exportação da mineradora em relação à segunda colocada, a Petrobras, ficou em 111%

 Vale exportou US$ 16,453 bilhões (preço FOB) de janeiro a agosto deste ano, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. A cifra se refere a preço FOB (sigla em inglês para Free on board, que significa que a responsabilidade do exportador acaba quando a mercadoria entra no navio). O resultado mantém a mineradora na liderança do ranking das maiores exportadoras do Brasil.
A diferença acumulada das receitas de exportação da empresa em relação à segunda colocada, a Petrobras, se manteve nos níveis do mês anterior. As exportações da Vale superam as da estatal petrolífera em 111%. O total exportado no acumulado dos oito primeiros meses do ano pela Vale é 0,96% menor do que o observado no mesmo período do ano anterior.

No caso da Petrobras, houve um recuo de 50,16% ante as receitas obtidas em igual período do ano passado e a companhia encerrou o intervalo com total de US$ 7,767 bilhões em exportações. Considerando apenas agosto, as exportações da Vale somaram US$ 2,058 bilhões, recuo de 9,15% sobre o mesmo período de 2012.

As exportações da Petrobras no mês passado chegaram a US$ 950,081 milhões, retração de 60,15%. Em agosto, a média do preço do minério de ferro nas exportações foi de US$ 84,7 a tonelada, queda de 15,5% ante igual intervalo do ano passado. Em relação a julho, o preço foi 5,7% inferior. Depois de Vale e Petrobras, que encabeçam a lista dos maiores exportadores do País, estão Bunge, Cargill, ADM do Brasil e BRF.

Fonte: Época

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

PIB cresce de 2,7% a 2,8% neste ano, prevê Delfim

"Essas avaliações de que o PIB vai ser negativo no terceiro trimestre e muito fraco no quarto trimestre estão se provando não ser razoáveis", afirma o ex-ministro da Fazenda Delfim Netto


O ex-ministro da Fazenda Delfim Netto acredita que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil neste ano deva crescer de 2,7% a 2,8%, o que reforça sua avaliação de que há um "pessimismo exagerado e sempre motivos" sobre a perspectiva da economia brasileira para o médio prazo.


"Essas avaliações de que o PIB vai ser negativo no terceiro trimestre e muito fraco no quarto trimestre estão se provando não ser razoáveis", referindo-se a recentes indicadores econômicos, como as vendas de varejo de julho, que cresceram sobre junho bem acima do apontado por projeções do mercado financeiro.

Ainda em entrevista ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, Delfim Netto declarou que é importante um aumento da gasolina no curto prazo, para ajudar a fortalecer o caixa da Petrobras e viabilizar seu plano de investimentos. A estatal projeta aplicar US$ 236,7 bilhões de 2013 a 2017.

"Mesmo com uma alta de 10% da gasolina, o IPCA fecha este ano em 6%", destacou Delfim sobre o índice de inflação do sistema de metas do governo, que tem como teto 6,5% para o ano.

Fonte Época

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Oferta de moedas X PIB Real EUA

Indagações curiosas


M1 consiste em: (1) moeda fora   Tesouro americano , Federal Reserve Banks, e os cofres de instituições depositárias, (2) cheques de viagem  emitidos; (3) depósitos à vista, e (4) outros depósitos à vista (OCDs) que consistem principalmente de ordem negociável de retirada (NOW) contas em instituições depositárias e sindicais projectos de contas partes crédito.







M1 vs real GDP/10 1959-Present


segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Resumo do Mercado nessa manhã

Segunda-feira 16 de setembro de 2013


Após  Lawrence Summers renunciar candidatura para presidente do FED, temos nessa segunda-feira alta nas commoditie metálica ouro,prata e queda nos preços do petróleo Brent e WTI, índices americanos em alta assim como títulos do governo. Na Bovespa temos alta nessa manhã, Mercado volta a elevar previsão de alta do PIB para 2013. Dolar em queda frente ao Real!






Tenham bons negócios


sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Prévia do PIB, pelo Banco Central aponta queda no terceiro trimestre!

PIB em queda!!

O nível de atividade econômica do país registrou retração de 0,33% em julho, o primeiro mês do terceiro trimestre, segundo revelou nesta sexta-feira (13) o Banco Central. A comparação foi feita com ajuste sazonal.
Esta foi a terceira queda mensal do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), que é considerado uma espécie de "prévia" do PIB, neste ano. Em fevereiro, o indicador já havia recuado 0,39% e, em maio, havia caído 1,48% (dados revisados).

No acumulado de janeiro a julho deste ano, ainda de acordo com dados da autoridade monetária, a prévia do PIB registrou alta de 2,97%. Neste caso, a comparação foi feita sem ajuste sazonal - considerada mais apropriada por especialistas.
Segundo o boletim Focus do Banco Central, divulgado nesta segunda-feira (9), o mercado financeiro subiu sua expectativa de alta para o PIB, em 2013, de 2,32% para 2,35%. Para o ano que vem, a estimativa de expansão econômica recuou de 2,30% para 2,28%.

Resultados do IBC-Br X PIB
O IBC-Br foi criado para tentar ser um "antecedente" do PIB. O índice do BC incorpora estimativas para a agropecuária, indústria e setor de serviços, além dos impostos. Os últimos resultados do IBC-Br, porém, não têm mostrado proximidade com os dados oficiais do Produto Interno Bruto, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado do IBC-Br de 2012, por exemplo, mostrou um crescimento de 1,6%. Posteriormente, o resultado oficial do PIB mostrou uma alta menor, de 0,9% no ano passado. No primeiro trimestre deste ano, o mesmo aconteceu. Enquanto o IBC-Br registrou uma expansão de cerca de 1,1% sobre os três últimos meses de 2012, o PIB veio menor: com um crescimento de 0,6%. No segundo trimestre deste ano, o IBC-Br avançou 0,89%, enquanto o PIB cresceu bem mais: 1,5%.