sexta-feira, 13 de setembro de 2013
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Petrobras vende ativos na Colômbia por US$ 380 milhões
Negócio faz parte de um plano de desinvestimentos da estatal para reduzir seu endividamento e aumentar o caixa
A Petrobras anunciou a venda de blocos de petróleo terrestres e oleodutos na Colômbia para a empresa Perenco, em um negócio de 380 milhões de dólares, como parte de seu plano de desinvestimentos. O Conselho de Administração da estatal brasileira aprovou nesta sexta-feira a venda da totalidade das ações da Petrobras Colombia, segundo comunicado ao mercado.
Fazem parte da transação 11 blocos de exploração em terra com produção de 6,53 mil barris de óleo equivalente por dia, além dos oleodutos Colombia e Alto Magdalena, com capacidade de transporte de 14,95 mil e 9,18 mil barris diários, respectivamente.
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Auxilio de emergência para MMX de Eike Batista feito por Fundo Mubadala e a trading Trafigura
Fundo Mubadala e a trading Trafigura disponibilizam empréstimo para MMX
SÃO PAULO, SP, 13 de setembro (Folhapress) - O fundo Mubadala e a trading Trafigura estão disponibilizando um empréstimo emergencial de até US$ 150 milhões para a MMX, do empresário Eike Batista.
Os recursos vão permitir a empresa não interrompa seus investimentos e afaste o fantasma da recuperação judicial, apesar da complicada situação do seu caixa.
Eike acertou a venda de 65% do porto do Sudeste, um dos ativos mais atrativos do empresário, para o consórcio Trafigura/ Mubadala na quinta-feira da semana passada.
Conforme antecipou a Folha de S.Paulo, o empréstimo foi uma das condições que determinou a vitória do consórcio em relação aos demais pretendentes ao porto do Sudeste.
A trading suíça Glencore perdeu o negócio por conta desse empréstimo e por uma diferença de US$ 100 milhões. O consórcio de brasileiros -CSN, Vale, Gerdau e Usiminas- também estava interessado.
Carlos Gonzalez, presidente da MMX, confirmou ontem, em conferência telefônica com analistas, que o negócio ainda depende da renegociação das dívidas da empresa entre os novos compradores e os bancos credores.
"Essa renegociação já vinha ocorrendo entre os bancos e os demais candidatos antes de anunciarmos o negócio. É um ponto tranquilo", disse Gonzalez. A empresa não divulga quem são os bancos credores, mas, conforme apurou a reportagem, entre eles, estão Bradesco e BNDES.
Durante a conferência, a empresa informou que o porto do Sudeste foi avaliado em R$ 6,15 bilhões no negócio, o que significa que os novos sócios pagaram R$ 3,9 bilhões por 65% do ativo. O valor do porto foi determinado por três fatores: os ativos (R$ 474 milhões), a dívida (R$ 2,73 bilhões) e os royalties (R$ 2,94 bilhões).
Os detentores dos títulos MMXM11 têm direito a receber como royalties cerca de US$ 5 por tonelada embarcada de minério de ferro no porto do Sudeste.
Dos R$ 3 bilhões de dívida que a MMX tem hoje, R$ 2,73 bilhões serão transferidos para o porto do Sudeste e R$ 300 milhões, que são as obrigações com os fornecedores da mina de minério de ferro, serão mantidos na empresa.
Durante a conferência, a MMX não explicou se Eike vai manter os 67% que detém hoje dos títulos MMXM11, o que significa que o empresário teria direito a receber boa parte dos R$ 2,94 bilhões quando o porto começar a operar.
Segundo apurado pela reportagem, Eike vai repassar parte desses títulos ao Mubadala para abater uma fatia da dívida de US$ 1,5 bilhão que o empresário tem com o fundo árabe.
Diário do Sudoeste
FolhaPress
Mercados do BRICs caem para o pior lugar entre investidores
A Índia registrou os piores resultados, seguida pelo Brasil, a Rússia e a China, conforme levantamento global feito pela Bloomberg
Cingapura - Pela primeira vez, as maiores nações em desenvolvimento têm as piores oportunidades no mercado já que o otimismo por um maior crescimento foi transferido para os EUA e a Europa, segundo uma pesquisa global da Bloomberg.
A Índia registrou os piores resultados, seguida pelo Brasil, a Rússia e a China, conforme mostrou um levantamento mundial com investidores, analistas e operadores assinantes da Bloomberg.
O número de entrevistados que considera a União Europeia uma das duas melhores oportunidades aumentou para 34 por cento – a melhor marca na pesquisa desde 2009. Os EUA registraram 51 por cento.
A perspectiva de uma menor liquidez global
devido aos cortes no programa de compra de títulos da Reserva Federal dos Estados Unidos desatou a maior liquidação de divisas de mercados emergentes em cinco anos.
A rúpia indiana e a lira turca chegaram a seus valores mais baixos já registrados. O recuo enfatiza os desafios, como a excessiva dependência do crédito na China e o baixo investimento no Brasil, parte do grupo dos BRICs com a Índia e a Rússia.
“Os BRICs sempre serão atores secundários frente às economias desenvolvidas”, disse Ben Kelly, analista na Louis Capital Markets, em Londres, consultado pelo levantamento.
“A política monetária americana voltada para o crescimento permitiu aos países desenvolvidos prosperarem graças às taxas reais muito baixas ou negativas”, disse Kelly, referendo-se aos custos de tomar empréstimos ajustados pela inflação.
Agora que os EUA e “em certa medida a Europa estão começando a se estabilizar, talvez parte desse comércio se reverta e já vimos isso acontecer nos mercados de títulos”, afirmou Kelly.
O melhor mercado
O Brasil foi mencionado por apenas 10 por cento dos participantes da pesquisa como o primeiro ou o segundo melhor mercado para o ano próximo - em maio, 19 por cento tinham afirmado o mesmo. Ao contrário, 25 por cento disseram que será um dos dois piores mercados e 35 por cento escolheram a Índia que em maio tinha registrado 12 por cento.
Os consultados na Ásia foram mais baixistas quanto aos mercados dos BRICs do que os de fora do continente. Quarenta e quatro por cento dos clientes na Ásia afirmaram que a Índia está entre os piores mercados para investidores no próximo ano, comparados com 30 por cento nos EUA e 35 por cento na Europa. Quase um terço deles mencionaram a China como a pior escolha para os investidores frente a 22 por cento nos EUA e 23 por cento na Europa.
Os investidores nos EUA foram mais otimistas com seus próprios mercados. Cinquenta e sete por cento disseram que ofereciam as melhores oportunidades. Quarenta e sete por cento dos entrevistados europeus escolheram a UE. Os consultados asiáticos foram mais otimistas com o Japão do que aqueles de fora da região, por uma margem de dois a um.
Modelo em alteração
“A excessiva dependência da China no modelo de crescimento liderado por investimentos gerou uma rápida expansão das dívidas, um excesso de capacidade em indústrias com uso intensivo de capitais e um excesso de investimentos em infraestrutura”, disse o entrevistado Gregory Doger de Speville, analista na Fleming SG Capital Pty em Perth, Austrália. “O mercado continuará volátil até que os investidores se acostumem com um crescimento mais lento e com uma mudança na estrutura econômica”.
A economia japonesa está se recuperando, mas o levantamento mostra que o Banco do Japão é visto como o mais propenso entre os principais Bancos Centrais a desistir de aumentar as taxas de juros.
Aproximadamente 56 por cento dos consultados afirmam que seu presidente, Haruhiko Kuroda, evitará aumentar os custos de tomar empréstimos pelo menos até o segundo semestre de 2015, frente a 28 por cento para o Fed e 50 por cento para o Banco Central Europeu.
A pesquisa com 900 assinantes da Bloomberg foi realizado pela Selzer Co.,uma companhia sediada em Des Moines, Iowa. Sua margem de erro é de 3,3 pontos percentuais para mais ou para menos.
Foto antiga dos lideres!!
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CONFIANÇA DO CONSUMIDOR mergulha EM SETEMBRO nos EUA
CONFIANÇA DO CONSUMIDOR americano
Os resultados preliminares da Universidade de Michigan de setembro pesquisa de confiança do consumidor deforma divulgados.
Confiança do consumidor é um indicador importante dos gastos dos consumidores, o que representa a maioria da atividade econômica em geral;
O índice do headline caiu para 76,8 de 82,1 a leitura de agosto.
Economistas previram um que iria até 82,0. Mas erraram.
As condições econômicas sub-índice caiu para 91,8 de 95,2, enquanto a perspectiva econômica sub-índice caiu para 67,2 de 73,7.
As expectativas de inflação um ano à frente subiu para 3,2% de 3,0%, enquanto as expectativas de inflação antecedência de cinco anos subiu para 3,0%, de 2,9%.
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