"Aprendi muitas coisas a partir de [George Soros], mas talvez o mais importante é que ele não é se você está certo ou errado, mas a quantidade de dinheiro que você faz quando você está certo e quanto você perde quando você está errado ".
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sábado, 17 de maio de 2014
domingo, 15 de dezembro de 2013
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Petróleo e Ouro- AT 12/11/2013
Petróleo
Ponto de articulação (nível de invalidação): 93.7
A Nossa Preferência: Posições COMPRAS a 94 com metas a 95.25 & 96.05 em extensão.
Cenário alternativo: Abaixo de 93.7, prevendo uma maior alta com 93.05 e 91.8 como metas.
Comentário técnico: as resistências seguintes são a 95.25 e, depois, a 96.05.
Níveis CRÍTICOS
97.05
96.05
95.25
94.46
93.7
93.05
91.8
Ouro
Ponto de articulação (nível de invalidação): 1297
A Nossa Preferência: Posições VENDAS a 1282 com metas a 1270 & 1252 em extensão.
Cenário alternativo: Acima de 1297, prevendo uma maior alta com 1314 e 1326 como metas.
Comentário técnico: o RSI está misturado.
Níveis CRÍTICOS
1326
1314
1297
1278.93
1270
1252
1240
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Twitter fecha seu primeiro dia na bolsa com alta de 72,69%
A segunda maior rede social do mundo viu subir cada um de seus títulos em US$ 18,90, em um dia que transcorreu com altos e baixos
Nova York - O Twitter estreou nesta quinta-feira na Bolsa de Nova York (NYSE) com uma alta do valor de suas ações de 72,69%, fechando o pregão com um preço de US$ 44,90 por ação, frente aos US$ 26 da oferta de emissão.
A segunda maior rede social do mundo viu subir cada um de seus títulos em US$ 18,90, em um dia que transcorreu com altos e baixos, especialmente pelo frenético ritmo comprador da primeira hora da manhã, quando chegaram a ser cotadas a quase US$ 50 por ação.
O primeiro dia da rede de microblogs na NYSE se saldou sem os problemas pelos quais passou o Facebook em sua estreia no Nasdaq, em maio de 2012, quando uma série de erros técnicos atrasaram até em meia hora o início das contratações, e fizeram com que muitos investidores não soubessem se suas ordens de compra e venda tinham sido executadas.
O lançamento do Twitter na bolsa reportou inicialmente à empresa a quantia de US$ 1,82 bilhão, o que a transformou na maior empresa de Vale do Silício desde que o Facebook aterrissou em Wall Street em maio de 2012, quando alcançou US$ 16 bilhões.
Além dos 70 milhões de títulos que saíram ao mercado e dos outros 10,5 milhões em opções, os fundadores e altos executivos da rede social mantêm em seu poder mais de 80 milhões de ações, o que lhes reportou até US$ 4 bilhões com a saída à bolsa.
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Mike Maloney Top 10 razões para comprar ouro e prata
Como Mike "Hidden Secrets Of Money" Maloney disse muitas vezes antes, a crise econômica de 2008 foi apenas uma lombada no caminho para o evento principal. Ele acredita que antes do final desta década, haverá uma crise econômica tão histórico que vai eclipsar o acidente de 29 ea subsequente Grande Depressão. Ele também acredita que é ao mesmo tempo inevitável e inevitável, porque é apenas o mercado livre liberar a energia armazenada para cima de décadas de manipulação econômica. Como observa Maolney, "o melhor investimento que você nunca vai fazer em sua vida é a sua própria educação financeira", ea seguir fornece um lembrete sucinta das principais razões para comprar ouro e prata ...
Michael Maloney é o fundador e proprietário da GoldSilver.com, líder mundial em vendas de ouro e prata e uma das empresas de educação de investimento do mundo mais conceituados desde 2005. Ele é autor do best-seller de metais preciosos contábil do investimento de todos os tempos, o Guia para Investir em Ouro e Prata, publicado em 2008.
O Top 10 Reasons "I" Comprar Ouro e Prata
Por Mike Maloney,
Então aqui vai ... a contagem regressiva de "The Top Ten Razões que eu compro ouro e prata."
terça-feira, 5 de novembro de 2013
2013 do melhor ao pior: Desempenho Hedge Fund mundiais
Quem é o melhor Hedge Fund?
Chegou o momento para a verificação de status mensal sobre o desempenho da indústria de fundos de hedge agora amplamente anacrônico: a 2 e 20 anacronismo (cujos dados de telefonema é monitorado pelo hoje FBI, graças Stevie Cohen) porque no mundo centralmente planejado de Bernanke, que diz que risco é proibido por lei, assim como quaisquer liquidações, e vendas descobertas, e se de fato fosse o Fed não tem "ferramentas" para combater, nenhuma quantidade de hedges vai proteger uma comunidade de investimento que tem agora em grande parte eliminados quaisquer posições vendas em seus livros. Assim, sem mais delongas, aqui estão os melhores e os piores fundos de hedge desempenho de 2013.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Dow Jones, S&P 500 e Euro X Dolar
Dow Jones
Ponto de articulação (nível de invalidação): 15225
A Nossa Preferência: PosiçõesCOMPRAS a 15295 com metas a 15460 & 15560 em extensão.
Cenário alternativo: Abaixo de 15225, prevendo uma maior QUEDA com 15135 e 15055 como metas.
Comentário técnico: o RSI perde movimento descendente.
níveis CRÍTICOS
15615
15560
15460
15328
15225
15135
15055
S&P 500
Ponto de articulação (nível de invalidação): 1728
A Nossa Preferência: Posições COMPRAS a 1743 com metas a 1755 & 1765 em extensão.
Cenário alternativo: Abaixo de 1728, prevendo uma maior QUEDA com 1716 e 1702 como metas.
Comentário técnico: o RSI perde movimento descendente.
níveis CRÍTICOS
1775
1765
1755
1739
1728
1716
1702
Euro X dolar
Ponto de articulação (nível de invalidação): 1.31
A nossa preferência: Posições COMPRAS acima de 1.31 com metas a 1.397 & 1.4245 em extensão.
Cenário alternativo: Abaixo de 1.31, prevendo uma maior QUEDA com 1.299 e 1.275 como metas.
Comentário técnico: o RSI está bem direccionado.
Níveis CRÍTICOS
1.4550
1.4245
1.3970
1.3679
1.3100
1.2990
1.2750
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Dow jones, S&P500 e Euro X Dolar AT nessa terça-feira
Dow Jones
Ponto de articulação (nível de
invalidação): 15225
A Nossa Preferência: Posições COMPRAS a 15295 com
metas a 15425 & 15500 em extensão.
Cenário alternativo: Abaixo de
15225, prevendo uma maior QUEDA com 15135 e 15055 como metas.
Comentário
técnico: o RSI quebrou acima de uma linha de tendência de descida.
níveis
CRITICOS
15560
15500
15425
15370
15225
15135
15055
S&P 500
Ponto de articulação (nível de invalidação): 1734
A Nossa Preferência:
Posições COMPRAS a 1744 com metas a 1757 & 1765 em extensão.
Cenário
alternativo: Abaixo de 1734, prevendo uma maior QUEDA com 1722 e 1708 como
metas.
Comentário técnico: o RSI é suportado por uma linha de tendência
em subida.
níveis
CRITICOS
1770
1765
1757
1744
1734
1722
1708
EURO x DOLAR
Ponto de articulação (nível de invalidação): 1.3645
A nossa preferência:
Posições longas acima de 1.3645 com metas a 1.371 & 1.373 em
extensão.
Cenário alternativo: Abaixo de 1.3645, prevendo uma maior alta
com 1.361 e 1.3575 como metas.
Comentário técnico: o RSI perde movimento
descendente.
Níveis fundamentais
1.375
1.373
1.371
1.3673
último preço
1.3645
1.361
1.3575
s&
A Nossa Preferência: Posições COMPRAS a 15295 com metas a 15425 & 15500 em extensão.
Cenário alternativo: Abaixo de 15225, prevendo uma maior QUEDA com 15135 e 15055 como metas.
Comentário técnico: o RSI quebrou acima de uma linha de tendência de descida.
níveis CRITICOS
15560
15500
15425
15370
15225
15135
15055
S&P 500
Ponto de articulação (nível de invalidação): 1734
A Nossa Preferência: Posições COMPRAS a 1744 com metas a 1757 & 1765 em extensão.
Cenário alternativo: Abaixo de 1734, prevendo uma maior QUEDA com 1722 e 1708 como metas.
Comentário técnico: o RSI é suportado por uma linha de tendência em subida.
níveis CRITICOS
1770
1765
1757
1744
1734
1722
1708
A Nossa Preferência: Posições COMPRAS a 1744 com metas a 1757 & 1765 em extensão.
Cenário alternativo: Abaixo de 1734, prevendo uma maior QUEDA com 1722 e 1708 como metas.
Comentário técnico: o RSI é suportado por uma linha de tendência em subida.
níveis CRITICOS
1770
1765
1757
1744
1734
1722
1708
EURO x DOLAR
Ponto de articulação (nível de invalidação): 1.3645
A nossa preferência: Posições longas acima de 1.3645 com metas a 1.371 & 1.373 em extensão.
Cenário alternativo: Abaixo de 1.3645, prevendo uma maior alta com 1.361 e 1.3575 como metas.
Comentário técnico: o RSI perde movimento descendente.
Níveis fundamentais
1.375
1.373
1.371
1.3673 último preço
1.3645
1.361
1.3575
A nossa preferência: Posições longas acima de 1.3645 com metas a 1.371 & 1.373 em extensão.
Cenário alternativo: Abaixo de 1.3645, prevendo uma maior alta com 1.361 e 1.3575 como metas.
Comentário técnico: o RSI perde movimento descendente.
Níveis fundamentais
1.375
1.373
1.371
1.3673 último preço
1.3645
1.361
1.3575
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Bolhas permitem o avanço da humanidade!
OGX do século XVII
Foi uma quebradeira. De cada 100 empresas, 72 faliram. Até as ações da maior companhia do país derreteram: 80% de queda. Tragédia. Mas, para muita gente, uma tragédia anunciada. A economia não ia bem das pernas, então, claro que, mais hora menos hora, a bolsa levaria um tombo. “Qualquer um poderia ter previsto que a alta das ações a um preço tão superior ao que elas valiam teria uma consequência fatal”, escreveu um analista financeiro.
Isso aconteceu em 1697, na Inglaterra. E o analista financeiro era Daniel Defoe, o escritor que 18 anos mais tarde escreveria Robinson Crusoé. Foi o primeiro crash da história.
O primeiro. Mas com roteiro quase idêntico ao último. E ao penúltimo. E ao anti penúltimo.
A Inglaterra estava endividada até o pescoço por causa de mais uma guerra contra a França. Sem condição de honrar os títulos públicos que estavam vencendo, o governo deu um calote na dívida interna, pagando só a metade e deixando o resto para depois.
Com o calote do Estado, banqueiros quebraram. Menos banqueiros, menos crédito na praça. Começou a faltar moeda para tocar as despesas do dia a dia. Dois terços das companhias britâncas da época entraram à beira da falência. Quem tinha ações na mão precisava convertê-las em dinheiro o mais rápido possível. Todo mundo começou a vender os papéis feito louco. E os preços foram lá para baixo.
Nisso, a maior empresa de lá, a Companhia das Índias Orientais, que lucrava trazendo seda da China e especiarias da Índia para revender na Europa, tomou aquele tombo de 80%. Mas não era só culpa do governo.
Os investidores tinham uma parcela gorda da responsabilidade. Como disse Daniel Defoe, o mercado acionário tinha ficado louco mesmo.
A insanidade começou quando acharam um tesouro no fundo do mar. William Phillips, um capitão de navio, voltara do mar em 1687 com 32 toneladas de prata retiradas de um galeão espanhol naufragado. A notícia se espalhou por Londres e começaram a pipocar empreitadas de caça ao tesouro — companhias dedicadas a fabricar equipamentos de mergulho, tipo os sinos da ilustração aqui em cima, e sair atrás de galeões no fundo do mar.
Como financiar essas empreitadas? Com uma forma inovadora de financiamento, recém-importada de Amsterdã: as ações. Em 1602, o governo da Holanda tinha convidado a população para virar sócia de sua maior estatal, que acabava de ser criada: a Vereennigde Nederlandsche Oostinduche Compagnie (Companhia Unida Holandesa das Índias Orientais) — ou VOC, como o pessoal preferia chamar. Era a empresa responsável pelo comércio deles com a Ásia.
Convidar a população para virar sócia significava dividir a empresa em partes. No caso, em milhares de partes. E vender esses pedaços no mercado para bancar a construção dos navios e os salários dos marinheiros, mercadores e soldados que iam a bordo. Para vender essas partes da empresa (as ações), construíram um mercado em Amsterdã e deram o nome de bourse – bolsa.
Era o primeiro IPO de todos os tempos. Com o dinheiro dos milhares de sócios, eles conseguiram bancar dezenas de expedições comerciais. Os lucros vieram forte e as ações da VOC começaram a render dividendos anuais de 40%. A procura pelos papéis cresceu, a empresa conseguiu vender mais papéis para bancar mais viagens… E a Holanda foi virando uma potência global.
Não demorou e a ideia das ações migrou para a Inglaterra. Deu certo por lá também. Mas no meio do caminho tinha um tesouro.
Aquelas startups de mergulho lançaram ações para financiar suas empreitadas. E foi uma festa. Sonhando com as toneladas de ouro e prata que as expedições trariam de volta, o povo correu para virar sócio.
Correu tanto que as ações de algumas dessas companhias subiram 500% antes de elas terem aberto as portas — exatamente como aconteceria três séculos mais tarde com as empresas do Eike. Só que aí a realidade bateu.
Aquela crise do governo britânico bagunçou as finanças. A correria dos investidores mudou de direção. Todo mundo estava tentando vender as ações para pagar as próprias contas. De quebra, descobriram que o mar não estava tão cheio assim de tesouros – da mesma forma que a OGX descobriria mais tarde em relação às reservas de petróleo que ela imaginava ter. E o preço das ações das companhias de mergulho começou a se aproximar do zero absoluto, igual o dos papéis das empresas X.
E quem tinha comprado ações na alta ficou com as calças na mão, agravando mais ainda a crise. Depois dessa, o governo britânico quase proibiu o mercado de ações. Mas ficou no quase, claro. Trinta anos depois a Inglaterra afundaria em outra bolha, bem maior.
Na mesma época, a França quase deixaria de existir depois de passar por uma das maiores catástrofes econômicas de todos os tempos. Mas o fato é que, sem a especulação, os últimos três séculos não teriam sido aqueles em que a humanidade mais progrediu na história. Foi da alucinação de alguns empreendedores que nasceram as Grandes Navegações, o comércio global, a Revolução Industrial, as ferrovias, a aviação comercial, a internet. Que venham mais caçadores de tesouros.
domingo, 20 de outubro de 2013
EUA rating de crédito rebaixado para mesmo nível que o Brasil?
O governo dos EUA, depois de vencer a Segunda Guerra Mundial para os Aliados, foi muito convincente. Ele disse bancos centrais ao redor do mundo que eles devem segurar o dólar dos EUA como moeda de reserva, em vez de ouro, baseado na idéia de o dólar dos EUA seria apoiado por ouro.Apenas quantidades limitadas de dólares poderiam ser impresso, pois a moeda estava vinculado ao ouro. Os bancos centrais compraram a idéia.
Infelizmente, algumas décadas na estrada, o conceito de um dólar dos EUA apoiado pelo ouro foi jogado para fora da janela (obrigado, presidente Nixon). Eventualmente, fomos apresentados à moderna impressão de dinheiro press-impressão fora do ar por vontade da Reserva Federal, sem o dólar dos EUA estar preso a qualquer moeda "hard" como o ouro.
Por que alguém iria concordar com essa idéia horrível?
Naquela época, a economia dos EUA estava prosperando. Nosso governo estava em boa forma e não tem muita dívida. E a logística faz sentido, também, como o tempo passou. Por que não um banco central tem em suas reservas de moeda da economia mais forte do mundo e militar? Por que não um banqueiro central manter dólares em seu cofre em oposição a hard-to-carregar e difíceis de loja de ouro?
Anos se passaram desde que o dólar dos EUA "descolado" em si de ouro. As coisas mudaram, também.A América não é tão glorioso anymore. Dívida ea impressão interminável de dólares sempre crescente resultou em alguns países mudando sua política sobre as reservas em dólar apoiados pelos EUA. E os fatores fundamentais que manter o dólar forte EUA estão se deteriorando rapidamente.
O balanço da economia dos EUA não parece tão bom como o fez em 1950 e 1960.
O gráfico abaixo mostra a variação do produto interno bruto (PIB) nominal ea variação da dívida EUA ano-sobre-ano (yoy) numa base percentual. Você pode ver rapidamente que a dívida dos EUA está crescendo em um ritmo muito mais rápido do que o PIB.
Como o gráfico acima mostra, que tem dívida do governo dos EUA a aumentar 360% mais rápido do que o crescimento econômico! PIB da economia dos EUA tem vindo a aumentar a uma taxa média anual de 2,39% nos últimos seis anos, enquanto a dívida pública tem vindo a crescer a um ritmo anual de 11% desde 2008.
O mainstream não falar muito sobre a situação que eu acabei de descrever acima. Mas a verdade óbvia é esta: as manifestações do mercado de ações quando se ouve a dívida do governo vai aumentar ou a Reserva Federal irá imprimir mais dinheiro, o mercado de ações cai quando os gastos ou imprimir dinheiro do governo está em perigo.
Mas as coisas estão mudando fora dos Estados Unidos.
Nestas páginas, eu tenho documentado as ações dos bancos centrais em torno da economia global.Em específico, depois de anos de venda de suas reservas de ouro, os bancos centrais estão a acumular barras de ouro novamente.
Minha crença é que os bancos centrais estão perdendo a confiança no dólar. Os bancos centrais poderiam estar percebendo a desvalorização do dólar dos EUA é inevitável, e assim, eles estão se movendo para longe do dólar como ilustrado pelo gráfico abaixo.
Recentemente, o Banco Central Europeu (BCE) e do Banco Popular da China construiu uma linha de swap cambial bilateral. Através desta linha de swap, que vai durar três anos, a 350 bilhões de yuans serão fornecidos ao BCE e € 45000000000 será dado para o banco central da China.
O BCE, ao anunciar este negócio, disse: "O acordo de swap foi estabelecido no contexto do rápido crescimento do comércio bilateral e do investimento entre a área do euro e na China, bem como a necessidade de garantir a estabilidade dos mercados financeiros". O banco central acrescentou: "Do ponto de vista do Eurosistema, o acordo de swap se destina a servir como uma facilidade de liquidez recuo e para tranquilizar os bancos da área do euro do fornecimento contínuo de Yuan chinês."(Fonte:. "Press Release: BCE e do Banco Popular da China estabelecer um acordo bilateral de swap de moedas", Banco Central Europeu, de 10 de outubro de 2013)
Qual será o próximo passo para os bancos centrais em torno da economia global? Você realmente acha que eles vão continuar a comprar moedas que podem ser impressos fora do ar? Duvido.
Ontem recebemos a notícia de que a China agência Dagong Global Credit Rating cortou o rating de crédito em os EUA por um ponto, indicando a quantidade teto da dívida atingiu pelo Congresso não consegue resolver o problema da dívida dos Estados Unidos. O rebaixamento colocou os EUA no mesmo nível como o Brasil, Israel e Panamá.
A linha inferior aqui? O dólar dos EUA está em apuros. Congresso tenha chutado o problema do teto da dívida na estrada novamente, desta vez até fevereiro de 2014. Enquanto isso, o ouro está tendo seu melhor dia do mês. Uma nova tendência? Talvez até mesmo um permanente.
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
A BATALHA DE EIKE BATISTA PARA SALVAR SEU IMPÉRIO
FONTES PRÓXIMAS ÀS NEGOCIAÇÕES COM CREDORES AFIRMAM QUE DIFICILMENTE A OGX ESCAPARÁ DA RECUPERAÇÃO JUDICIAL
As últimas semanas do empresário Eike Batista têm sido de reuniões intermináveis com credores e executivos das empresas do Grupo EBX. O empresário corre contra o tempo para conseguir evitar o desmoronamento de seu império.
terça-feira, 15 de outubro de 2013
8 frases de George Soros sobre o mercado de ações
Veja as palavras do criador de um dos fundos mais rentáveis da história para investidores e filantropos
domingo, 13 de outubro de 2013
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Copom sobe juros para 9,5% ao ano na quinta elevação seguida
Taxa vem subindo desde abril e chega ao maior patamar em um ano e meio.
Com decisão, Brasil volta à liderança do ranking mundial de juros reais.
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Em NY, Dilma dá aula de como espantar investidores
Presidente comparece a evento do Goldman Sachs - fato impensável anos atrás - e diz que 'não há risco jurídico no Brasil'
A presidente Dilma Rousseff mostrou, mais uma vez, nesta quarta-feira,
que não só não simpatiza com investidores estrangeiros como também
subestima sua inteligência. Dilma compareceu a um evento organizado pelo
Goldman Sachs em Nova York para tentar atrair clientes do banco para
investir em projetos de infraestrutura no Brasil. Sua ida ao evento, por
si só, é coisa rara. A questão é que ela desperdiçou a oportunidade.
Mais: ela piorou, como se ainda fosse possível, a avaliação que fundos e
empresários de fora têm do Brasil nos últimos três anos. Em vez de
aproveitar o evento para tentar quebrar o muro que separa o governo dos
investimentos privados, a presidente aumentou sua extensão. Repetiu que o
país vai muito bem, obrigada, que os projetos de infraestrutura são
"muito rentáveis" para o setor privado e que "não há risco jurídico".
Para os investidores desavisados, dizer que o Brasil vai bem não é a
maior das mentiras. Afinal, é fácil constatar que o país está em melhor
situação que os endividados europeus ou que emergentes politicamente
instáveis, como a Rússia. Contudo, colocar em evidência a atratividade
das concessões de infraestrutura num momento em que planos fracassam,
como no caso da BR-262, que não teve interessados, ou do trem-bala, que
teve de ser engavetado por falta de consórcios, beira a ingenuidade — ou
a falta de bom-senso. No leilão do campo de Libra, por exemplo, apenas
onze empresas pagaram a taxa para participar. O governo esperava, pelo
menos, quarenta. As gigantes do setor, como Chevron, BP e Exxon,
preferiram não entrar. "Estamos colocando o investimento em
infraestrutura como prioridade para o crescimento do país", disse a
presidente, em Nova York.
Mas nada soou mais nocivo aos ouvidos dos que estavam presentes do
que a afirmação de que o Brasil cumpre contratos e não representa
qualquer risco jurídico para investidores. O erro começa na própria
necessidade de a presidente fazer tal afirmação. Um país que respeita
contratos não precisa se afirmar aos investidores porque o fato é
percebido como ponto pacífico. O México, país latino-americano que vem
sendo constantemente comparado ao Brasil, tem vindo a público anunciar
reformas estruturais, e não dizer que respeita seus acordos.
A afirmação feita por Dilma contradiz de forma desconcertante os três
anos de seu governo marcados por insegurança jurídica. Para citar
alguns casos, o acordo automotivo
com o próprio México, que foi quebrado em 2011 — e foi para o
lixo junto com o acordo de livre-comércio que vinha sendo costurado
entre os dois países. Outro momento histórico de risco jurídico
conduzido por ideologia protecionista foi o aumento de 30 pontos porcentuais no
imposto sobre produtos industrializados (IPI) dos automóveis
importados, também em 2011 — que prejudicou consumidores e feriu a
competitividade da indústria. Mais tarde, houve o plano Inovar-Auto,
que se propôs a flexibilizar o aumento do IPI para as montadoras que
decidissem abrir fábricas no país. Tais mudanças fizeram com que
empresas do setor paralisassem investimentos e reavaliassem seus planos
para o Brasil, diante da insegurança.
O risco jurídico mais nocivo para a imagem do país, no entanto, veio apenas no segundo semestre do ano passado, com as mudanças no setor elétrico. As
novas regras — que obrigavam as empresas a abandonar as concessões caso
não se submetessem a uma redução de tarifas forçada pelo governo —
foram vistas pelo empresariado como o início da degradação de um dos
segmentos econômicos mais previsíveis do país. E previsibilidade, no
mundo dos negócios, é fator preponderante que Dilma parece desconhecer.
Fonte Veja
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Agenda do investidor nesta quinta-feira, e as 10 notícias mais relevantes
No Brasil, é divulgada hoje a prévia da sondagem da indústria e a sondagem da indústria da construção
São Paulo – No Brasil, é divulgada hoje a prévia da sondagem da indústria de setembro e a sondagem da indústria da construção. O índice de confiança da indústria (ICI) atingiu, em agosto, o menor nível desde julho de 2009 (95,7 pontos). O índice recuou 0,6% entre julho e agosto de 2013.
Nos Estados Unidos, são divulgados hoje os dados sobre auxílio desemprego e vendas de moradias usadas. Ontem, o Federal Reserve afirmou que continuará comprando títulos ao ritmo de 85 bilhões de dólares por mês, surpreendendo os mercados financeiros que esperavam uma redução no estímulo econômico do banco central do país.
1. Fed mantém estímulos, surpreenden
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