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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Mercado prevê mais crescimento e inflação em 2014, segundo Focus
Previsão para PIB foi de 1,99% para 2%, e inflação saiu de 6% para 6,01%.
Projeções para 2015 seguiram tendência e também subiram.
O mercado financeiro fez uma leve alteração em sua perspectiva para o comportamento da inflação e do crescimento da economia em 2014, segundo números divulgados pelo Banco Central nesta segunda-feira (20) por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus. O documento é fruto de uma pesquisa com mais de 100 instituições financeiras realizada na semana passada.
A estimativa dos economistas dos bancos para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerada a inflação oficial do país e medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – de 2014 subiu de 6% para 6,01%. Em 2013, o indicador fechou em 5,91%, segundo o IBGE.
A estimativa dos economistas dos bancos para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerada a inflação oficial do país e medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – de 2014 subiu de 6% para 6,01%. Em 2013, o indicador fechou em 5,91%, segundo o IBGE.
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Após 20 meses, juro básico deve voltar a dois dígitos nesta semana
Previsão do mercado é que a taxa suba de 9,5% para 10% ao ano.
Dilma destacou, em diversas ocasiões nos últimos anos, queda dos juros.
O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, colegiado responsável por fixar os juros básicos da economia brasileira – atualmente em 9,5% ao ano –, se reúne nesta terça e quarta-feiras (26 e 27) e a expectativa do mercado financeiro é que a taxa suba 0,5 ponto percentual, para 10% ao ano. A decisão do Copom sobre a taxa será anunciada pelo Banco Central na quarta-feira após as 18h.
Pelo sistema de metas que vigora no Brasil, o BC tem de calibrar os juros para atingir as metas pré-estabelecidas, tendo por base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A subida recente dos juros e o possível retorno ao patamar de dois dígitos, nesta semana, segundo analistas, não está em consonância com uma das principais marcas, até então, do governo Dilma Rousseff na área econômica.
Caso a previsão do mercado, captada por pesquisa realizada pela autoridade monetária na última semana com mais de 100 bancos, se confirme, os juros retornarão ao patamar de dois dígitos (acima de 10% ao ano), algo que não era registrado desde o início de março de 2012. A discussão sobre a capacidade de o Brasil ter uma taxa de juros abaixo de 10% ao ano permeou o debate econômico no passado.
A taxa, porém, foi atingida somente quando o BC afrouxou a política de juros para combater os efeitos da crise financeira em 2009, entre junho daquele ano e janeiro de 2010. Posteriormente, novamente por conta dos efeitos da segunda "onda" da crise financeira, os juros abaixo de 10% ao ano voltaram a ser registrados desde 7 março de 2012. O Brasil é um dos poucos países que está subin
do os juros neste ano.
Metas de inflação
Para 2013 e 2014, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Deste modo, o IPCA pode ficar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.
O presidente do BC, Alexandre Tombini, tem afirmado, porém, que a inflação teria queda neste ano frente ao patamar registrado em 2012 (5,84%) e novo recuo no ano de 2014.
Ao subir os juros neste momento, o Banco Central já está de olho no cenário para o ano que vem. Segundo economistas, em 2014 haverá uma pressão maior sobre os chamados "preços administrados" (ônibus interestaduais, energia elétrica, água, planos de saúde e telefonia, entre outros), visto que, neste ano, houve crescimento menor com a retenção de alguns reajustes – como as tarifas de ônibus. Outro componente que pode pressionar um pouco a inflação no fim deste ano e início de 2014 é o possível aumento no preço da gasolina.
Discurso da presidente Dilma
Mesmo defendendo o controle da inflação, a presidente da República destacou, por diversas oportunidades nos últimos anos, a queda dos juros básicos e também pressionou os bancos a reduzirem suas taxas ao consumidor.
Há pouco mais de um ano, em agosto de 2012, quando a taxa fixada pelo Banco Central chegou a 7,5% ao ano, na ocasião a menor da história, ela declarou que o governo criou "ambiente para que a taxa de juros caísse". A queda foi possível, segundo Dilma, devido a uma “longa trajetória que vem de outros governos no sentido de buscar que o Brasil seja um país que tenha capacidade de caminhar com seus próprios pés”.
Antes disso, nas celebrações do Dia do Trabalho, no final de abril de 2012, a presidente cobrou redução maior nas taxas de juros por parte dos bancos privados e classificou como "inadmissível" que o Brasil, com "um dos sistemas financeiros mais sólidos e lucrativos", continuasse com um dos "juros mais altos do mundo".
Em maio do ano passado, Dilma Rousseff voltou a defender a redução dos juros no Brasil."Queremos um país com taxas de juros compatíveis com as praticadas no mercado internacional", afirmou ela na ocasião.
Já em março deste ano, a presidente causou ruído nos mercados ao dizer, na África do Sul, que não apoiava políticas de controle inflacionário que sacrificassem o crescimento – em um momento no qual o governo era pressionado pelos mercados para adotar políticas mais firmes em relação à inflação.
"Esse receituário que quer matar o doente antes de curar a doença é complicado. Eu vou acabar com o crescimento do país? Isso daí está datado. É uma política superada", disse ela na ocasião.
Fonte Globo.com
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Inflação em alta não discrimina classe social
A empregada doméstica Marli Venceslau da Silva, 37, abandonou o recém-adquirido hábito de viajar de avião para visitar a família em Pernambuco, vai tirar a filha de seis anos da escola particular e acaba de renegociar uma dívida no cartão de crédito
"A passagem está um absurdo. Não tem jeito, a viagem é demorada, mas vou voltar para o busão", diz ela, que vive em São Paulo.
A história de Marli é parecida com a de um número crescente de famílias brasileiras que têm feito ajuste orçamentário para enfrentar a alta de preços e o menor crescimento, em um contexto de maior endividamento.
Dados da FecomercioSP obtidos com exclusividade pela Folha mostram que a inflação está alta para todas as classes sociais. Nos 12 meses encerrados em setembro, o custo de vida em São Paulo aumentou entre 5,5% e 5,65% para cinco faixas de renda.
A tendência é explicada por uma alta disseminada de preços. Nenhuma das nove categorias de bens e serviços pesquisadas para as cinco classes sociais teve deflação em setembro.
"O preço de tudo tem subido para todo mundo", afirma Júlia Ximenes, assessora econômica da Fecomercio.
Embora a inflação esteja igualmente elevada para todos, os consumidores de renda menor têm menos sobra orçamentária e são os mais afetados. "Os mais pobres têm menos defesas contra a inflação, como aplicações financeiras", diz André Braz, economista da FGV-Rio.
Fonte Folha de São Paulo.
Congresso prevê gasolina mais cara e aumento de impostos em 2014
Deputados e senadores estão prevendo um aumento da carga tributária, alta na inflação, aumento dos preços dos combustíveis e um crescimento econômico mais modesto, de acordo com informações do jornal O Estado de S.Paulo publicadas nesta terça-feira.
As informações estão no parecer da Comissão Mista de Orçamento do Congresso, que deverá ser votado em plenário hoje e prevê o pagamento de R$ 2,9 bilhões em dividendos das estatais, conforme a publicação. Segundo os parlamentares, o reajuste dos preços dos combustíveis é necessário para viabilizar o elevado volume de investimentos da Petrobras.
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Juros sobem e firmam aposta em Selic de 2 dígitos
Ata do Copom repetiu termos como "especialmente vigilante" e "com a devida tempestividade" e mostrou preocupação com a inflação ainda resistente
São Paulo - A ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) fez subir astaxas futuras de curto prazo, ao reforçar a percepção de que a Selic avançará mais 0,50 ponto porcentual no último encontro do ano, em novembro.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
O Ouro em queda, FOMC as 15 horas, um debate complicado aproxima-se...
Os preços do ouro tendência pra baixo desde que o Japão abriu, bem ruim abaixo de US $ 1.300 para a primeira vez em seis semanas.
Mas aproxima-se o debate do TETO da DÍVIDA americana
Abertura Ásia, seguida de queda no Ouro.
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