Milionários dispostos a pagar por luxo e exclusividade compram imóveis que chegam a custar US$ 37 milhões. No Porsche Design Tower, o morador dispõe de elevador privativo que transporta até o seu próprio carro
Esqueça tudo o que você sabe ou pensa sobre iates — e fique boquiaberto com esses projetos. Num deles, o iate tem até vulcão próprio
Esqueça tudo o que você ouviu falar sobre iates. Nada de estruturas luxuosas ou superluxuosas, que singram os mares no formato tradicional de barcos, proporcionando conforto, lazer e todo tipo de delícias a tripulantes e passageiros.
A empresa inglesa Yacht Island Design, que tem sua sede em Nottingham, quer revolucionar a ideia corrente de plataformas flutuantes com ousadia, criatividade e exclusividade.
Tudo bem, não precisa esquecer o luxo, este fica. Mas os conceitos criados pela empresa saem, de forma delirante, até megalômana, do lugar-comum, como mostra o projeto dos conceitos Utopia, o The Streets of Monaco e o Tropical Paradise Island.
De preço, não se fala. Mas nenhum deles custaria abaixo do bilhão de dólares.
Com conceito futurístico, foge das imagens limitadas de um simples barco, por mais espetaculares que eles possam ser. O Projeto Utopia foi criado em parceria entre a Yacht Island Design e a também inglesa Nigel Gee TMO.
Antes de tentar entender o projeto, é preciso lembrar que praticamente todos os iates existentes evoluíram, mesmo após muitos séculos de engenharia e arquitetura navais, de um mesmo formato básico do barco tradicional. Uma vez a mente livre dessas restrições, as formas possíveis que um conceito pode assumir são amplas, na opinião da Yacht Island Design.
O Utopia foi inspirado na ideia de comunidade, e não exatamente de um veículo para viajar. Pensa-se, aqui, num lugar para estar. Seria uma ilha, artificial e fabulosa, e não fixa num determinado ponto do oceano, para quem tem a visão de criar um lugar. Mede 100 metros de comprimento e 100 de largura, e é do tamanho de um edifício de porte médio, abrangendo 11 pavimentos. Seu volume total equivale ao de um navio de cruzeiro.
Utopia, diz o conceito, é capaz de se adaptar a diversos ambientes, mantendo o conforto dos hóspedes. Com os painéis de vidro cobrindo as plataformas internas, é possível, controlar sua temperatura, seja qual for o lugar em que estiver ancorado.
O projeto atual do Utopia pode ser visto como uma loucura, uma expressão extravagante de arquitetura. Mas, com a velocidade com que as ideias mais delirantes se transformam em realidade no mundo de hoje…
Principais características:
- 100m x 100m de tamanho, com o espaço do pavimento equivalente ao de um navio de cruzeiro.
- Espaço para criar uma grande quantidade de opções de design de interiores, como um distrito comercial, teatro, zona culinária com uma mistura eclética de restaurantes e uma área de entretenimento com bares, discotecas e um casino.
- Uma plataforma observatório de tirar o fôlego, com vista de 360 graus a uma altura de 65m acima do nível do mar.
O Ruas de Mônaco é baseado no principado mediterrâneo, com o foco principal no famoso circuito do Grande Prêmio de Fórmula 1. A grande sacada foi recriar o circuito como uma pista de kart totalmente funcional, capaz de, em pleno alto mar, acomodar três karts lado a lado para permitir a abundância de ultrapassagens.
No contorno da pista, os marcos famosos, adentrando nos espaços internos com decoração que remete à história de Mônaco.
O setor denominado Oásis, localizado na traseira, atua como o principal ponto de embarque para o iate. É uma extensa área modelada nos jardins externos ao Cassino de Mônaco. Ao entrar no Oásis, a atenção é imediatamente atraída para quedas d’água e piscinas.
Principais características:
- Tipo de Embarcação: SWATH
- Comprimento: 155m
- Arquitetura Naval: TMO Nigel Gee
- Capacidade: 16 hóspedes
- Tripulação: 70
- Velocidade: 15 nós
- Propulsão: Diesel elétrica
A ideia inicial foi a de criar uma ilha idílica, flutuante, com todas as características de uma ilha tropical, com elementos próximos à água, desdobráveis, uma montanha e uma cachoeira.
A cor do iate foi concebida para expressar melhor seu clima e atmosfera. No deck principal estão a piscina, cabanas, o bar e refeições ao ar livre. A piscina é alimentada pela cachoeira que sai do vulcão, que por sua vez abriga uma área comum. A varanda da sala dá vista para a parte de trás da cachoeira.
O deck traseiro possui um heliponto, mas a característica mais original deste iate é o deck inferior, que funciona como um porto, praia ou ponto para prática de esportes aquaticos no nível do mar.
Possui ainda cinema, biblioteca, sala de jogos e ginásio, com opções de relaxamento na forma de uma infinidade de salas cada um oferecendo seu ambiente próprio e único, e um spa totalmente equipado.
Vídeo: o maior e mais caro iate do mundo. Custou 1 bilhão de dólares
Nem os mais excêntricos príncipes e reis árabes têm nada parecido ao Eclipe (foto acima e vídeo abaixo), o fantástico iate de 1 bilhão de dólares e 170 metros de comprimento do ziliardário russo Roman Abramovich, cuja fortuna, oriunda de todo tipo de manobras escusas nos primeiros e caóticos anos da Rússia pós-queda da União Soviética, inclui de petróleo a minérios, passando pelo time de futebol inglês do Chelsea e um naco da companhia aérea Emirates.
O Eclipse é o maior iate do mundo. Tem 24 cabines confortabilíssimas, duas piscinas, não um, mais dois helipontos — com helicópteros, naturalmente — e até um sistema de defesa antimísseis. A maravilha de exagero de quem ganhou dinheiro fácil foi construída pelos estaleiros alemães Blohm & Voss, de Hamburgo, na Alemanha.
Inaugurado este ano, o navio MSC Preziosa transporta 4,3 mil passageiros e fará sua primeira temporada no litoral brasileiro a partir do dia 26 de novembro
SÃO PAULO - Líder do mercado de cruzeiros no Brasil, a armadora MSC vai trazer para as praias brasileiras o seu mais novo navio, o MSC Preziosa - o nono maior do mundo e o maior por aqui na temporada 2013/2014, que começa este mês. Lançado em abril, a embarcação tem capacidade para 4,3 mil hóspedes.
O entusiasmo da empresa italiana, entretanto, destoa dos números do setor. Com onze embarcações, quatro a menos do que na última temporada, a oferta total de leitos caiu de 762 mil para 648,6 mil, ou 15% menos.
O volume de passageiros decresce desde 2010, ano em que o Brasil recebeu o maior número de navios, 22. Segundo a Clia Abremar, entidade que representa as operadoras de cruzeiros no País, os motivos para essa diminuição da oferta são os mesmos de sempre: além dos altos impostos, as taxas cobradas pelos portos para a operação dos navios.
O porto de Recife, até dois anos atrás, cobrava uma tarifa de R$ 12,53 por passageiro em trânsito. Este ano, mesmo ainda sem ter passado para a iniciativa privada, o valor cobrado será de R$ 68 por passageiro. Em Salvador, essa mesma tarifa saltou de R$ 8 para R$ 54.
"O que está acontecendo com os cruzeiros não é nada diferente do que acontece em outros setores da economia. A diferença é que os navios podem optar por partir de outros lugares que cobram mais barato para operar", afirma o presidente da Clia Abremar, Ricardo Amaral.
A infraestrutura nos portos, que segue focada no setor de cargas, continua sendo fonte de queixas. Mesmo com os investimentos do PAC para a construção de novos terminais de passageiros em portos como Salvador, Fortaleza e Recife, nenhum dos novos terminais estará pronto para receber os navios que estão chegando.
Comodidade. Com pacotes que já incluem refeições, shows, boates e paradas em diversos pontos turísticos, as viagens de cruzeiro podem significar um bom custo-benefício. Segundo Adrian Ursilli, diretor-comercial e de marketing da MSC Cruzeiros no Brasil, a experiência faz com que cerca de 80% dos novos passageiros voltem para uma nova viagem.
"Não necessariamente no ano seguinte, mas voltam. Se compararmos com as viagens tradicionais, em que é preciso se preocupar com acomodação, onde fazer as refeições, o entretenimento para os adultos e as crianças, além de outras atrações, o cruzeiro oferece tudo isso dentro de uma cidade flutuante".
A viagem também permite conhecer lugares diferentes todos os dias sem que seja necessário sair do lugar, afirma Ursilli. "É uma grande comodidade conhecer novos locais e poder voltar para 'casa' no mesmo dia".
O poder de fidelização é tamanho que, nos últimos anos, o setor também começou a oferecer cruzeiros partindo de portos no exterior. Para Ursilli, esse é um desdobramento natural de roteiros turísticos. "É como comprar um carro. Você sempre quer que o novo seja melhor que o anterior. Depois de duas, três viagens no Brasil, os clientes começam a pensar em viagens no exterior".
A Abremar afirma que o aumento desse tipo de viagem não é significativo, até porque incorre em outros gastos, como passagens aéreas. O Norwegian Getaway, novo navio da americana Norwegian Cruise Lines (NCL) que deve ser inaugurado em fevereiro do ano que vem, já conta com cerca de 150 reservas de brasileiros. Quando lançado, o Getaway será o oitavo maior navio de cruzeiro do mundo.
Uma vida de excessos delirantes, como gorjetas de 200 mil
reais: o príncipe saudita Abdul Aziz Bin Fahd
Moradores de Ibiza, a mais turística das deslumbrantes Ilhas Baleares, na costa noroeste da Espanha, já estão acostumados: quando chega o verão, pousarão por ali os três aviões que o príncipe saudita Abdul Aziz Bin Fahd bin Abdul Aziz Al Saud utiliza em suas viagens.
As aterrissagens fazem brilhar os olhos dos donos de hotéis de luxo insulares, já que pelo menos quatro deles lotam para abrigar os até 200 membros do entourage do maior playboy do mundo.
Um grupo mais seleto deles, cerca de 20 ou 30, se hospeda no Gran Hotel de Ibiza, pagando até 4.200 euros (mais de 12 mil reais) a diária em temporadas que podem durar dois meses. Lar de um grande cassino, o hotel vê como os convidados do príncipe deixam, em mais de uma ocasião, milhões em uma mesa de jogos, contando gorjetas de até 30 mil euros aos crupiês.
Eterno adolescente aos 40 anos, Bin Fahd carrega sua equipe e todos os pertences que julga necessários para as férias em nada menos que um Boeing 777 adaptado para ter dez banheiros, alguns deles com banheira de hidromassagem, e até uma sala de cirurgia, além, é claro, de seu jato privado Bombardier Chalenger.
Nas tripulações, destaca-se o time exclusivamente feminino de comissárias recrutadas em diferentes países ocidentais como Estados Unidos, Grécia e Suécia — até pela excelente razão de que às mulheres sauditas é inteiramente vedado esse tipo de trabalho, como uma série de outros, além de outros direitos elementares, como o de dirigir automóveis.
As comissárias devem estar disponíveis as 24 horas do dia por seis semanas seguidas, e depois contam com o mesmo período de férias; precisam se virar para atender aos desejos do chefe, que só faz seus pedidos em árabe.
Gorjeta de 80 mil euros
Bin Fahd é o caçula dos seis filhos homens do falecido rei Fahd bin Abdulaziz Al Saud (1921-2005), que ocupou o trono de 1982 até sua morte e era meio-irmão mais velho de Abdullah bin Abdulaziz al Saud, atual detentor da coroa da Arábia Saudita. Casado desde 2010 com Al Anoud bint Faisal bin Mishaal Al Saud, também de origem considerada nobre, tem ainda quatro irmãs e, segundo a lenda familiar, sempre foi o preferido do pai.
Formou-se em administração pela Universidade Rei Saud, de Riad, mas antes mesmo de obter o diploma, em 1998, já fora nomeado ministro de Estado – e o fato de ter ido morar na Suíça em 2005 não o impediu de continuar “exercendo o cargo” por seis anos.
Seu currículo político, porém, é bem menos conhecido do que sua reputação de excessos e ostentação, que vai muito além do trio de aviões que o transporta em caravana nos momentos de lazer, financiados pela riqueza do petróleo.
Com investimentos aberta ou dissimuladamente relacionados a uma série de empresas multinacionais, como a petroleira britânica British Petroleum, a construtora saudita Saudi Oger e a cadeia televisiva MBC, baseada em Dubai, nos Emirados Árabes, Abdullah não brinca mesmo em serviço quando quer se divertir. E, segundo pessoas que trabalham junto ao monarca, quase a totalidade de seu tempo é dedicada ao ócio.
Existem inúmeros relatos de noitadas memoráveis bancadas pelo playboy. Entre os mais folclóricos, a gorjeta de 80 mil euros (mais de 240 mil reais) que teria deixado após refeição no restaurante ibizenho Lío, após o pagamento de conta de 120 mil euros (superior a 360 mil reais). O Lío, à beira de uma piscina, é um lugar badalado da noite cujo estacionamento está sempre congestionado por Ferraris, Lamborghinis e Rolls-Royces e que apresenta, em meio a refeições caríssimas, números de cabaré.
Não é de se surpreender que 200 mil euros pareçam insignificantes a alguém que faz questão de transportar, em seus aviões, um Rolls-Royce branco pelo qual faz questão de transitar, até mesmo pelas estradinhas estreitas de Ibiza.
Outro episódio diz respeito aos quatro meses que passou, em 2010, em uma suíte de 1200 metros quadrados Hotel Plaza, em Nova York. A temporada, porém, ficou marcada pela acusação de estupro cometido – e que resultou em condenação à prisão – por um de seus empregados a uma mulher. O episódio contribuiu para alçar o nome do bilionário, até então pouco conhecido, às manchetes.
Não é apenas Bin Fahd quem se locomove em carros luxuosos por ilhas mundo afora. A cada estadia em Ibiza, ele manda trazer, principalmente da Alemanha, uma frota de Mercedes-Benz novinhos em folha para que seus amigos, familiares e empregados passeiem.
Entre os caminhos mais percorridos pelo comboio está o que leva ao porto onde fica atracado o Prince Abdul Aziz, o megaiate de 147 metros de comprimento encomendado por seu pai que, ao longo de vinte anos, foi considerado o maior do mundo, e até hoje tido como o mais luxuoso entre os fabricados no século passado.
Dali partem expedições de homéricos excesso, escoltadas por mais cinco “barcos de apoio”, rumo a outros rincões baleares espetaculares, como a pequena ilha de Formentera (cenário do filme Lucía e o Sexo, de 2001), paraíso nudista com natureza preservada.
Os funcionários de Bin Fahd também não deixam de visitar as mesquitas de Ibiza, onde distribuem alimentos comprados pelo chefe em grande volume, a ponto de beneficiar os cerca de 9 mil muçulmanos da ilha, a maioria provinda do Marrocos e da Argélia. De acordo com o Centro Islâmico de Ibiza, o príncipe também realiza doações particulares a praticantes do islamismo, e chegou a financiar cirurgia avaliada em 25 mil euros de uma mulher.
A religião, ou pelo menos sua intenção de parecer religioso, é outra das características do bon vivant saudita. Uma réplica da esplendorosa Alhambra, em Granada, um dos conjuntos arquitetônicos mais bonitos do mundo e legado da ocupação muçulmana do sul da Espanha (711-1492), é uma de suas residências em Riad.
Entre as outras que figuram em um extenso patrimônio estimado em mais de 1 bilhão de dólares (algo como 2,2 bilhões de reais) está uma mansão em Beverly Hills, Califórnia, e mais de um palácio suntuoso em Jidá, Arábia Saudita.
Com tudo isso, ainda há gente pertencente ao séquito do príncipe que garante que ele é discreto e gosta de passar despercebido pelos lugares que frequenta. De fato, não há muitas fotos dele disponíveis na internet. Haja ironia.
Luxury coach Bruno Pamplona afirma que o que os mais ricos desejam não é exatamente um produto caro, mas uma maneira inesquecível de desfrutá-lo
São Paulo – Só porque um produto é caro, ele não necessariamente será considerado “deluxo”. De acordo com Bruno Pamplona, luxury coach e fundador do Royal Group, empresa que presta serviços de consultoria de luxo e entretenimento, o que o público AAA mais tem desejado é ter uma experiência inesquecível, algo que vai além do mero objeto de marca.
Recebendo clientes cuja renda média mensal varia de 100 mil a 200 mil reais, Pamplona garante: “O produto não importa tanto. Hoje, nossos clientes estão nos procurando muito para viver uma experiência inusitada”.
Entre os diferentes serviços que oferece, ele ajuda na escolha e a compra de aviões executivos, carros importados, imóveis (inclusive fora do país, em Miami) e iates (apenas que têm mais de 60 pés). Mas é no momento da entrega que ele torna o que seria apenas “um objeto caro” em algo luxuoso.
Um dos exemplos mencionados por Pamplon
a foi o de um cliente que queria comprar um carro muito potente e a entrega foi realizada em um autódromo, onde ele pôde explorar sem medo a velocidade do possante. Muitas vezes, o consultor também convida alguma pessoa famosa para fazer parte do ritual, principalmente se é alguém admirado pelo cliente.
Geralmente, quem chega até ele vai por meio de indicação de algum amigo que já viveu uma experiência diferenciada preparada pelo coach. Políticos, empresários e celebridades estão entre os que contratam os serviços da empresa, que neste mês abre uma nova unidade em Balneário Camboriú, Santa Catarina, mas Pamplona prefere manter os nomes em sigilo.
Depois de apresentados, eles fazem um pré-contrato, que firma o compromisso de buscar o que há de melhor. “Por seis meses, eu convivo com a pessoa e vou conhecendo melhor seu jeito, orientando na escolha do produto. Quando ela decide o que quer, eu aciono o nosso ‘Departamento de Encantamento’, que entra em contato com as pessoas mais próximas ao cliente para ajudarem a proporcionar o momento especial. No final, são duas experiências: o recebimento do produto e a experiência da entrega”, afirma.
O valor de tantas emoções varia de ac
ordo com o que cada pessoa deseja (ou pode) gastar. “Tenho pessoas na minha cartela que são bilionárias e que podem pagar dois ou três milhões de reais por uma experiência. Até porque, se um sujeito é bilionário, ele já viveu muita coisa, é mais difícil inovar”, afirma. Para os que ganham em torno de 100 mil por mês, um serviço dele pode custar entre 20 mil e 30 mil reais. E para você, quanto vale uma boa lembrança?
Eles aparecem de Ferrari, são escoltados por seguranças particulares dentro das boates e chegam a torrar 50 000 reais em uma só balada
O empresário Alexander de Almeida, de 39 anos, não faz parte do time das celebridades da capital. No universo das melhores casas noturnas daqui, porém, ele recebe tratamento digno de estrela. É conhecido como um dos paulistanos que mais esbanjam dinheiro nesse circuito boêmio. Costuma chegar a endereços como a boate Pink Elephant, no Itaim, acelerando sua Ferrari avaliada em 1,2 milhão de reais. Do carro de trás, um Porsche Cayenne, saem três seguranças particulares. Na volta para casa, um dos profissionais assume o volante da Ferrari. Todos eles entram sem passar por revista e se dirigem diretamente para o principal camarote,com capacidade para vinte pessoas.
A nova moda entre os ricos brasileiros é fazer festas de arromba em Nova York que chegam a custar mais de R$ 4 milhões e duram vários dias
São Paulo – “Até mesmo em uma cidade como Nova York, famosa por seus excessos, alguns desses eventos podem parecer exagerados”. É assim que o jornal americano The New York Times define a mais nova mania entre os ricaços brasileiros: torrar fortunas em luxuosas festas no exterior que podem durar por vários dias.